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Alto Minho

Esporão compra Quinta do Ameal em Ponte de Lima

Empresa fundada por José Roquette aposta nos vinhos verdes

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Foto: Divulgação

O Esporão, com sede em Évora, no Alentejo, comprou a Quinta do Ameal, em Ponte de Lima, anunciou a empresa de vinhos, esta segunda-feira. O valor do negócio não foi revelado.


Localizada em Refóios do Lima, na margem do rio Lima, já perto da fronteira com Arcos de Valdevez, a propriedade com cerca de 30 hectares pertencia à família do enólogo Pedro Araújo, do Porto, que explorava a quinta desde os anos 1990.

Fundado em 1973 por José Roquette, ex-presidente do Sporting, e Joaquim Bandeira, o Esporão tem base no Alentejo e é uma das mais importantes empresas de vinhos em Portugal, com uma faturação de 50 milhões de euros anuais, resultante da produção de cerca de 12 milhões de litros de vinho, que exporta, com preços entre 2,50 e 150 euros, para meia centena de países.

Nos últimos anos, o Esporão já havia comprado a Quinta das Murças, no Douro, e a Sovina, marca de cerveja artesanal. Entra agora no mercado dos vinhos verdes, numa aposta na diversificação e num projeto ao qual o enólogo Pedro Araújo continuará ligado.

“Com esta aquisição, o Esporão enriquece o seu portefólio”, diz a empresa em comunicado, destacando o facto de a Quinta do Ameal ser “pioneira na afirmação da casta Loureiro”, quer nos métodos de produção orgânica, diferenciação e oferta de “um portfólio completo, onde se inclui o enoturismo”.

Imagem: Google

Nas as lojas online, os preços dos vinhos e espumantes da Quinta do Ameal variam entre 6,95 e 54 euros.

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Alto Minho

Adega de Monção recebe 744 mil euros para ajudar associados

Economia

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Foto: DR

A Adega de Monção viu a sua candidatura ao Programa VITIS, do Instituto de Financiamento da Agricultura e Pesca (IFAP) ser aceite e receberá um apoio de cerca de 744 mil euros com objetivo de reestruturação e reconversão das vinhas.

Em comunicado, é referido que o maior produtor de vinho da sub-região de Monção e Melgaço receberá um apoio de cerca de 744 mil euros para uma área de 64,6880 hectares.

O valor está dividido entre a comparticipação financeira no valor 675.857 euros e na compensação financeira de 86.575 euros e será distribuído pelos associados que demonstraram interesse neste programa.

Após terem sido avaliados em vários parâmetros, os associados da Adega de Monção estão agora sujeitos ao cumprimento de normas comunitárias e nacionais aplicáveis a ao Programa VITIS, como informa o ponto 4 do artigo 20.º da Portaria 220/2019 de 16 de julho: “Os candidatos ficam obrigados a proceder à entrega da sua produção ao representante da agrupada, pelo prazo mínimo de cinco anos após a campanha de plantação”.

“Adega de Monção sempre pronta a ajudar”

“A Adega de Monção está sempre pronta a ajudar os seus associados. Esta candidatura é importante para todos nós, para a nossa região e para todos aqueles que trabalham, diariamente, com dedicação. Este programa é, também, um estímulo para o investimento no setor agrícola”, afirma Armando Fontainha, Presidente da Adega de Monção, citado em nota de imprensa.

O Programa Vitis concede ajudas à reestruturação e reconversão das vinhas. Pode candidatar-se qualquer pessoa, singular ou coletiva, que exerça ou venha a exercer a atividade vitícola. A ajuda é fixada por hectare (ha), em função do material vegetativo utilizado, da sistematização do terreno e da densidade de plantação (n.º de plantas/ha).

Adega de Monção

A Adega de Monção foi fundada a 11 de outubro de 1958, por 25 viticultores. Está situada na sub-região de Monção e Melgaço, onde a casta de Alvarinho é melhor representada, no extremo Norte da Região Demarcada dos Vinhos Verdes.

Com 1600 associados, a Adega de Monção “alia o cuidado da seleção das uvas no momento da sua entrega, com tecnologia de ponta de vinificação e com o contacto muito próximo com os seus clientes”.

