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Futebol

“Esperamos erguer a Taça no sábado”

Final four da Taça da Liga

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O avançado angolano Wilson Eduardo espera chegar à conquista da Taça da Liga, onde hoje defronta o Sporting, na meia-final, em ano em que a finar four da competição se despede da cidade.

“O ano passado soubemos o que é a vivência destes dias aqui na cidade, o que isto atrai, e agora este ano esperamos que – sendo a última – possamos erguer a Taça no sábado, dia 25”, afirmou o futebolista bracarense.

Numa conversa conduzida por Alan, ex-jogador do Braga, Wilson Eduardo lembrou que em 2019 a equipa foi precisamente eliminada pelo Sporting nas meias-finais, nos penáltis, um desfecho que espera ser agora diferente.

“O ano passado tivemos a meia-final contra o mesmo adversário, acabámos por perder nos penáltis, esperemos que este ano, durante os 90 minutos, consigamos a vitória”, lembrou o jogador.

Alan lembrou ao extremo que este costuma marcar aos ‘leões’, cenário que o jogador diz não facilitar, se houver oportunidade, mas salientando que mais importante é marcar um lugar na final de sábado.

“Se não estou em erro, seis golos [marcados ao Sporting]. Espero que consiga fazer mais um, mas se conseguirmos estar na final, independentemente de quem marque, é isso que esperamos. Se puder fazer mais um, não vou facilitar”, disse.

O avançado arsenalista anteviu a competição de Braga tal como Mathieu, igualmente em declarações à Liga TV, em conversa com o ex-guarda-redes Ricardo.

“SC Braga é mais favorito do que nós, joga em casa”

Sporting e SC Braga defrontam-se hoje no Estádio Municipal de Braga, a partir das 19:45, numa meia-final com arbitragem de Nuno Almeida, do Algarve.

A outra meia-final irá opor na quarta-feira, no mesmo horário, o FC Porto ao Vitória SC.

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Desporto

Treinadores de futebol dispostos a reduzir salários mas sem “abusos”

Covid-19

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Foto: Ilustrativa / DR

Os treinadores estarão disponíveis para reduzir salários por causa da pandemia de covid-19 desde que não ponha em causa a sua “dignidade”, disse hoje o presidente da Associação Nacional de Treinadores de Futebol (ANTF) à agência Lusa.

“Ninguém pode estar otimista com este momento que vivemos, vai exigir de todos nós numa certa compreensão, e os treinadores também são portugueses e vão compreender, não podem distanciar-se da realidade do país e do resto do mundo. Haverá sempre disponibilidade para negociar [reduções de salários], desde que não haja abusos [dos clubes] que ponham em causa a dignidade dos treinadores”, referiu José Pereira.

O presidente da ANTF disse que não houve qualquer abordagem da Liga de clubes ou da Federação Portuguesa de Futebol sobre o tema, considerando que isso se deve ao facto de o momento ser de incerteza sobre o futuro das competições.

“Hoje haverá uma comunicação ao país [pelo Presidente da República sobre o eventual prolongamento do estado de emergência], teremos de aguardar o que vai ser decidido”, disse.

José Pereira lembrou que “há um contrato coletivo de trabalho, mas depois as eventuais negociações serão caso a caso, clube a clube, porque há situações muito diferentes, e aí a associação não terá qualquer papel”, a não ser que seja solicitado.

O presidente da ANTF revelou que salários em atraso são uma realidade “que existe sempre no futebol”.

“Os treinadores são mais cautelosos em relação a isso por serem líderes de um grupo de trabalho, mas já há quem esteja à espera do salário para fazer face aos seus compromissos, porque nem toda a gente ganha milhões de euros”, frisou.

E José Pereira faz mesmo a distinção nos escalões profissionais.

“Uma coisa é a I Liga, a II Liga já é diferente e outra ainda é o Campeonato de Portugal [equivalente ao terceiro escalão] e as camadas jovens em que, na maior parte das vezes, os treinadores ganham o salário mínimo [do futebol], ou seja, o equivalente a oito salários mínimos”, disse.

