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Cávado

Esposende apoia escolas com cerca de 22 mil euros

Covid-19

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Foto: Ilustrativa / DR

A Câmara de Esposende vai atribuir 21.876 euros em apoios financeiros aos agrupamentos escolares do concelho para “comparticipar despesas decorrentes” das atividades educativas ou “materiais didático-pedagógicos”, anunciou hoje aquela autarquia.


Em comunicado, a câmara de Esposende, distrito de Braga, refere que a autarquia “tem tido a preocupação de apoiar a comunidade escolar, tentando promover a igualdade de acesso de todos os alunos a uma educação de qualidade, bem individual e coletivo ao serviço de cada um, de todos e da sociedade”.

Do montante anunciado, 12.600 euros serão canalizados para o Agrupamento António Correia de Oliveira e 9.276 euros para o Agrupamento António Rodrigues Sampaio, tendo por base o valor de 12 euros por criança/aluno.

“Constituindo a Educação Pré-Escolar e o 1.º Ciclo do Ensino Básico o início de um processo basilar de educação e formação ao longo da vida, imprescindível para responder aos desafios pessoais e sociais, e tendo em conta as inúmeras atividades desenvolvidas pelas escolas do 1.º Ciclo do Ensino Básico e Jardins de Infância da rede pública, a Câmara Municipal tem garantido a comparticipação de diversas despesas, nomeadamente nas que se reportem a atividades educativas, materiais didático-pedagógicos, entre outros”, lê-se.

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Cávado

Carro arde na EN13 em Esposende

Incêndio

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Foto: Octávio Lopes / Facebook

Um carro pegou fogo, na tarde desta terça-feira, na Estrada Nacional 13, em Apúlia, no concelho de Esposende.


Os Bombeiros Voluntários de Fão apagaram as chamas. Não há feridos a registar.

Não foi possível apurar as circunstâncias em que se deu o incêndio.

O alerta para os bombeiros foi dado às 18:15.

Os Voluntários de Fão mobilizaram para a ocorrência nove operacionais e três viaturas.

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Barcelos

Incêndio em poste de eletricidade provoca falhas de luz em Barcelos

Trovoada

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Foto: Posto Avançado de Fragoso - Bombeiros de Barcelos / Facebook

A trovoada na madrugada desta segunda-feira provocou um incêndio num poste de eletricidade, em Fragoso, Barcelos.


O incêndio, na Rua de S. Pedro, provocou falhas na rede elétrica e de fibra em muitas casas daquela freguesia.

Os Bombeiros de Barcelos, através do Posto Avançado de Fragoso, acorreram ao local com cinco operacionais e uma viatura.

“Foi comunicado à EDP que prontamente enviou uma equipa para realizar todos os procedimentos de segurança, de modo a podermos extinguir o incêndio”, referem os bombeiros na sua página de Facebook.

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Cávado

Suspeito de fabricar notas falsas em Esposende nega acusação

Justiça

em

Foto: DR / Arquivo

O alegado líder de um grupo de contrafação de notas de 50 e 10 euros, acusado de prejuízos em toda a Europa de 1,3 milhão de euros, negou hoje ao Tribunal de Coimbra a acusação do Ministério Público.


O suspeito é natural de Arcos de Valdevez e começou por produzir as notas falsificadas em Fão, Esposende.

O arguido, de 34 anos, está acusado de liderar um grupo de quatro pessoas que se dedicava à produção de notas de euro contrafeitas e à sua venda na ‘darknet’, enviando para destinos na Europa, como Montenegro, Irlanda, Alemanha, Inglaterra, França, Áustria, Luxemburgo, Bélgica ou República Checa.

Segundo o Ministério Público, o grupo liderado por este homem, natural do concelho de Arcos de Valdevez, produziu entre o início de 2017 e agosto de 2019 24.775 notas de 50 euros e 10 euros.

Fabricava notas falsas em Esposende para vender na internet

A procuradora da República salientou hoje que o arguido “emitiu notas de 50 e 10 euros falsas, com qualidade muito apurada, com material importado da China, que facilmente passavam por verdadeiras”.

“E ainda teve o requinte de emitir notas de 50 euros da série Europa, numa imitação quase perfeita”, sublinhou.

Na primeira sessão de julgamento, que decorreu hoje no auditório da Reitoria da Universidade de Coimbra, perante um tribunal de júri, o arguido disse que toda a acusação “é mentira”.

“Nunca falsifiquei moeda e nunca entrei na ‘darknet'”, frisou hoje o alegado cabecilha, que está detido preventivamente há cerca de 10 meses no estabelecimento prisional de Caxias, perante o coletivo de juízes presidido por Rui Pacheco Duarte e sete jurados.

O arguido, que está a ser julgado em processo separado dos restantes quatro elementos, por ter requerido um tribunal de júri, disse que negociava (comprava e vendia) ‘bitcoin’ através de plataformas autorizadas.

O advogado de defesa, Romão Araújo, defendeu hoje em tribunal que o réu está a ser vítima do depoimento dos outros quatro elementos, entre eles uma ex-namorada e os seus pais.

“Não existe prova física nem documental, a não ser estes testemunhos que não podem ter credibilidade, porque são parte interessada”, referiu o advogado, convicto de que o arguido é “vítima da acusação de pessoas que foram apanhadas a fabricar notas e querem salvaguardar a sua pele”.

Na manhã de hoje, foi ouvida a ex-namorada do alegado líder do grupo de contrafação de moeda, cujo relacionamento decorreu entre 2014 e 2017, que o acusou de ter iniciado o fabrico de notas falsas em 2016 e de ter colaborado voluntariamente naquela atividade.

Ao início eram fabricadas na residência da sua companheira e dos seus pais, em Fão, Esposende, bem como num anexo de uma casa que estes tinham em Valadares, Vila Nova de Gaia.

“A ideia [de contrafação] foi dele e eu alinhei”, disse a mulher de 26 anos, que foi ouvida na qualidade de testemunha, embora seja arguida em processo separado, referindo que o antigo namorado passava “muito tempo na Internet e na ‘darknet'”.

Ao tribunal, a testemunha disse que o processo de contrafação começou “de forma rudimentar, com papel normal” e com a passagem das notas em cafés de Coimbra, Leiria e Viseu, “para perceber se [a atividade] podia funcionar”.

“Com o lucro, comprou uma impressora, tintas na China e papel de algodão”, idêntico ao das notas verdadeiras, adiantou a antiga namorada, acrescentando que o início da atividade aconteceu numa anexo à casa da mãe, onde o casal chegou a residir.

Mais tarde, contou, as notas eram vendidas na ‘darknet’ através de contactos do arguido.

A produção de notas foi desenvolvida em várias zonas do país, devido ao facto do casal mudar de casa constantemente.

No dia de Natal de 2017, o arguido rumou ao Brasil e depois para a Colômbia, onde negociava ‘bitcoin’, mas, segundo a antiga namorada, continuou a controlar o negócio, que não sofreu “nenhuma perturbação” com a sua ida para a América do Sul por estar “tudo organizado”.

Já depois de o réu ter viajado, os pais da antiga namorada participaram também na contrafação, que incluiu duas séries das notas de 50 euros, juntamente com outro homem, que está também acusado de integrar o grupo.

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