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Espanha volta a registar mais de 11 mil novas infeções diárias

Covid-19

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Foto: DR / Arquivo

Espanha registou hoje 11.289 novos casos de covid-19, dos quais quase um terço em Madrid, elevando para 693.556 o número total de infetados até agora, segundo números divulgados pelo Ministério da Saúde espanhol.


Por outro lado, o país contabilizou mais 130 mortes com a doença nas últimas 24 horas, aumentando o total de óbitos para 31.034.

Madrid continua a ser a comunidade autónoma com o maior número de infeções, tendo registado mais 3.730 casos do que o número notificado na terça-feira.

Deram entrada nos hospitais com a doença nas últimas 24 horas 1.362 pessoas, das quais 504 em Madrid, 179 na Andaluzia e 116 na Catalunha.

Há em todo o país 10.755 pessoas hospitalizadas com a doença, que ocupam quase 10% das camas dos hospitais, e 1.436 pacientes estão em unidades de cuidados intensivos.

A área metropolitana de Madrid é desde o início do mês, assim como foi na primavera, o epicentro da pandemia em Espanha, um dos países europeus mais duramente atingidos pelo Covid-19.

O Ministro da Saúde espanhol, Salvador Illa, assegurou hoje que a segunda vaga da pandemia de covid-19 está a ser “claramente” diferente da primeira porque é “de menor intensidade” e a sua taxa de crescimento “é mais lenta”, mas também acrescentou que é preciso estar preparado para todos os cenários.

A região de Madrid, a mais atingida pela pandemia de covid-19 em Espanha, pediu hoje a ajuda dos militares na realização de testes e tarefas de desinfeção.

Também se espera que na sexta-feira o Governo da região de Madrid anuncie o alargamento das medidas de restrição em vigor em algumas zonas sanitárias da cidade a outras áreas.

A pandemia de covid-19 já provocou mais de 971 mil mortos no mundo desde dezembro do ano passado, incluindo 1.928 em Portugal.

Na Europa, o maior número de vítimas mortais regista-se no Reino Unido (41.882 mortos, mais de 409 mil casos), seguindo-se Itália (35.758 mortos, mais de 302 mil casos), França (31.338 mortos, mais de 458 mil casos) e Espanha (31.034 mortos, mais de 690 mil casos).

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Donald Trump transportado para o hospital

Covid-19

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Foto: DR

O Presidente americano Donald Trump será hospitalizado depois de ter testado positivo à covid-19. O anúncio foi feito pela Casa Branca, salientando que é uma “medida de precaução”.

Donald Trump deverá deixar hoje a Casa Branca de helicóptero para o Centro Médico Militar Nacional Walter Reed, disse fonte oficial da Casa Branca citada pela agência AP.

De acordo com a mesma fonte, a hospitalização é por precaução e Donald Trump ficará na suíte presidencial do hospital, que está equipada para permitir que o Presidente mantenha as suas funções oficiais.

Antes, o médico da Casa Branca, Sean Conley, indicou que Donald Trump está a ser tratado com anticorpos sintéticos, um tratamento experimental considerado promissor, permanecendo “cansado, mas com “bom moral”.

Os especialistas estão a examinar o Presidente norte-americano e farão recomendações para “os próximos passos”, adiantou então o médico, acrescentando que a mulher de Trump, Melania, também infetada, apresentava “uma tosse ligeira e dor de cabeça”.

Presidente dos EUA infetado com covid-19

Esta madrugada, Donald Trump escreveu na sua página pessoal da rede social Twitter que, tal como a primeira-dama, Melania, tinha testado positivo com covid-19 e que iria ficar em quarentena, num anúncio que deixou o país em alerta e está a multiplicar reações em todo o mundo.

As ações de campanha programadas de Donald Trump vão ser mantidas de forma virtual ou adiadas, anunciou hoje a equipa de campanha do candidato republicano quando faltam 32 dias para a eleição presidencial.

(notícia atualizada às 23h39)

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Presidente dos EUA infetado com covid-19

Donald Trump

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Foto: Twitter

O Presidente dos Estados Unidos anunciou hoje que o seu teste à covid-19 foi positivo, assim como o da mulher, Melania Trump.

“Melania e eu testamos positivo para a covid-19”, escreveu Donald Trump, na rede social Twitter.

“Vamos iniciar imediatamente o nosso processo de quarentena e recuperação. Iremos passar por isto juntos”, acrescentou.

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Itália regista 2.548 novos casos no último dia, o maior número desde abril

Covid-19

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Foto: DR

A Itália registou 2.548 novos casos de covid-19 nas últimas 24 horas, o maior aumento de infeções desde abril e somou ainda 24 mortes, segundo dados divulgados hoje pelo Ministério da Saúde.

Com este último aumento, o número total de contágios subiu para 317.409 desde o início da emergência sanitária, a 21 de fevereiro, e o número de óbitos subiu também para 35.918.

Para encontrar um aumento semelhante de infeções, de 2.500 num só dia, é preciso recuar até 23 de abril, quando foram confirmados 2.646 casos.

Porém, no último dia foi atingido um recorde de 118.236 exames realizados, muito mais do que o habitual.

Atualmente, existem no país 52.647 pessoas com a covid-19, embora a grande maioria permaneça isolada em casa com sintomas leves ou sem sintomas.

Ao mesmo tempo, aumentam os internados com gravidade e são já 3.388, mais 61 do que na quarta-feira, enquanto 291 pacientes, mais 11 do que no dia anterior, estão internadas em Unidades de Cuidados Intensivos.

A região mais afetada pela pandemia no país continua a ser a Lombardia, epicentro da crise desde a origem, mas o mais notável é o aumento de casos em Vêneto, com 445 num único dia e 45 mortes.

A região de Lácio, cuja capital é Roma, com 265 contágios nas últimas 24 horas, informou que “a maioria dos casos responde à violação da ordem do uso de máscara e da distância social”.

Por isso mesmo, o conselheiro regional de Saúde, Alessio D’Amato, pediu cautela nas cerimónias e festas.

A pandemia de covid-19 já provocou mais de um milhão de mortos e mais de 34 milhões de casos de infeção em todo o mundo, segundo um balanço feito pela agência francesa AFP.

A doença é transmitida por um novo coronavírus detetado no final de dezembro, em Wuhan, uma cidade do centro da China.

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