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Cávado

Esposende: Emídio Guerreiro inaugurou 3.ª Fase da Ciclovia da Marginal

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O Secretário de Estado do Desporto e Juventude, Emídio Guerreiro, inaugurou, no dia 11 de julho, a 3.ª Fase da Ciclovia da Marginal de Esposende.

Esta obra, que teve o custo aproximado de 706 mil euros, foi financiada em 85% pelos fundos comunitários, através do Programa Operacional Regional do Norte – ON2. Baseou-se na continuidade da ciclovia nos troços compreendidos entre a Avenida dos Banhos e o Farol de Esposende, e entre as Piscinas Municipais Foz do Cávado e o Centro de Atividades Náuticas, numa extensão total de aproximadamente 2 700 metros.

Benjamim Pereira, presidente da Câmara Municipal de Esposende, relembrou que a “Zona Ribeirinha constitui um importante ativo e um enorme atrativo, sendo um local de excelência, tanto para a prática desportiva como para o lazer”. Aproveitou para agradecer a Emídio Gomes, “pela seriedade e respeito que teve para com o concelho” e pela “aprovação das candidaturas ligadas ao desporto”.

” Em Esposende o dinheiro é investido com critério, em obras de qualidade e para usufruto da população”, afirmou o autarca, sublinhando as obras do Programa Polis Litoral Norte, a ampliação das ETAR de Marinhas e Esposende, os investimentos nas freguesias e o apoio às associações e clubes.

Secretário de Estado do Desporto e Juventude inaugurou 3.ª fase da Ciclovia da Marginal 2

No que diz respeito ao futuro, Benjamim Pereira falou na instalação do Instituto Multidisciplinar de Ciência e Tecnologia Marinha e no Centro de Negócios e execução do Parque da Cidade, bem como duas novas empreitadas de cerca de 300 mil euros.

Emídio Guerreiro chamou a atenção para o grande investimento que tem vindo a ser feito pela Administração Central no Plano do Desporto, afirmando que “Portugal cresce acima da União Europeia” e desmentiu as notícias da quebra de praticantes, clubes e subsídios.

Secretário de Estado do Desporto e Juventude inaugurou 3.ª fase da Ciclovia da Marginal 3

Aurélio Neiva, presidente da Junta da União das Freguesias de Esposende, Marinhas e Gandra, deu nota do elevado número de jovens a praticar desporto nestas localidades e apelou ao apoio da tutela de Emídio Guerreiro às coletividades existentes. No que diz respeito à Ciclovia da Marginal, Aurélio Neiva mostrou-se satisfeito com a obra, afirmando que são  “obras que vão ao encontro das pretensões da população” e que “demonstram bem o dinamismo da Câmara Municipal e do presidente Benjamim Pereira”.

A Ciclovia da Marginal vai integrar o circuito da futura Ciclovia do Litoral, do Programa Polis Litoral Norte, fazendo a ligação à Ecovia do Cávado.

Secretário de Estado do Desporto e Juventude inaugurou 3.ª fase da Ciclovia da Marginal 1

Junto ao Parque do Fitness, o Município instalou um novo equipamento de prática desportiva, o Power Station. Segundo comunicado da Câmara Municipal de Esposende este equipamento, que serve como complemento, destinado à população adulta, irá tornar o local “ainda mais atrativo e apelativo”.

Barcelos

Miguel Silva imortalizou a avó com pintura gigante em Barcelos

Pandemia afastou graffiter da avó nos seus últimos meses de vida

Foto: Paulo Jorge Magalhães / O MINHO

Miguel Silva já tinha a ideia na cabeça em 2019, mas não teve coragem de contar à avó. A pandemia acabou por afastá-lo da matriarca, dada a redução ao máximo das visitas e a interrupção dos convívios de domingo. A avó Clotilde acabou por falecer em julho do ano passado em resultado do agravamento dos seus problemas de saúde. Um mês depois, o graffiter imortalizou-a com uma pintura gigante – quatro metros de altura, seis de largura – no ‘seu’ túnel, perto do local onde reside, em Vila Frescainha S. Martinho, no concelho de Barcelos. Agora, todos os dias, o jovem de 25 anos vê, a partir de casa, a imagem da avó ‘Tide’ e criou um “local de culto” onde toda a família – e que é bastante numerosa – a pode homenagear.

Quando Clotilde foi à Praça de Alegria, na altura em que o programa da RTP oferecia um prémio aos avós com mais descendentes, foi preciso um autocarro. Tinha, então, 24 netos e seis bisnetos. Agora, já são cerca de 30 netos e 37 bisnetos (dois deles nascidos já após o seu falecimento).

“É uma família mesmo muito grande”, contextualiza Miguel Silva. Num grupo de família nas redes sociais, todos os netos e bisnetos partilhavam as fotografias que tiravam com Clotilde. Esses retratos com a avó eram uma forma de unir toda a família.

