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Cávado

Esposende: Concerto dos D.A.M.A anima regresso às aulas

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Como forma de assinalar o regresso às aulas, a Câmara Municipal de Esposende vai promover um concerto com os D.A.M.A., no dia 13 de setembro, pelas 15h00, no Largo dos Bombeiros.

D.A.M.A., sigla para a expressão “Deixa-me Aclarar-te a Mente Amigo”, começou por ser um projeto de pop/rap, tendo vindo, progressivamente, a libertar-se de quaisquer restrições musicais, procurando sempre escrever músicas com que as pessoas se identifiquem, mas que, acima de tudo, transmitam uma mensagem muito positiva.

A banda é composta por Miguel Coimbra, Francisco M. Pereira (Kasha) e Miguel Cristovinho. O disco de estreia “Por uma Questão de Princípio” foi disco de Platina e manteve-se nos três primeiros lugares do top de vendas por 48 semanas consecutivas. As suas canções atingiram aproximadamente 23 milhões de visualizações no Youtube e “ Balada do Desajeitado”, “Luisa”, “Às Vezes” e, mais recentemente, “Não Dá” tornaram-se hinos de várias gerações fazendo do grupo uma “banda para a família”.

A sonoridade pop dos D.A.M.A é uma fusão de estilos que sintetiza o espírito dos seus três elementos e que se resume num disco descontraído, eclético mas harmonioso, com uma mensagem positiva e sempre atual, onde pop e as canções são a essência.

O concerto tem entrada livre.

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Cávado

Esposende: Militares de folga recuperam máquina avaliada em 6 mil euros

Máquina de fusão de fibra ótica furtada

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Foto: Divulgação

Dois militares do posto territorial de Esposende da Guarda Nacional Republicana (GNR) recuperaram, na sexta-feira, uma máquina de fusão de fibra ótica avaliada em 6 mil euros, que havia sido furtada naquele concelho, anunciou este domingo aquela polícia.

Apesar de se encontrarem de folga, os dois guardas receberam uma denúncia sobre o furto desta máquina e deslocaram-se ao local, conseguindo ainda localizar o suspeito, de 48 anos, e recuperar a máquina, que estava na sua posse.

O suspeito foi constituído arguido, a máquina restituída ao seu legitimo proprietário e os factos remetidos ao Tribunal Judicial de Esposende.

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Cávado

Associação alerta para “perigos” na obra do canal intercetor de Esposende

“Fossos e buracos sem qualquer sinalização colocam população e animais em risco”, diz Associação de Cidadãos de Esposende.

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"Canal sem vedação". Foto: ACE

A Associação Cidadãos de Esposende alertou, este sábado, a Câmara de Esposende para uma eventual “falta de segurança nas obras do canal intercetor”, anunciou a associação em comunicado.

“Fossos enormes, buracos sem qualquer sinalização ou proteção e entrada no local da obra que está a decorrer representam um perigo iminente para todos os que por essa zona passam”, adverte.

Deixa o alerta de que a “vedação é praticamente inexistente, deixando em aberto a passagem seja de pessoas, seja de animais”. “Se alguma criança entra num dos fossos, é impossível que consiga sair, dada a profundidade e a água acumulada”, refere.

A associação considera que é “inadmissível que numa obra com estas características e com um valor de vários milhões de euros não se coloque a segurança em primeiro lugar”.

“Uma obra que pretende salvar Esposende das inundações, como é o caso, não pode ser colocada no terreno de qualquer forma – há que assegurar todas as condições de segurança”, acrescenta.

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Barcelos

Igreja em Barcelos ergue “panteão” para receber restos mortais de D. António Barroso

Paróquia de Remelhe

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Foto: Divulgação / JF Remelhe

Os restos mortais do antigo Bispo do Porto António Barroso, declarado “venerável” e com processo de canonização “em curso”, vão ser trasladados no domingo para a igreja de Remelhe, em Barcelos, disse esta sexta-feira o arcebispo de Braga à Lusa.

Segundo Jorge Ortiga, a trasladação foi decidida depois de, em 16 de junho de 2017, ter sido publicado o decreto do Vaticano sobre as virtudes de António Barroso, confirmando que praticou, em grau heróico, as virtudes teologais da Fé, Esperança e Caridade, bem como as virtudes cardeais da Prudência, Justiça, Temperança e Fortaleza.

“No fundo, D. António Barroso foi declarado venerável e, a partir daí, entendemos que deveríamos criar as condições para que, a partir dos seus restos mortais, pudéssemos assimilar um pouco mais do seu espírito de cristão, de sacerdote e, particularmente, de missionário”, referiu.

Os restos mortais de António Barroso estão, há 92 anos, depositados numa capela-jazigo junto à entrada do cemitério paroquial de Remelhe, freguesia de onde aquele antigo Bispo do Porto era natural.

No domingo, vão ser trasladados para um “panteão” criado, expressamente para o efeito, na igreja paroquial de Remelhe.

“No cemitério, não havia grandes condições para os devotos, nomeadamente em dias de chuva. Agora, os restos mortais vão ficar num espaço nobre, com a dignidade que D. António Barroso merece e justifica”, acrescentou Jorge Ortiga.

Segundo o arcebispo de Braga, o processo de canonização de António Barroso “está em curso”, desde que foi declarado “venerável”.

Na Igreja Católica, o título canónico de “venerável” é concedido àqueles a quem postumamente seja reconhecida a prática de virtudes heróicas, sendo condição “sine qua non” para avançar o processo de beatificação.

A beatificação é a penúltima etapa para a declaração da santidade.

Para alguém se tornar beato, é necessária a comprovação de um milagre por sua intercessão, sendo esta condição necessária em caso de martírio.

No caso de António Barroso, já foi considerada a hipótese de milagre na pessoa de um homem de Vila Verde que usava óculos com 15 dioptrias e a quem os médicos diziam que não havia qualquer possibilidade de operação.

No entanto, o doente pediu a intercessão de António Barroso e insistiu em ser operado, acabando por recuperar a visão a 100%. Esta hipótese de “milagre”, no entanto, não terá sido validada pela Congregação para as Causas dos Santos.

“Há muitos sinais, muitas graças recebidas, mas que ainda não foram consideradas como milagres”, explicou Jorge Ortiga.

Agora, com a trasladação dos restos mortais de António Barroso para a igreja paroquial de Remelhe, o arcebispo de Braga admite que poderão aparecer mais pessoas a pedir graças e que “poderá acontecer um milagre”.

António Barroso nasceu em Remelhe, Barcelos, em 5 de novembro de 1854, tendo sido missionário em Angola, Moçambique e Índia. Foi depois, de 1899 a 1918, bispo no Porto.

Ficou célebre pela forma como lutou contra a perseguição feita à Igreja Católica por Afonso Costa, na sequência da implantação da República Portuguesa.

Em 1911, não acatou a ordem do governo da primeira República de Portugal e mandou ler nas igrejas a carta pastoral dos bispos. Foi chamado, julgado e “desterrado” da diocese do Porto para Cernache do Bonjardim. Cumprida a pena e regressado à diocese do Porto, em 1917 voltou a ser “desterrado”, desta vez para Remelhe.

Faleceu, “com fama de santo”, em 31 de agosto de 1918, no Porto.

A urna foi transportada, em 04 de setembro, por caminho-de-ferro, para Barcelos. Velada na Igreja Matriz, seguiu, no dia seguinte, num carro de bois, para o cemitério de Remelhe.

Em 1927, faz-se nova trasladação, sendo a urna transferida do sarcófago da família para a capela-jazigo em que ainda se encontra e de onde sairá no domingo.

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