O novo coronavírus, responsável pela pandemia da covid-19, já infetou mais de 828 mil pessoas em todo o mundo, das quais morreram mais de 41 mil. Dos casos de infeção, pelo menos 165 mil são considerados curados.

Depois de surgir na China, em dezembro, o surto espalhou-se por todo o mundo, o que levou a Organização Mundial da Saúde (OMS) a declarar uma situação de pandemia.

Em Portugal, que está em estado de emergência desde as 00:00 de 19 de março e até às 23:59 de 02 de abril, registaram-se 187 mortes e 8.251 casos de infeções confirmadas, segundo o boletim epidemiológico divulgado hoje pela Direção-Geral da Saúde (DGS).

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Desporto

Vitória SC doa 25 mil máscaras e 5 mil kits de proteção ao Hospital de Guimarães

Covid-19

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Foto: DR / Arquivo

O Vitória SC, da I Liga portuguesa de futebol, doou 25 mil máscaras e 5 mil equipamentos de proteção individual ao Hospital Senhora da Oliveira no âmbito da pandemia da covid-19, informou hoje aquela unidade de saúde de Guimarães.

“O Vitória Sport Clube realizou um importante donativo ao hospital de Guimarães em máscaras e diverso equipamento de proteção individual para os seus profissionais: 20 mil máscaras cirúrgicas, 5 mil máscaras FFP2 e 5 mil equipamentos de proteção Individual”, lê-se no comunicado emitido hoje.

O hospital frisou ainda, na mesma nota, que o donativo é uma “mais-valia na proteção dos profissionais e dos utentes durante a fase pandémica” e elogiou a “grande disponibilidade” exibida pelo clube vitoriano para apoiar a unidade de saúde.

O Hospital Senhora da Oliveira serve, de forma direta, mais de 240 mil pessoas dos concelhos de Guimarães, Vizela, Fafe, Cabeceiras de Basto e Mondim de Basto.

A pandemia de covid-19 já infetou mais de 828 mil pessoas no mundo inteiro desde que a doença surgiu em dezembro, na China, tendo já morrido mais de 41.000 e recuperado pelo menos 165 mil.

Portugal regista hoje 187 mortes associadas à covid-19, mais 27 do que na terça-feira, e 8.251 infetados (mais 808), segundo o boletim epidemiológico divulgado pela Direção-Geral da Saúde (DGS).

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Desporto

Juve Leo recolhe e oferece bens aos hospitais de Braga, Viana e Ponte de Lima

Covid-19

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Foto: Divulgação

O núcleo de Braga da Juventude Leonina, claque afeta ao Sporting CP, angariou e distribuiu bens essenciais nos hospitais de Braga, Viana do Castelo e Ponte de Lima, anunciou a associação.

Em comunicado enviado a O MINHO, a Juve Leo Braga destaca o “pequeno mimo” repartido pelas unidades hospitalares para quem está “na linha da frente”.

Os leões destacam a fase em que vivemos, de luta “pelo bem mais precioso”, a vida humana, uma luta que, realçam, “tem sido árdua para todos mas em especial” para enfermeiros, médicos e auxiliares, relembrando que estes “podiam estar em casa como a maioria”.

“Estes profissionais predispõem-se a por a própria vida em risco, para que mais tarde, tudo não passe de uma triste lembrança”, destaca a ainda a mesma nota.

“Não há palavras para o vosso esforço, dedicação e devoção para com todos os portugueses”, acrescenta.

Sobre a oferta de bens, os responsáveis salientam que “não é muito, mas o objetivo é dar um pequeno conforto”, uma pequena ajuda para que o trabalho dos profissionais de saúde “seja um bocadinho menos difícil”.

Foram ainda colocadas faixas de apoio à classe médica em diferentes acessos ao Hospital de Braga.

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