Miguel Silva agora vê a imagem da avó, todos os dias, a partir de casa. Foto: Paulo Jorge Magalhães / O MINHO

“Tenho primos que ainda não conheço pessoalmente, mas conheço-os porque eles já tiraram uma foto com a avó”, conta o graffiter, considerando que “esse legado tinha que persistir”.

“Toda a minha família, os que vão nascer, os meus filhos e dos meus primos, têm que ter uma foto com a avó e no cemitério não é nada agradável. Assim, têm aqui um local de culto para tirar uma foto com ela e para lhe dizer olá”, explica o também designer gráfico numa empresa de sublimados têxteis.

Paixão pelo graffiti nasceu do hip hop

O viaduto da chamada ‘estrada nova’, que liga Barcelos a Viana do Castelo, transformou-se, assim, ponto de visita de familiares de Miguel Silva, que por ali passam, nos seus passeios higiénicos, para dar um “bom dia” à avó Clotilde. Já o graffiter nem precisa de sair de casa para ver a pintura da avó. “Dá para ver da minha casa este local, vejo a minha avó todos os dias da janela do corredor”, conta.

Foram dois dias e meio de trabalho, acompanhados por uma equipa que depois produziu um vídeo. “Se fosse hoje voltaria a fazê-la ainda maior”. Foi pintado por cima de outros trabalhos, dado que aquele viaduto é como a segunda casa do graffiter que ali começou a pintar há cerca de oito anos.

“Os primeiros dois anos [de experiência] nem conto muito, porque tem que se aprender, riscar, aprimorar, conhecer o spray, perceber que o spray não é igual ao papel. A partir daí foi uma evolução”, conta o artista, cuja obra foi recentemente dada conhecer em reportagem no Jornal de Barcelos.

Aquele viaduto, perto do sítio onde vive, é o seu templo. Ali fez as experimentações, foi evoluindo e, agora, “cada pintura que [ali] fizer é para ficar permanente”. “Invisto mais tempo, para ficar um local turístico, foi sempre assim que o idealizei”, aponta o graffiter que assina com a ‘tag’ Soldier.

A origem do nome artístico remonta ao universo do hip hop, que o arrastou para o graffiti.

Miguel Silva assina com o nome artístico ‘Soldier’. Foto: Paulo Jorge Magalhães / O MINHO

“Sempre fui apaixonado pela cultura hip hop, também os meus primos influenciaram-me nesse sentido. Hoje ouço qualquer tipo de música, mas o grafitti começou por aí. Agora já não me baseio só no hip hop para criar, mas em todo tipo de cultura de visual e musical. O graffiti pertence ao hip hop mas, à medida que fui amadurecendo, percebei que pertence principalmente à comunidade, a todos nós. Pertence mais à cidade do que ao artista, o artista é só o meio”, considera, apelando a que sejam dadas “mais oportunidades aos artistas”.

Os temas “I’m a soldier” de Tupac Shakur e “Like Toy Soldiers” de Eminem inspiraram Miguel Silva, que no primeiro ano assinava em português, como “Soldado”, alterando, depois, para inglês. “Inspirei-me nessa palavra e na música deles. Depois mudei para ‘Soldier’, em inglês, porque gosto mais da composição das letras”, explica.

“Polícia não me incomoda”

O ‘quartel’ de Soldier é o viaduto onde, antes da avó, já tinha desenhado o retrato do seu melhor amigo e de uma amiga. “Este túnel já não é só meu, quero que seja partilhado”, refere, dando conta de que, ali, está ajudar outros a desenvolver a arte, como antes também o ajudaram, nomeadamente integrando uma ‘crew’. Foi assim que cresceu artisticamente: “A falar com as pessoas que já pintam há mais tempo e a aprender com elas”.

A vizinhança já o conhece e gosta do seu trabalho. “A reação dos vizinhos é impecável, cinco estrelas”. E a polícia não lhe causa problemas. “Pinto aqui há muito tempo. A polícia passa, fala comigo e não me incomoda. Sempre me senti confortável, até porque não estou a incomodar ninguém”, refere Miguel Silva, notando que, porém, nada invalida que a Infraestruturas de Portugal um dia “faça manutenção e cubra tudo de betão para reforçar a ponte”.

Antes da avó, Miguel Silva já tinha desenhado o melhor amigo. Foto: Paulo Jorge Magalhães / O MINHO

Assumindo que a sua intervenção naquele local é ilegal, o graffiter não esconde que gostava de ter a oportunidade – que até agora não teve – de pintar na cidade de Barcelos “com todas as regras, legalmente”.

