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Alto Minho

Engenheiro de 40 anos detido por tentativa de homicídio em Ponte de Lima

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DR

A Polícia Judiciária, através do Departamento de Investigação Criminal de Braga, deteve o presumível autor de um crime de homicídio, na forma tentada, praticado durante a madrugada desta quinta-feira, numa freguesia de Ponte de Lima, anunciou aquela polícia.

ATUALIZAÇÃO Tentativa de homicídio em Ponte de Lima aconteceu na freguesia de Cepões (c/vídeo)

Em nota publicada no seu site na Internet, a PJ refere que “o suspeito, munido de uma faca de cozinha terá abordado os pais enquanto estes dormiam e sem que nada o fizesse prever, atacou a sua progenitora com várias facadas”.

O presumível autor do crime é um engenheiro de 40 anos, de nacionalidade estrangeira, e estava a passar férias com os pais, estando previsto o regresso ao seu país de origem esta quinta-feira.

A vítima encontra-se internada num estabelecimento hospitalar.

O detido vai ser sujeito a interrogatório judicial.

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Viana do Castelo

60 testes no primeiro dia do centro de rastreio de Viana

Covid-19

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Centro de Rastreio Drive Thru em Viana. Foto: Divulgação / CMVC

Cerca de 60 testes foram realizados hoje no primeiro dia do centro de rastreio em regime de “Drive Thru” de Viana do Castelo, cujos resultados demoram entre 24 a 48 horas, disse o presidente da Câmara.

Contactado pela agência Lusa, José Maria Costa adiantou que centro de despiste rápido de covid-19 irá funcionar de “segunda-feira a sábado, das 09:00 às 13:00 e das 14:00 às 17:00 e terá capacidade para realizar 60 testes”.

Na capital do Alto Minho, aquela estrutura está montada no parque da Escola Superior de Saúde (ESS) em Viana do Castelo, funciona todos os dias entre às 09:00 e as 17:00, disponibilizando o diagnóstico móvel para a recolha de exames para a covid-19 a pacientes referenciados e com prescrição pelo médico de Medicina Geral e Familiar do Centro de Saúde.

O autarca socialista, que é também presidente da Comunidade Intermunicipal (CIM)do Alto Minho, adiantou que durante a semana abrirão mais dois daqueles centros, em Ponte de Lima e Valença, tal como tinha avançado, no sábado, a Unidade Local de Saúde do Alto Minho (ULSAM).

Em comunicado enviado às redações, a ULSAM realçava a “excelente colaboração” com as três autarquias, reforçando tratar-se de “excelentes exemplos de sintonia e colaboração em prol do bem comum”.

Na nota, a ULSAM explicou que a estes centros de modelo Drive Thru, “os pacientes referenciados deslocam-se dentro do seu veículo ao ponto de recolha sem entrar em contacto com outras pessoas, reduzindo assim o risco de infeção em cada colheita”.

A “realização do teste covid-19 só poderá ser feito através da prescrição pelo médico de Medicina Geral e Familiar do Centro de Saúde”, sendo que “o laboratório é informado pelo médico do caso suspeito, sendo o doente agendado pelo laboratório que após receber SMS se dirige ao centro “Drive Thru”.

“O doente desloca-se até ao ponto de recolha, de acordo com as orientações do laboratório. Os resultados do exame serão depois enviados diretamente ao doente, ao médico e às autoridades de saúde pública”, especifica.

A ULSAM é constituída por dois hospitais: o de Santa Luzia, em Viana do Castelo, e o Conde de Bertiandos, em Ponte de Lima. Integra ainda 12 centros de saúde, uma unidade de saúde pública e duas de convalescença, e serve uma população residente superior a 244 mil pessoas, contando com 2.500 profissionais, entre os quais 501 médicos e 892 enfermeiros.

Também hoje, a Câmara de Viana do Castelo iniciou a distribuição de cinco mil máscaras P1 e cinco mil pares de luvas às Instituições Particulares de Solidariedade Social (IPSS).

A “primeira de várias distribuições já previstas” deverá terminar na terça-feira.

“Esta distribuição faz parte de um conjunto de iniciativas de apoio a instituições, que integram as medidas de mitigação do município, que prevê também um apoio excecional a IPSS do concelho para auxílios diversos no âmbito social e aquisição de equipamentos de proteção individual ou outros”, explicou a autarquia numa nota, hoje, enviada à imprensa.

Na semana passada a autarquia aprovou, por unanimidade, um orçamento destinado à proteção civil, coesão social, apoio a freguesias e ação social escolar de cerca de meio milhão de euros para dar resposta às necessidades de assistência aos vianenses durante a pandemia de covid-19.

