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Braga

Empresários dos carrosséis no São João de Braga queixam-se de “falhas de segurança”

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Foto: DR

Os empresários dos carrosséis instalados em Braga para o São João apontaram esta quarta-feira “falhas graves de segurança” no acesso às diversões e acusam a InvestBraga, que gere o espaço, de “cobardia” e de não respeitar “quem pagou para trabalhar”.

Os divertimentos estão instalados no parque de estacionamento do Forum Braga, antigo Parque de Exposições, cuja administração está a cargo daquela empresa municipal de dinamização económica.

“Pagamos para estar aqui, pagamos porque tivemos a garantia de que os acessos iam ser garantidos, que se iria fazer como se faz há décadas. No dia em que instalamos os divertimentos, fecharam os portões do parque e disseram-nos que o acesso ia ser feito por um espaço com cinco metros de largura e pela ecovia (situada na margem do rio Este e que contorna o recinto)”, explicou à Lusa um dos empresários, Hélio Amaral.

Os empresários amarraram, ao início da tarde de hoje, fitas de segurança dos seus camiões ao portão de acesso do recinto e ameaçam ” deitar tudo abaixo”.

Para aqueles profissionais “está em causa a segurança” de quem se deslocar à zona de diversões” que “atrai milhares de pessoas por noite”.

“Não queremos que o São João de 2018 seja lembrado como o ano em que morreu alguém. Já devíamos estar a trabalhar desde dia 09, estamos a perder dinheiro. Tiraram-nos os acessos aos quartos de banho e há problemas de eletricidade. Nunca nos aconteceu isto aqui”, reclamam os empresários.

Segundo explicou Hélio Amaral, “a InvestBraga tem-se recusado” a receber os empresários. “Não dão a cara, é uma cobardia e um desrespeito por quem pagou para trabalhar”, apontou.

A Lusa tentou entrar em contacto com a InvestBraga, o que não foi possível até ao momento.

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Braga

Proteção Civil proibiu parque de estacionamento no Estádio Municipal de Braga

Que serve a direção, jogadores, equipa técnica, funcionários e convidados.

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Foto: DR/Arquivo

A Câmara e o SC Braga entregaram à Autoridade Nacional da Proteção Civil (ANPC) um projeto de obras a realizar no piso substerrâneo do estádio municipal de modo a que este possa continuar como parque de estacionamento, que serve a direção, jogadores, equipa técnica, funcionários e convidados.

A ANPC proibiu, recentemente, por razões de segurança, a utilização do parque de estacionamento do estádio municipal, o que levou o clube a elaborar um projeto de obras.

Ontem, no final da reunião de Câmara, Ricardo Rio, revelou que a Proteção Civil ordenou o fecho do parque, invocando razões várias de segurança, nomeadamente a ausência de saídas de emergência, vulgo «escapatórias», para pessoas e veículos em caso de incêndio, de outro sinistro ou desastre natural.

Rio disse, ainda, que, a ANPC havia já exigido, há cerca de três anos, que a Câmara tomasse algumas medidas provisórias de reforço da segurança, com realce para a colocação no espaço, em dias de jogos de futebol, de uma equipa de bombeiros municipais. O que tem acontecido. Pediu, também, a realização de várias obras de adaptação, cujo caderno de encargos iria até aos 350 mil euros. Depois disso, e numa nova vistoria concluiu que as melhorias que pedira não foram feitas, ordenou o encerramento. Face ao custo elevado dos arranjos, o clube elaborou um projeto arquitetónico para o local, com um custo inferior a 100 mil euros, e que pretende responder às imposições da Proteção Civil.

O assunto foi levantado na reunião de Câmara pela vereadora socialista Liliana Pereira, que se mostrou preocupada com o facto e pediu esclarecimentos. Ricardo Rio sublinhou que, o projeto do estádio – projetado pelo arquiteto Souto Moura e construído para o campeonato de futebol Euro/2004 – , não previa que o local fosse aproveitado para estacionamento, o que veio a suceder, sem que o licenciamento tivesse sido feito. Ao lado do estacionamento, estão várias estruturas do clube, nomeadamente balneários, sala de imprensa, gabinetes de diretores e funcionários e museu.