Nesse sentido, tem “alguns” projetos em mente, um deles consistirá em concorrer ao Orçamento Participativo da Câmara. “Não será algo em que a autarquia vá gastar muito, mas que vai ser estudada para intervir e encaixar na comunidade”, avança, sem desvendar mais pormenores.

“Barcelos tem que crescer em termos artísticos”, defende Miguel Silva, afirmando que, nesse âmbito, a cidade já “foi grande em tempos, mas agora começou a desmoronar um bocadinho e perde-se um bocado este lado de as pessoas saírem de casa só para apreciarem a cidade”.

As pinturas de Afmach, conceituado pintor da cidade, no ‘Largo dos Poetas’, é um exemplo de que essa intervenção artística na comunidade é possível e tem bons resultados. “Ainda bem que isso já é permitido e que seja o primeiro passo”, declara o graffiter, esperando não ter que esperar “tanto tempo” como aquele veterano artista para ter essa oportunidade.

Túnel tornou-se “local de culto” para a família da avó ‘Tide’. Foto: Paulo Jorge Magalhães / O MINHO

Entretanto, para o ‘seu’ túnel, tem uma ideia para ‘fechar’ a parede com um desenho de duas pessoas do sexo feminino que se estarão a tocar. Representará a amizade e “será a união do túnel” juntando-se as pinturas do amigo e da avó (“a felicidade e harmonia da família”) ao retrato da amiga no outro outro canto (onde está inscrita a palavra “saudade”). Fará também a transição de cor. “É a maior pintura que vou fazer”, revela.

Mas a “maior honra”, essa, é a homenagem à avó ‘Tide’.

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Barcelos

Já são conhecidos os temas do Festival da Canção (e há duas vozes de Barcelos)

Fábia Maia e Graciela

Fábia Maia e Graciela. Foto: DR

Há duas vozes de Barcelos a concurso no Festival da Canção 2021. Fábia Maia compôs e vai interpretar “Dia Lindo” e Graciela dá voz a “A vida sem acontecer”, uma composição de João Vieira.

Em declarações a O MINHO, Fábia Maia explicou que fez “esta música num dia triste como muitos outros nas nossas vidas”. “Acordei com estas palavras na cabeça, com a melodia nos meus ouvidos e com a saudade na minha boca. Fiz esta musica com a minha alma toda, não deixei nenhuma parte de fora”, conta.

O tema foi composto antes de ser convidada para o Festival da Canção. “Passaram dois dias e eu recebi o convite da RTP. Soube que este era o tema que eu ia levar sem pestanejar. O Dia Lindo é o amor puro e o perdão. É perceber a beleza no diferente e em tudo que existe sem julgar, sem guardar rancor. Sou eu a voltar às origens e a perceber que tudo tem o tempo Divino de ser é acontecer”, frisa a compositora, que também irá interpretar o tema.

Como O MINHO já contara, Fábia Maia dedicou-se exclusivamente à música há um ano. Sufocada por um emprego na restauração, que decidiu abandonar, saltou da cozinha para os palcos e está a preparar e gravar o lançamento de um novo E.P. É bissexual, orientação sexual que não se cansa de repetir, pois considera que “é preciso darmos a cara para a sociedade avançar”.

“Aqui estou a embarcar nesta aventura”

Com currículo firmado no circuito rock/alternativo nacional, Graciela integra bandas de relevo como Dear Telephone e White Haus, com as quais já pisou alguns dos principais palcos e festivais do país. Nos White Haus trabalha com o compositor João Vieira, natural do Porto, também conhecido como DJ Kitten e fundador dos X-Wife.

Em declarações a O MINHO, Graciela Coelho explica que já conhece e toca com João Vieira “há muitos anos e não é propriamente novidade cantar músicas dele”, mas reconhece que quando recebeu o convite ficou “muito reticente”.

“Demorei algum tempo para aceitar o convite, até. Precisei de pensar, pesar na balança. Depois disse-lhe que queria conhecer a música (por isso, a música não foi feita a pensar em mim especificamente – mas com a ideia atrás da orelha). Depois de ouvir música, quis perceber se me encaixava, ou não, e a verdade é que me fui apaixonando. E aqui estou eu a embarcar nesta aventura”, afirma.

Para Graciela, “A vida sem acontecer” é uma canção com a “assinatura do João [Vieira”, reflete muito a linguagem do trabalho dele, principalmente do seu projeto mais pessoal, White Haus, e é uma mistura de eletrónica, disco-punk e pop”.

Festival da Canção nos mesmos moldes mas sem público

A final do Festival da Canção 2021, marcada para 06 de março, irá acontecer em estúdio e sem público, ao contrário de anos anteriores, devido à pandemia da covid-19.

