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Braga

Esperados 25 graus em Braga este domingo (mas chuva regressa na terça-feira)

Estado do tempo

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Foto: DR / Arquivo

O distrito de Braga deverá atingir temperaturas máximas de 25 graus durante este domingo, segundo as previsões apontadas pelo Instituto Português de Mar e Atmosfera (IPMA).


As temperaturas começam a subir em velocidade a partir das 11:00 horas desta manhã, devendo atingir o pico por volta das 15:00, chegando aos 25 graus de temperatura.

Apesar do bom tempo diurno, as temperaturas caem abruptamente ao final da tarde, podendo, durante a madrugada, chegar a valores negativos em alguns pontos do distrito.

Também no distrito de Viana do Castelo as temperaturas máximas vão atingir os 24 graus em alguns concelhos, nomeadamente Ponte de Lima, Ponte da Barca, Monção e Arcos de Valdevez. Já na orla costeira do distrito do Alto Minho, as temperaturas máximas devem rondar os 20 graus.

Chuva

O mesmo instituto aponta para o regresso da chuva já nesta terça-feira, devendo dar tréguas na quarta, para regressar quinta-feira e instalar-se até à próxima semana.

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Braga

Mulher ferida em colisão na EN14 em Braga

Acidente

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Foto: Redes sociais

Uma colisão entre duas viaturas provocou um ferido ligeiro, na noite desta segunda-feira, na Estrada Nacional 14, em Celeirós, Braga, perto do Mercado Abastecedor. A vítima é uma mulher com cerca de 60 anos, que foi transportada para o Hospital de Braga.

O alerta foi dado às 20:34.

Os Bombeiros Famalicenses mobilizaram para o local cinco operacionais apoiados por duas viaturas.

A GNR registou a ocorrência.

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Braga

Arcebispo de Braga quer missas de domingo à tarde a realizarem-se sábado de manhã

Estado de emergência

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Foto: DR / Arquivo

Devido às medidas do estado de emergência, que implicam recolher obrigatório entre as 13:00 e as 05:00 ao fim de semana nos 121 concelhos de alto risco, o Arcebispo de Braga, Jorge Ortiga, aconselhou, esta segunda-feira, os párocos a passarem as missas da parte da tarde para de manhã.

“Da parte da Arquidiocese iremos cumprir as orientações governamentais. Cada pároco deverá equacionar a oportunidade de passar as eucaristias dominicais vespertinas para o sábado de manhã, a título excecional e durante este período de emergência”, refere o texto publicado na página da Arquidiocese.

“Não podemos, por isso, ter celebrações ou outras atividades depois das 13:00 de Sábado e Domingo. Para além daquilo que poderemos pensar ser melhor para este período, não queremos ser motivo de contágio direto ou indireto. Queremos ajudar a sociedade a tomar consciência de que há medidas duras necessárias para o bem comum, ainda que nem todos estejam de acordo. Não nos deixemos iludir. A situação é grave. Temos de ser parte da solução”, refere a nota do Arcebispo, avisando para “possíveis orientações” da Conferência Episcopal que, antecipa, “não serão muito diferentes destas”.

“Sabemos que a vida pastoral das nossas comunidades e da Arquidiocese tem no Sábado e Domingo uma relevância única. As manhãs do fim-de-semana, até às 13 horas, continuam a ser tempo para uma normalidade pastoral. Pelo contrário, as tardes de Sábado e Domingo não poderão ser ocupadas com atividades pastorais, sejam celebrações ou momentos de formação. Tudo deverá ser repensado a partir destas restrições que devemos cumprir, com muito custo mas com grande sentido de responsabilidade. Não podemos aceitar exceções ou interpretações subjetivas”, refere o Arcebispo, lembrando que as novas normas só não se aplicam em dois concelhos do distrito de Braga, Vieira do Minho e Terras de Bouro.

Jorge Ortiga considera que “o confinamento é um rude golpe no quotidiano das nossas comunidades”, mas pede aos fiéis para cumprirem “escrupulosamente todas as orientações das entidades da saúde”.

O confinamento parcial entrou hoje em vigor em 121 concelhos de Portugal continental, doze deles no distrito de Braga e seis no de Viana do Castelo, onde há “risco elevado de transmissão da covid-19”, aplicando-se o dever de permanência em casa, exceto para deslocações autorizadas, como compras, trabalho, ensino e atividade física.

Além de medidas específicas para estes concelhos, a resolução do Conselho de Ministros publicada em Diário da República prolonga a declaração de situação de calamidade em todo o território nacional continental até às 23:59 do dia 19 de novembro.

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Braga

Onda de assaltos no centro de Braga alarma comerciantes

PSP confirma “concentração de crimes”

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Foto: O MINHO (Arquivo)

Comerciantes do centro histórico de Braga têm sido alvo de assaltos e tentativas de assaltos, nas últimas semanas, avança a Rádio Universitária do Minho (RUM). A PSP confirma “um registo de concentração de crimes” naquela zona que “causaram forte impacto no sentimento de segurança dos comerciantes”.

De acordo com a RUM, os assaltos acontecem ao final da tarde e nem sempre em grupo. Os assaltantes entram e ameaçam o funcionário para lhe dar o dinheiro da caixa registadora, colocando-se em fuga, de seguida.

Segundo aquela rádio, já chegaram a ser exibidas uma arma branca e uma pistola.

O Comando Distrital da PSP de Braga confirmou à RUM que no espaço compreendido entre 16 de outubro e 2 de novembro, “verificou na zona envolvente ao centro histórico da cidade de Braga, um registo de concentração de crimes (na sua totalidade 6), que causaram forte impacto no sentimento de segurança dos comerciantes. Este sentimento de insegurança foi potenciado pela forma como alguns destes crimes foram cometidos”.

Contudo, a PSP garante que “esta situação não reflete a normalidade no dia-a-dia da cidade de Braga e daquela zona em particular, e vem, inclusive, contra a tendência de registo da criminalidade nesta cidade, que durante o ano, tem vindo a descer, comparativamente com o mesmo período do ano transato”.

Na resposta à RUM, o Comando Distrital da PSP considera esta onda de assaltos “fenómenos que acontecem pontualmente e não estão circunscritos a zonas pré-definidas”.

A PSP garante, ainda, que está “a efetuar a devida investigação dos casos que foram denunciados e a tomar as medidas de reforço do policiamento que possam minimizar o sentimento de insegurança dos comerciantes e da população em geral”.

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