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Cávado

Esposende arranca com obras para dar “nova centralidade” à zona das Marinhas

Obras públicas

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Foto: DR / Arquivo

A Câmara de Esposende começou a segunda fase da intervenção na Zona Central das Marinhas, “um projeto para o futuro” que quer “conferir uma nova centralidade” naquela área, representando um investimento total de mais de 800 mil euros.


A obra, anunciada pela autarquia no seu sítio da internet, abrange o Campo de S. Miguel e está enquadrada nos Planos de Ação de Regeneração Urbana (PARU), dando continuidade ao projeto iniciado na zona envolvente à Igreja Paroquial de Marinhas.

O projeto está a ser feito ao abrigo do Plano de Investimento nas Freguesias, instrumento adotado pela autarquia de Esposende para, em parceria com as juntas de freguesia, “responder aos anseios das populações”.

Esta segunda fase das obras foi adjudicada pelo valor de 531 mil euros e tem um prazo de execução de 270 dias, pretendendo prolongar os arranjos urbanísticos desde a igreja de Marinhas até ao Campo de São Miguel e criar um parque urbano, dotado de equipamentos para a prática de atividades ao ar livre que dará apoio ao albergue de peregrinos.

“Quando inaugurámos a obra da zona central de Marinhas, em maio de 2018, assinalei o lançamento de um projeto para o futuro. Agora, ao apresentarmos esta segunda fase da obra, na zona envolvente ao Campo de São Miguel, estamos a concretizar a ideia que pretende conferir uma nova centralidade à freguesia de Marinhas. Assim, vamos avançar com a reabilitação do espaço público, recuperando e expandindo o espaço verde e requalificando o Campo de S. Miguel com uma ampla zona desportiva, de lazer e de estacionamento”, explica no texto o presidente da Câmara Municipal de Esposende, Benjamim Pereira.

Estas intervenções complementam outras obras em curso na freguesia, como a requalificação da rua da Senra, no valor de 110 mil euros, e a requalificação da Escola de Pinhote, no valor de 170 mil euros, ” obras há muito reclamadas” pela população de Marinhas.

Depois da intervenção junto à Igreja, enumera o texto, “no valor de 323 mil euros, e com esta empreitada que ultrapassará o meio milhão de euros, o Município de Esposende atinge um investimento global nesta zona da freguesia superior a 800 mil euros”.

“Este é um projeto direcionado para a vivência dos cidadãos, dotando a freguesia das melhores condições para os nossos munícipes e para quem nos visita. Pretendemos criar um espaço de usufruto intergeracional. Por isso, estão contemplados equipamentos que servem, transversalmente, toda a população. Com este projeto, o município de Esposende pretende ainda contribuir para a captação turística, proporcionando as melhores condições para quem nos visita”, conclui Benjamim Pereira.

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Barcelos

Este ano já foram destruídos 278 ninhos de vespa asiática em Barcelos

Dados apurados por O MINHO junto da câmara

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Foto: Nuno Dantas

Este ano, no concelho de Barcelos, foram já destruídos 278 ninhos de vespas asiáticas. E o número deverá aumentar consideravelmente, nos próximos tempos, devido à queda de folhas das árvores que tornará mais ninhos visíveis. Segundo os dados fornecidos a O MINHO pela câmara, desde 2013, quando a vespa velutina surgiu em território nacional, já foram destruídos mais de 2.000.

Os serviços da Proteção Civil do Município de Barcelos incineraram, na passada sexta-feira, um ninho de vespas asiáticas numa zona muito movimento da freguesia de Arcozelo.

Desde o início do ano e até esse dia, 25 de setembro, a Proteção Civil neutralizou 219 ninhos. A este somam-se outros 59, conhecidos e registados pelo serviço municipal, feitos por juntas de freguesia, apicultores e pelos próprios proprietários, “numa conjugação de esforços que deve ser realçada”, realça a autarquia.

Porém, dado que estes últimos são os comunicados por juntas, apicultores, proprietários à câmara, o número total poderá ser maior.

Ninho de vespa asiática destruído em Barcelos

Na resposta enviada a O MINHO, o município acrescenta que, este ano, “houve mais 38 notificações, mas, ao fazer a devida monitorização, verificou-se que ou não eram ninhos de vespa ou, sendo, estavam totalmente desativados”.