O modelo do concurso, organizado pela RTP, será igual a anos anteriores, com duas semifinais – nos dias 20 e 27 de fevereiro — e uma final — em 06 de março, que este ano, segundo o diretor de programas da RTP, José Fragoso, “não vai ter público, sinal do tempo”.

José Fragoso anunciou também que as três fases do concurso serão emitidas em direto na RTP1, “logo a seguir ao Telejornal”, podendo a emissão ser também acompanhada no RTP Play e na RTP Internacional.

Este ano, o Festival da Canção será disputado por 20 temas autores a competir, mais quatro do que em 2020, algo que acontece para a “comunidade artística ter oportunidade de apresentar propostas”, num momento em que “as indústrias culturais têm dado uma grande prova de resistência”.

Os intérpretes dos 20 temas que irão disputar este ano o concurso já foram revelados, com vários compositores a optarem por cantar as suas criações.

Na primeira semifinal competem: “Cheguei Aqui” (tema composto por Anne Victorino D`Almeida e interpretado por Nadine), “Dia Lindo” (composto e interpretado por Fábia Maia), “Contramão” (Filipe Melo/Sara Afonso), “Na mais profunda saudade (Hélder Moutinho/Valéria), “Mundo” (Ian), “Livros” (Irma), “Saudade” (Karetus/Karetus e Romeu Bairos), “Girassol” (Marôco), “Claro como Água” (Stereossauro/Mema.) e “Love in on my side” (Tatanka/The Black Mamba).

Na segunda semifinal irão competir: “Por um triz” (Carolina Deslandes), “I got music” (Da Chick), “Joana do Mar” (Joana Alegre), “A vida sem acontecer” (João Vieira/Graciela), “Dancing in the stars” (Neev), “Volte-Face” (Pedro da Linha/Eu.Clides), “Não vou ficar” (Pedro Gonçalves), “Jasmim” (Tainá), “Mundo Melhor” (Virgul/Ariana) e “Com um abraço” (Viviane/Ana Tereza).

Em cada semifinal serão escolhidas cinco canções para passarem à final.

Nas semifinais, o peso das votações será repartido entre os telespectadores e um júri cujos elementos foram escolhidos pela RTP.

Na final, as votações do júri serão feitas por representantes de sete regiões de Portugal Continental e ilhas.

Em caso de empate, nas semifinais prevalece a escolha do júri e, na final, a do público.

Dos 20 compositores participantes na edição deste ano, 18 foram convidados pela RTP e os outros dois (Marôco e Pedro Gonçalves) selecionados através da livre submissão de canções.

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Barcelos

Barcelos: Recém-reformado morre atropelado na passadeira em rua sem iluminação

Junta alertou EDP para falha de luz no início de dezembro

Foto: Vítor Vasconcelos / O MINHO

Gabriel Silva, antigo funcionário da Casa S. João de Deus, em Barcelos, foi atropelado mortalmente, na passada terça-feira, em Arcozelo. A via onde se deu o sinistro, Rua Pedro Álvares Cabral, está sem iluminação há quase dois meses. A Junta de Freguesia alertou a EDP para a situação, pela primeira vez, no dia 2 de dezembro, e desde então tem insistido – sem resultado.

Natural da Guarda, Gabriel Silva, de 64 anos, residia em Arcozelo, a algumas centenas do local onde foi atropelado quando faria uma caminhada. Trabalhou durante décadas na casa de saúde mental S. João de Deus. Ao que O MINHO apurou, reformara-se em julho passado. Era solteiro, sem filhos. Vai ser sepultado na freguesia de Gonçalo Bocas, na Guarda, de onde era natural.

Junta reportou falha de luz à EDP no início de dezembro

A Rua Pedro Álvares Cabral, onde se deu o acidente mortal, está sem luz há cerca de dois meses, referiu a O MINHO o presidente da Junta de Arcozelo, José Silva Monteiro.

Homem morre atropelado na passadeira em Barcelos

O autarca reportou a situação no dia 2 de dezembro. Como o problema não foi resolvido de imediato, comunicou a situação ao município. “Pedimos ajuda à Câmara para tentar resolver junto da EDP, porque tem mais força do que nós [junta]”, salienta Monteiro da Silva, que desde então já reclamou por mais duas vezes junto da empresa energética.

“De um ano a esta parte temos mais dificuldade [em resolver falhas de eletricidade], porque antes ligávamos diretamente à empresa [de reparação] e eles arranjavam aquilo num ou dois dias. Depois, a EDP passou a dizer que todas as avarias eram com eles, o que tem dificultado. Às vezes reportamos cinco ou seis vezes falhas de iluminação e eles demoram muito tempo a substituir as lâmpadas”, lamenta José Monteiro da Silva.

O autarca salienta que aquela via tem “muito trânsito” e a falta de luz, “logicamente, dificulta a vida quer aos peões, quer aos automobilistas”.

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