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Espanha prolonga restrições aos voos do Reino Unido, Brasil e África do Sul

Covid-19

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Foto: DR / Arquivo

Espanha prolongou até 16 de março as restrições em vigor à chegada ao país de passageiros em voos provenientes do Reino Unido, Brasil e África do Sul, devido a preocupações ligadas às variantes da covid-19.

Assim como acontece noutros países, a Espanha suspendeu a chegada de passageiros do Reino Unido no final de dezembro, exceto para nacionais ou residentes estrangeiros em Espanha e Andorra, devido à propagação da variante, mais contagiosa, detetada no Reino Unido.

A porta-voz do governo espanhol, María Jesús Montero disse hoje que é necessário “conter, na medida do possível, os contágios” ligados às variantes.

No início de fevereiro, Madrid tinha decidido limitar as chegadas do Brasil e da África do Sul, também devido às variantes da covid-19 detetadas nestes dois países.

Assim como no caso do Reino Unido, apenas os passageiros provenientes do Brasil e da África do Sul de nacionalidade ou residentes em Espanha ou Andorra podem entrar no país.

No entanto, é feita uma exceção para os passageiros em trânsito, que não estão autorizados a sair do aeroporto e não podem permanecer por mais de 24 horas.

As variantes descobertas no Reino Unido, África do Sul e Brasil são motivo de preocupação para a comunidade internacional, que se interroga, entre outras coisas, sobre o seu grau de contágio e sobre a eficácia das vacinas contra elas.

A Espanha, um dos países europeus mais afetados pela pandemia, com quase 68.000 mortos e mais de três milhões de casos de pessoas contagiadas, também impôs uma quarentena de sete a dez dias a todas as pessoas que chegam do Brasil ou da África do Sul.

A pandemia de covid-19 provocou, pelo menos, 2.474.437 mortos no mundo, resultantes de mais de 111 milhões de casos de infeção, segundo um balanço feito pela agência francesa AFP.

Em Portugal, morreram 16.086 pessoas dos 799.106 casos de infeção confirmados, de acordo com o boletim mais recente da Direção-Geral da Saúde.

A doença é transmitida por um novo coronavírus detetado no final de dezembro de 2019, em Wuhan, uma cidade do centro da China.

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