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Ave

Levado ao hospital de Braga para remover ouro ingerido durante roubo

Insólito aconteceu durante um assalto em Famalicão

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Foto: DR / Arquivo

Um homem engoliu um fio e uns brincos em ouro, roubados a uma idosa de 81 anos, durante um assalto a uma residência em Vale de S. Cosme, Vila Nova de Famalicão, este domingo de manhã, tendo posteriormente sido interceptado, identificado e transportado ao Hospital de Braga para que as peças lhe fossem retiradas do corpo.


Segundo a rádio Cidade Hoje, que conta a história, o assaltante foi surpreendido no interior da habitação pela mulher, altura em que lhe retirou brincos e fio e se colocou em fuga.

Contudo, acabou por ser localizado pelos familiares da vítima, quando se preparava para apanhar um táxi.

Após ser identificado pela polícia, chamada ao local, foi transportado ao hospital.

As peças de ouro já foram, entretanto, devolvidas à proprietária.

 

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Ave

Mau cheiro causado por pecuária em Famalicão leva PAN a questionar o governo

Fradelos

em

Foto: DR

O PAN voltou a questionar o Ministério da Agricultura sobre exploração pecuária em Fradelos, no concelho de Famalicão.

O partido já tinha levado o caso ao governo em março, contudo, refere em comunicado, “perante a aparente inoperância das entidades, a falta de resposta da tutela e as contínuas denúncias por parte dos cidadãos”, insistiu no pedido de esclarecimento sobre a situação.

“Pretendemos que a ministra Maria do Céu Albuquerque venha dar resposta ao PAN e às populações que se têm queixado nomeadamente em face dos maus odores. Queremos perceber em que condições, e se dentro da legalidade, está a funcionar esta exploração pecuária e se, como consta, a tutela aprovou o aumento da capacidade de produção da mesma, não obstante as várias queixas e denúncias”, refere Sandra Pimenta, porta-voz da Concelhia do PAN Famalicão, citada em nota de imprensa.

O PAN quer saber se a empresa procedeu ou não a medidas de mitigação dos maus cheiros que lhe foram determinadas, bem como conhecer que outras medidas de reposição da legalidade foram exigidas pela tutela com vista a mitigar o impacte ambiental e a qualidade de vida da população.

Segundo o PAN, a empresa em questão poderá incorrer num crime de desobediência, face ao incumprimento de um mandato da Inspeção-Geral da Agricultura, Mar, Ambiente e Ordenamento do Território (IGAMAOT), datado de 2018, no sentido de condenar a empresa a proceder a um conjunto de operações de limpeza, de que decorreu uma participação ao Ministério Público junto do Tribunal Judicial de Famalicão.

“Contudo e apesar do referido, a empresa continua alegadamente a operar de forma impune diariamente privando a população de abrir portas e janelas e de viver num ambiente sadio”, critica.

Segundo o PAN, para além do processo junto da IGAMAOT, têm “proliferado” as queixas junto das mais diversas entidades, como são os casos da Agência Portuguesa do Ambiente, da DRAP-N, da CCDR Norte, do SEPNA, da USP/delegado saúde pública e do presidente Câmara de Famalicão e respetivo vereador com o pelouro do Ambiente.

No caso da DRAP-N, que procedeu a uma avaliação da concentração de odores, acrescenta o partido que este organismo chegou a remeter a 4 março de 2019 uma informação ao delegado de saúde, confirmando “objetivamente a presença de odor intenso” na envolvente da pecuária, tendo, perante esta avaliação, a Autoridade de Saúde informado que “não iria dar parecer favorável à emissão da Licença de Exploração para a pecuária”.

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Ave

Jovem ameaçava a namorada em Celorico de Basto e foi detido com arma ilegal

Violência doméstica

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Foto: GNR

Um jovem de 25 anos foi detido, na terça-feira, por posse ilegal de arma, no âmbito de investigação por violência doméstica, em Ribas, no concelho de Celorico de Basto, anunciou a GNR.

Em comunicado, a força militar refere que a investigação “durava há dois meses”, tendo sido apurado “que o indivíduo ameaçava e coagia psicologicamente a sua ex-namorada de 22 anos.

No cumprimento de dois mandados de busca, um em residência e outro numa viatura, foram apreendidos uma arma de fogo, 11 cartuchos não deflagrados e 16 cartuchos deflagrados.

O suspeito foi constituído arguido.

Os factos foram remetidos ao Tribunal Judicial de Braga.

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Ave

Confessou ter matado amigo em Famalicão mais de dez anos depois

Ministério Público

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Foto: DR / Arquivo

O Ministério Público (MP) acusou um homem de, no verão de 2006 ou 2007, ter matado um amigo, em Famalicão, adiantou hoje a Procuradoria-Geral Distrital (PGD) do Porto.

Segundo a acusação, o arguido, dando conta da morte da vítima, enterrou-a no local do crime, um pinhal ermo, tendo o próprio vindo a denunciar os factos a 04 de agosto de 2018.

No verão de 2006 ou 2007, o arguido disparou com uma caçadeira contra o amigo quando este estava de costas para si e não a mais de seis metros, referiu a procuradoria.

A vítima mortal era toxicodependente e procurava, na ocasião, vender a espingarda caçadeira de dois canos sobrepostos serrados com que foi efetuado o disparo, tendo a ida para o pinhal o objetivo de a experimentar.

Por isso, o arguido está acusado pelos crimes de homicídio qualificado agravado, profanação de cadáver e detenção de arma proibida.

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