As marcas Muralhas de Monção e Alvarinho Deu la Deu são mundialmente conhecidas.

A Adega de Monção assume um papel de grande importância na economia local, com dois polos de produção que estão capacitados para armazenar 12 milhões de litros de vinho.

É reconhecida como uma das melhores Adegas Cooperativas do País e está presente tanto no mercado nacional como no internacional: Europa, África, Américas do Norte e Sul, Ásia e Oceânia.

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Caminha

Vilar de Mouros anuncia Iggy Pop e Bauhaus

Para 2021

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Iggy Pop. Foto: DR / Arquivo

O festival de Vilar de Mouros do próximo ano vai contar, no cartaz, com Iggy Pop, Bauhaus, Wolfmother e Legendary Tigerman, anunciou hoje a organização.

O norte-americano Iggy Pop, que lançou, no final do ano passado, o disco “Free”, estava confirmado para a edição de 2020 do festival, que acabou por ser cancelada devido ao impacto da pandemia de covid-19.

Os concertos dos quatro nomes hoje confirmados vão acontecer no último dia do evento, que se realizará entre 26 e 28 de agosto de 2021.

A organização recorda que os bilhetes para o festival do próximo ano já estão à venda e ressalva que, quem adquiriu ingresso para 2020, tem a sua entrada garantida no evento “no(s) respetivo(s) dia(s) da semana associados à sua compra”.

Iggy Pop, Bauhaus, Wolfmother e The Legendary Tigerman confirmados no EDP Vilar de Mouros 2021. Os quatro concertos…

Publicado por EDP Vilar de Mouros em Sexta-feira, 10 de julho de 2020

Por seu lado, quem comprou bilhete para 2020 e não pode estar presente em 2021 deverá pedir a devolução entre 13 de julho e 31 de agosto. No fim desse prazo poderá ainda solicitar um vale no valor do bilhete comprado até 30 de novembro, pelo qual pode também pedir um reembolso entre 01 de julho de 2021 e o 14.º dia útil de janeiro de 2022.

Os reagrupados Bauhaus voltam assim a Portugal, dois anos depois de se terem encontrado em palco. Em 2018, o vocalista Peter Murphy esteve em Vilar de Mouros com o cofundador David J para celebrar os 40 anos do grupo.

Os australianos Wolfmother também têm já várias passagens por Portugal no currículo, tendo lançado em 2019 “Rock’n’roll baby”, enquanto o projeto Legendary Tigerman, do músico e realizador português Paulo Furtado, lançou em 2018 “Misfit”.

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Alto Minho

Monção investe quase 700 mil euros em estrada municipal que serve 5 freguesias

Investimento público

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Foto: DR

A Câmara de Monção está a investir quase 700 mil euros na beneficiação de mais de oito quilómetros da Estrada Municipal (EM) 503 que atravessa cinco freguesias do Vale do Mouro, informou hoje a autarquia.

Em comunicado enviado às redações, a câmara do distrito de Viana do Castelo, presidida pelo social-democrata António Barbosa, adiantou que a intervenção está integrada “num conjunto de investimentos na rede viária, distribuídos pelo concelho, cujo valor global é de 1,3 milhões de euros, para aplicar em sete empreitadas, das quais cinco já estão em curso”.

A EM 503 é “uma das vias com maior tráfego automóvel no concelho e atravessa as freguesias de Ceivães, Segude, Podame, Tangil e Riba de Mouro”, com mais de quatro mil habitantes.

Prevista no plano plurianual de investimentos do município de Monção, a empreitada, adjudicada pelo valor global de 667.394,44 euros, inclui a “remodelação e beneficiação do pavimento, drenagem em toda a extensão da via, construção de valetas e bermas em betão, e limpeza de aquedutos existentes”.

“Devido à circulação intensa e à drenagem deficiente, a estrada encontra-se com o pavimento muito degradado em determinados troços, com irregularidades acentuadas e assentamentos, sendo necessário intervir antes da colocação da camada final de tapete betuminoso”, especifica a autarquia.

Segundo o município, “a valorização deste percurso do Vale do Mouro poderá resultar na concretização de novos empreendimentos ou em alguns proveitos na vertente turística, uma vez que esta zona oferece condições naturais excecionais, com lugares propícios ao lazer”.

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