E assinala que “o número de notificações, de acordo com o antecedente, vai aumentar, devido à queda de folhas das árvores que trarão à vista ninhos até agora dissimulados na folhagem”.

De setembro de 2013 a dezembro de 2014, foram destruídos em Barcelos 284 ninhos de vespa asiática; em 2015 foram 294.

Já em 2016 foram destruídos 328 ninhos (222 pelos serviços municipais e restantes por juntas, apicultores, proprietários); em 2017 foram 352 (285 pelos serviços municipais), 2018 foram 312 (278 pelos serviços municipais), 2019 foram 306 (277 pelos serviços municipais).

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Barcelos

Vison-americano filmado no rio Cávado em Barcelos

Biodiversidade

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Foto: DR

Um vison-americano foi filmado no rio Cávado, em Barcelos, na zona da Quinta do Brigadeiro, em Vila Frescainha S. Martinho.

Os vídeos foram filmados por Joana Sousa que os partilhou no grupo de Facebook da Barca – Associação Amigos do Cávado, que tem desenvolvido nos últimos anos diversas iniciativas de limpeza, proteção e dinamização do rio que atravessa Barcelos.

Como O MINHO noticiou, já tinham sido filmados visons-americanos no rio Selho em Guimarães e há relatos da sua presença no rio Ave e no Este, em Braga, na zona de Gualtar.

Visons-americanos filmados no rio Selho em Guimarães

O vison-americano, neovison vison, é um mamífero da família mustelidae e está relacionado com doninhas e lontras.

A moda acabou por ser a razão de ter ‘viajado’ do continente norte-americano para o europeu. “Foi introduzida na Europa para criação em quintas para o comércio de peles. No entanto, quer por fugas de animais a partir destas quintas, quer pela sua libertação deliberada e ilegal por parte dos proprietários das quintas, quando a atividade deixa de ser rentável, ou por grupos de defesa dos direitos animais, estabeleceram-se populações ferais em grande parte da Europa”, pode ler-se na tese de mestrado em Biologia da Conservação de Ana Duarte.

“Em Portugal, o vison-americano foi introduzido na década de 80, sendo provavelmente proveniente de quintas de criação localizadas na região da Galiza, existindo apenas uma quinta de criação em Portugal, na cidade de Valença do Minho”, refere o mesmo estudo, que alerta que o vison-americano “pode ainda vir a afetar negativamente as populações de rato-de-água (Arvicola sapidus) e as populações de anfíbios já de si debilitadas”.

“Atualmente, a introdução de espécies exóticas é considerada uma das principais ameaças à diversidade biológica”, sublinha a tese de Ana Duarte.

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Barcelos

Cristina Ferreira lança nova linha de vestuário. E é feita em Barcelos

Moda

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Foto: Twitter

A conhecida apresentadora e empresária Cristina Ferreira, que comprou recentemente parte das ações da Media Capital, lançou uma nova linha de vestuário feminino ‘made in’ Barcelos durante o salão têxtil Modtíssimo, que decorreu durante a última semana na Alfândega do Porto.

A parceria da empresária surge com a o grupo barcelense Valérius, através da Tricothius. São 65 peças primavera-verão da marca Cristina, desenhadas para uma mulher “forte, segura, provocadora, atrevida e sorridente”, como a apresentadora.

Esta nova coleção vai estar à venda nas lojas multimarca e na internet.

Teresa Marques Pereira, CEO da Tricothius, explica que esta parceria surgiu depois de outra marca do grupo, a Concreto, ter começado a anunciar na revista Cristina.

Em declarações ao Dinheiro Vivo, a responsável da marca esclarece que houve a oportunidade de sugerir que as malhas tricotadas das novas coleções fossem produzidas em Barcelos, na Tricothius.

“Percebemos que havia um interesse mútuo de renovação do estilo de vestuário da coleção, e daí evoluímos para um conceito mais vencedor, de um total look”, diz Teresa, que é também a responsável pelo design, produção e comercialização da marca, após aprovação da apresentadora.

“Claramente há uma satisfação com a aposta de viragem do próprio estilo da coleção, com os clientes a reagirem muito positivamente”, assegura.

O salão têxtil onde a coleção foi apresentado foi a única feira de verão na península ibérica, no seio do têxtil. Estiveram presentes cerca de quatro mil visitantes, muitos deles estrangeiros.

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