O novo coronavírus, responsável pela pandemia da covid-19, já infetou mais de 727 mil pessoas em todo o mundo, das quais morreram perto de 35 mil.

Dos casos de infeção, pelo menos 142.300 são considerados curados.

Depois de surgir na China, em dezembro, o surto espalhou-se por todo o mundo, o que levou a Organização Mundial da Saúde (OMS) a declarar uma situação de pandemia.

O continente europeu, com mais de 396 mil infetados e perto de 25 mil mortos, é aquele onde se regista atualmente o maior número de casos, e a Itália é o país do mundo com mais vítimas mortais, com 10.779 mortos em 97.689 casos confirmados até domingo.

Em Portugal, segundo o balanço feito hoje pela Direção-Geral da Saúde, registaram-se 140 mortes, mais 21 do que na véspera (+17,6%), e 6.408 casos de infeções confirmadas, o que representa um aumento de 446 em relação a domingo (+7,5%).

Dos infetados, 571 estão internados, 164 dos quais em unidades de cuidados intensivos, e há 43 doentes que já recuperaram.

Portugal, onde os primeiros casos confirmados foram registados no dia 02 de março, encontra-se em estado de emergência desde as 00:00 de 19 de março e até às 23:59 de 02 de abril.

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Viana do Castelo

Viana: Moradores do prédio Coutinho em casa para se protegerem

Covid-19

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Foto: Paulo Jorge Magalhães / O MINHO (Arquivo)

Os últimos moradores no prédio Coutinho não saem de casa para se “protegerem” e puderam continuar a “contactar uns com os outros” sem propagar a pandemia de Covid-19, disse hoje uma das habitantes no edifício.

“Entre nós fizemos um pacto de ninguém sair, ou sair o menos possível para não pormos em risco a saúde uns dos outros e assim podermos estar em contacto e dar apoio uns aos outros. Estamos todos bem”, afirmou hoje à agência Lusa, Maria José da Ponte.

A moradora no apartamento do sétimo andar direito, do bloco nascente, disse tratar-se de uma “opção” tomada pelos últimos nove moradores no edifício de 13 andares, maioritariamente “pessoas com bastante idade e algumas em situações de saúde de risco elevado “, explicando que as compras do que necessitam lhes são entregues “à porta de casa”.

No dia 24 de junho de 2019, a VianaPolis iniciou o despejo de seis frações habitadas por nove moradores, na sequência de uma decisão do Tribunal Administrativo e Fiscal de Braga (TAFB) que declarou improcedente a providência cautelar movida em março de 2018.

No entanto, aqueles moradores recusaram sair. A sociedade que gere o programa Polis de Viana do Castelo determinou que quem saísse do prédio não era autorizado a regressar, cortou a eletricidade, o gás e a água de todas as frações do prédio, impediu a entrada de outras pessoas e de bens, bem como avançou com a “desconstrução” do edifício.

O impasse terminou no dia 01 de julho, data em que o Tribunal Administrativo e Fiscal (TAF) de Braga aceitou uma providência cautelar movida pelos últimos moradores do prédio. Foram suspensos os despejos, a desconstrução do edifício e restabelecidos os serviços de água, luz e gás.

“No prédio estão os mesmos moradores que estavam em junho de 2019 e, estamos todos bem. A situação que vivemos no passado acabou por ser um treino. Isto é uma repetição mas, claro que em condições que não se comparam às do ano passado. Temos tudo ao nosso alcance. Não estamos privados de água, luz e alimentos. Podemos comunicar com o exterior, como qualquer família dentro de sua casa na situação em que o país, atualmente se encontra”, explicou.

A economista de 55 anos, que está em teletrabalho, vai ocupando parte dos dias de confinamento social por causa do surto do novo coronavírus, com “os cursos de formação ‘online’ que ministra para uma empresa de Espanha”, de onde é natural e onde tem a família.

“Estou muito preocupada porque a família está Espanha. Tenho primos, que têm um apartamento no prédio, que são médicos e que estão na primeira linha deste combate. Tenho a minha irmã e o meu pai. Ligo todos os dias para saber como estão”, explicou.

No bloco nascente do edifício onde vive Maria José da Ponte, reside mais um casal de antigos emigrantes em França.

“Quase todos os dias jantamos juntos, tal como aconteceu o ano passado. Conversamos e vemos as notícias”, explicou.

No bloco poente, estão os outros seis moradores com os quais mantém contacto diário.

“Falamos todos os dias, mantemo-nos em contacto e estamos todos bem”, reforçou.

