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Braga

Empresas “embaixadoras” de Braga doaram mais de 250 mil euros ao hospital da cidade

Covid-19

em

Foto: DR / Arquivo

Dezasseis empresas pertencentes ao grupo de Embaixadores Empresariais de Braga doaram mais de 250 mil euros em meios materiais e financeiros ao hospital público daquela cidade, para ajudar a combater a pandemia de covid-19, anunciou hoje o município.


Em comunicado, o município sublinha que a “generosidade” evidenciada pelas instituições tem sido fundamental para a concretização de várias respostas à população neste tempo de crise.

“Braga está, novamente, a destacar-se como um território com empresas de qualidade e inovadoras, que colocam a sua responsabilidade social no topo das prioridades”, destacou o presidente da Câmara.

Citado no comunicado, Ricardo Rio sublinhou o “espírito de comunidade e de trabalho” que norteou as doações.

Para o autarca, a ação de solidariedade dos Embaixadores Empresariais reflete a “cultura de responsabilidade social e o aprofundar de relações entre as entidades públicas e os agentes privados que tem sido dinamizada pelo município”.

O grupo dos Embaixadores Empresariais de Braga é composto por representantes de diversas empresas de referência do concelho.

Esta parceria, promovida pelo município e pela InvestBraga, desde 2014, tem como principais objetivos a divulgação além-fronteiras dos fatores de atratividade económica de Braga e o incentivo e dinamização da economia local.

“Ao longo dos anos, o trabalho em rede destes embaixadores, que agora se reflete também na vertente solidária, tem permitido encontrar soluções para captar investimento e talento para Braga, assim como para colmatar as necessidades de recursos humanos qualificados e especializados nas empresas de todo o concelho”, refere ainda o comunicado.

No total, atualmente são 28 os Embaixadores Empresariais de Braga, representando 26 grupos e 345 empresas, o que equivale a mais de 20.370 mil postos de trabalho, um volume de faturação superior a 3,7 mil milhões de euros e um volume de exportações que ultrapassa os 2,1 mil milhões de euros.

A nível global, segundo um balanço da agência de notícias AFP, a pandemia de covid-19 já provocou mais de 215 mil mortos e infetou mais de três milhões de pessoas em 193 países e territórios.

Mais de 840 mil doentes foram considerados curados.

Em Portugal, morreram 948 pessoas das 24.322 confirmadas como infetadas, e há 1.389 casos recuperados, de acordo com a Direção-Geral da Saúde.

A doença é transmitida por um novo coronavírus detetado no final de dezembro, em Wuhan, uma cidade do centro da China.

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Braga

Casal ferido após colisão com capotamento em Braga

Acidente

em

Foto: Paulo Jorge Magalhães / O MINHO

Um homem e uma mulher sofreram ferimentos na sequência de uma colisão entre duas viaturas, ao início da tarde deste domingo, em Palmeira, concelho de Braga.

Pelo que foi possível apurar, a colisão deu-se na Avenida do Cávado, junto ao posto de combustível da Cepsa, em Palmeira.

Foto: Paulo Jorge Magalhães / O MINHO

Para o local foram acionados os Bombeiros Sapadores de Braga com quatro viaturas, assim como a VMER de Braga e a GNR.

Uma das viaturas acabou por capotar, levando a que uma das vítimas ficasse encarcerada.

Numa primeira avaliação da equipa médica da VMER, os ferimentos foram considerados ligeiros.

A GNR registou a ocorrência.

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Braga

‘Top model’ Sara Sampaio rendida às cascatas do Gerês

Turismo

em

Foto: Facebook de Sara Sampaio

A super modelo portuguesa Sara Sampaio esteve por estes dias à ‘redescoberta’ de Portugal em período de férias, passando pela zona do Gerês, mais precisamente nas cascatas da Várzea, mais conhecidas como Tahiti.

Em linha do que tem acontecido ao longo destes meses de férias, o recanto minhoto tem sido bastante procurado pelos famosos de Portugal, como foi o caso dos humoristas Eduardo Madeira e Nilton, das apresentadores Rita Pereira e Cristina Ferreira, do jornalista Daniel Oliveira e do futebolista Adrien Silva.

angel da Victória’s Secret fez-se acompanhar por uma amiga portuguesa e por uma colega modelo internacional durante alguns dias que se dividiram pela zona Norte, com passagens por Vila Real e pela zona do Douro.

Com mais de 7,5 milhões de seguidores na rede social Instagram, a modelo portuguesa é uma das mais reconhecidas a nível internacional e uma das personalidades portuguesas mais seguidas nas redes sociais, a par de Cristiano Ronaldo.

De acordo com Rita Marques, secretária de Estado do Turismo, a região do Minho e Trás-os-montes tem registado um aumento da procura de turismo da natureza, cm contra-ciclo com a procura nas grades cidades de Porto e Lisboa e ainda das ilhas e do Algarve.

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Braga

Explosivo de Beirute era para empresa da Póvoa de Lanhoso

Nitrato de amónio

em

Foto: DR / Nicolas Tawk

As 2.750 toneladas de nitrato de amónio que explodiram, na passada terça-feira, no porto de Beirute destinavam-se à Fábrica de Explosivos de Moçambique (FEM), que é propriedade da empresa portuguesa Moura & Silva, da Póvoa de Lanhoso.

A notícia é avançada, este sábado, pelo jornal Público, a quem um porta-voz da empresa garante, no entanto, que aquela carga ainda não era sua – foi feita a encomenda, mas apenas seria paga quando chegasse ao seu destino, a cidade da Beira, no Norte de Moçambique.

“Esta foi uma encomenda normal, de uma matéria que a empresa utiliza na sua atividade comercial, cumprindo sempre de forma escrupulosa todos os requisitos legais e melhores práticas internacionais”, assegurou.

Segundo o Público, o nitrato de amónio apreendido na capital libanesa poderia ter como finalidade, provavelmente, ser usado nas minas do Norte de Moçambique.

Os químicos que provocaram a explosão no porto de Beirute chegaram à capital libanesa há sete anos, a bordo de um navio de carga alugado pela Rússia e nunca deviam ter parado naquele local.

Em 2013, o navio “Rhosus”, com bandeira da Moldávia e proveniente da Geórgia, fez uma escala não planeada em Beirute, a caminho de Moçambique.

O dono do navio ordenou uma paragem não planeada para receber carga adicional. Mas o navio acabou por não sair de Beirute, envolvido numa disputa legal sobre taxas portuárias.

Como ninguém a reclamou e o dono do navio foi acusado de abandono, a carga acabou por ser descarregada e colocada num armazém do porto de Beirute, onde esteve até terça-feira.

As explosões fizeram pelo menos 154 mortos, número que poderá ainda aumentar, tendo em conta as pessoas que continuam desaparecidas. Há cerca de 5 mil feridos.

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