O edifício Jardim, localmente conhecido como prédio Coutinho, tem desconstrução prevista desde 2000, ao abrigo do programa Polis, mas a batalha judicial iniciada desde então pelos moradores tem vindo a travar o processo.

Em fevereiro, o Tribunal Central Administrativo (TCA) Norte anulou a decisão proferida, em primeira instância, pelo Tribunal Administrativo e Fiscal de Braga (TAFB) quanto à ação de impugnação da Declaração de Utilidade Pública (DUP) que os moradores interpuseram, e mandou repetir todo o procedimento”.

A DUP foi publicada em Diário da República em agosto de 2005, requerendo, com caráter de urgência, a expropriação das frações, com vista à demolição do prédio situado no coração da cidade.

Na altura, a VianaPolis indicou que a sentença do TCA Norte relativa à DUP do prédio Coutinho “não suspende, de forma alguma” o documento “nem o andamento dos restantes processos”.

A sociedade VianaPolis é detida a 60% pelos ministérios do Ambiente e das Finanças e 40% pela Câmara de Viana do Castelo.

O novo coronavírus, responsável pela pandemia da covid-19, já infetou mais de 727 mil pessoas em todo o mundo, das quais morreram perto de 35 mil.

Dos casos de infeção, pelo menos 142.300 são considerados curados.

Depois de surgir na China, em dezembro, o surto espalhou-se por todo o mundo, o que levou a Organização Mundial da Saúde (OMS) a declarar uma situação de pandemia.

Em Portugal, segundo o balanço feito hoje pela Direção-Geral da Saúde, registaram-se 140 mortes, mais 21 do que na véspera (+17,6%), e 6.408 casos de infeções confirmadas, o que representa um aumento de 446 em relação a domingo (+7,5%).

Dos infetados, 571 estão internados, 164 dos quais em unidades de cuidados intensivos, e há 43 doentes que já recuperaram.

Portugal, onde os primeiros casos confirmados foram registados no dia 02 de março, encontra-se em estado de emergência desde as 00:00 de 19 de março e até às 23:59 de 02 de abril.

Além disso, o Governo declarou no dia 17 o estado de calamidade pública para o concelho de Ovar.

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Viana do Castelo

Centro de rastreio ‘drive thru’ de Viana já está em funcionamento

Covid-19

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Centro de Rastreio Drive Thru em Viana. Foto: Divulgação / CMVC

Entrou esta segunda-feira em funcionamento o centro de rastreio à doença Covid-19, em modo drive thru, em Viana do Castelo.

Centro de Rastreio Drive Thru em Viana. Foto: Divulgação / CMVC

Instalado junto à Escola Superior de Saúde do Instituto Politécnico de Viana do Castelo, este centro é semelhante ao já instalado no concelho de Braga, na passada semana, e permite efetuar testes de despistagem à doença sem ter que sair do automóvel.

Centro de Rastreio Drive Thru em Viana. Foto: Divulgação / CMVC

Centro de Rastreio Drive Thru em Viana. Foto: Divulgação / CMVC

Centro de Rastreio Drive Thru em Viana. Foto: Divulgação / CMVC

Centro de Rastreio Drive Thru em Viana. Foto: Divulgação / CMVC

Para efetuar este teste, apenas são aceites cidadãos referenciados para o mesmo, através das Saúde24 ou das autoridades sanitárias do Norte.

36 casos confirmados em Viana. 505 no Minho

O boletim epidemiológico da Direção-Geral de Saúde desta segunda-feira vem com os números aproximados daquilo que são os casos fidedignos de infeções por Covid-19 discriminados por concelho.

Os números correspondem aos dados recolhidos até as 00:00 de segunda-feira e podem comportar apenas cerca de 75% dos casos reais. Em todo o Minho, estão confirmados 505 casos de infeção.

Braga, com 213 casos confirmados, Guimarães com 75 e Famalicão com 71 são os concelhos da região mais atingidos pela pandemia.

Fonte: DGS

Segue-se o concelho de Viana do Castelo com 36, Barcelos com 35, Vila Verde com 15, Póvoa de Lanhoso com 12, Arcos de Valdevez e Amares com 9 e Esposende com 8, Fafe com 6, Vizela e Ponte de Lima com 5. Caminha regista 3 (menos dois que ontem). Vieira do Minho entra pela primeira vez na lista, com 3 casos confirmados.

Os restantes concelhos minhotos registam menos de 3 casos, alguns ainda sem infetados, e não constam no relatório por “motivos de confidencialidade”.

140 mortos e 6.408 infetados em todo o país

Portugal regista hoje 140 mortes associadas à covid-19, mais 21 do que no domingo, e 6.408 infetados (mais 446), segundo o boletim epidemiológico divulgado pela Direção-Geral da Saúde (DGS).

Fonte: DGS

O relatório da situação epidemiológica em Portugal, com dados atualizados até às 00:00 de segunda-feira, indica que a região Norte é a que regista o maior número de mortes (74), seguida da região Centro (34), da região de Lisboa e Vale do Tejo, com 30 óbitos, e do Algarve, que hoje regista dois mortos.

Relativamente a domingo, em que se registavam 119 mortes, hoje observou-se um aumento de 17,6% (mais 21).

De acordo com dados da DGS, há 6.408 casos confirmados, mais 446 (um aumento de 7,48%), face a domingo.

Das 140 mortes registadas, 85 tinham mais de 80 anos, 31 tinham idades entre os 70 e os 79 anos, 16 entre os 60 e os 69 anos, seis entre os 50 e os 59 anos e dois óbitos entre os 40 aos 49 anos.

Os dados da DGS, que se referem a 75% dos casos confirmados, precisam que o Porto é o concelho que regista o maior número de casos de infeção pelo coronavírus SARSCov2 (941), seguida de Lisboa (633 casos), Vila Nova de Gaia (344), Maia (313, Matosinhos (295), Gondomar (276) e Ovar (241).

Desde o dia 01 de janeiro, registaram-se 44.206 casos suspeitos, dos quais 4.845 aguardam resultado das análises.

O boletim epidemiológico indica também que há 32.953 casos em que o resultado dos testes foi negativo e que 43 doentes recuperaram.

Das 6.408 pessoas infetadas pelo novo coronavírus (SARS-CoV-2), a grande maioria (5.837) está a recuperar em casa, 571 (mais 85, +17,4%) estão internadas, 164 (mais 26, +18,8%) dos quais em Unidades de Cuidados Intensivos.

A região Norte continua a registar o maior número de infeções, totalizando 3.801, seguida da região de Lisboa e Vale do Tejo, com 1.577 casos, da região Centro (784), do Algarve (116) e do Alentejo, que hoje apresenta 45 casos.

Há ainda 41 pessoas infetadas com covid-19 nos Açores e 44 na Madeira.

A DGS regista ainda 11.482 contactos em vigilância pelas autoridades (menos 6.303).

A faixa etária mais afetada é a dos 40 aos 49 anos (1.210), seguida dos 50 aos 59 anos (1.150), dos 30 aos 39 anos (965) e dos 60 aos 69 anos (901).

Há ainda 71 casos de crianças com idades até aos nove anos, 149 de jovens com idades entre os 10 e os 19 anos e 637 com idades entre os 20 e os 29 anos.

Os dados indicam também que há 668 casos de pessoas com idades entre os 70 e os 79 anos e 657 com mais de 80 anos.

Segundo o relatório da DGS, 128 casos resultam da importação do vírus de Espanha, 93 de França, 41 do Reino Unido, 28 de Itália, 24 da Suíça, 21 dos Emirados Árabes Unidos, 13 de Andorra, 10 do Brasil, oito Países Baixos, sete da Alemanha, seis da Bélgica, cinco da Argentina, cinco dos EUA, quatro da Áustria, quatro em Cabo Verde e quatro no Canadá.

O boletim dá ainda conta de três casos importados da Índia e outros três de Israel e dois casos do Egito, dois da Irlanda e outros dois da Jamaica.

Foram ainda importados um caso da Áustria/Alemanha, Austrália, Chile, Cuba, Dinamarca, Indonésia, Irão, Luxemburgo, Malta, Maldivas, Noruega, Paquistão, Polónia, Qatar, República Checa, Tailândia, Venezuela e Ucrânia.

Segundo a DGS, 61% dos doentes positivos ao novo coronavírus apresentam como sintomas tosse, 51% febre, 35% dores musculares, 29% cefaleias, 24% fraqueza generalizada e 19% dificuldade respiratória. Esta informação refere-se a 79% dos casos.

A covid-19, causada pelo novo coronavírus SARS-CoV-2, é uma infeção respiratória aguda que pode desencadear uma pneumonia.

Portugal, onde o primeiro caso foi confirmado a 02 de março e que está em estado de emergência até quinta-feira, entrou já na terceira e mais grave fase de resposta à doença (Fase de Mitigação), ativada quando há transmissão local, em ambiente fechado, e/ou transmissão comunitária.

Detetado em dezembro de 2019, na China, o novo coronavírus já infetou mais de 727 mil pessoas em todo o mundo, das quais morreram perto de 35 mil.

Dos casos de infeção, pelo menos 142.300 são considerados curados.

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