Salientou que ainda não está determinado quem pagará os custos da operação, se o Município se o clube bracarense: “a estrutura é camarária, vamos analisar o assunto”, disse.

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Braga

“Bando” internacional condenado a pena de prisão em Braga

Os seis estão em prisão preventiva e assim vão continuar, até ao trânsito em julgado da sentença.

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Foto: DR / Arquivo

O Tribunal de Braga condenou hoje a penas de prisão os seis arguidos estrangeiros de “um bando” acusado de assaltar residências naquele concelho, em Famalicão e, também, em Oliveira de Azeméis, no distrito de Aveiro, em dezembro de 2017.

Os arguidos foram condenados a cinco anos e dez meses de prisão por três crimes de furto qualificado, um dos quais na forma tentada.

Estavam ainda acusados, pelo Ministério Público, de associação criminosa, mas o tribunal não deu este crime como provado, considerando que os arguidos “apenas formavam um bando”.

Segundo o coletivo de juízes, os arguidos revelaram “um nível organizacional com algum relevo”, com divisão de tarefas, e uma “logística sofisticada”, nomeadamente em relação à eliminação de vestígios.

Os arguidos limpariam os apartamentos que arrendavam em Portugal antes se irem embora, coisa que, como sublinhou o tribunal, “nenhum turista faz”.

No entanto, o tribunal considerou que isto não é o suficiente para dar como provada a associação criminosa.

O tribunal deu ainda como provado que os arguidos atuavam sobretudo por alturas de quadras festivas, como o Natal, aproveitando o facto de as pessoas deixarem as suas habitações e rumarem às aldeias, para festejarem com a família.

Segundo o tribunal, o grupo faz parte de uma organização internacional para crimes como património e instalou-se, em 2017, nos arredores de Matosinhos, “apenas e só para roubar”.

Os arguidos têm entre 25 e 44 anos, sendo dois deles pai e filho.

Viriam desde 2009 a Portugal, arrendando apartamentos para permanências de curta duração.

Em novembro de 2017, alugaram um apartamento na Senhora da Hora, em Matosinhos, e um automóvel, tendo também adquirido ferramentas de corte, como rebarbadoras, além de luvas e gorros.

O primeiro assalto julgado no processo que hoje foi sentenciado ocorreu em 15 de dezembro, em Nogueira, Braga, de onde levaram peças num valor superior a 95 mil euros.

No dia seguinte, assaltaram uma residência em Oliveira de Azeméis, num furto que lhes rendeu mais de 34 mil euros.

No dia 17, tentaram assaltar uma residência em Ribeirão, Famalicão, mas foram surpreendidos pela dona e acabaram por ser apanhados pela Polícia Judiciária.

Um deles tinha dois mandados de detenção por furtos praticados em Gandra, concelho de Valença, e em Viana do Castelo.

Outro já tinha sido condenado pelo mesmo crime, praticado em Carreço, Viana do Castelo.

Os seis estão em prisão preventiva e assim vão continuar, até ao trânsito em julgado da sentença.

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Braga

Câmara aprovou mais 1,5 milhões para Altice FORUM Braga. Oposição critica má gestão

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Foto: Sérgio Fretias / CM Braga

A Câmara de Braga aprovou, hoje, com os votos da maioria PSD/CDS e a posição contrária da oposição, PS e CDU, o pagamento de cerca de 1,5 milhões de euros de trabalhos a mais na empreitada de requalificação do antigo Parque de Exposições, agora denominado Altice FORUM Braga.

A oposição, pela voz do socialista Artur Feio e do comunista Carlos Almeida considerou “inaceitável” tal aumento de custos, que é, disseram “prova de má gestão”. O vereador do PS ironizou com a situação, dizendo que “ainda bem que esta Câmara não faz muitas obras, porque, se as fizesse, seria um descalabro financeiro”.

Em sua opinião, a derrapagem no custo, demonstra incapacidade de planeamento, e de gestão de projetos, já que – vincou – não faz sentido que não se tenham previsto as redes de água e outras obras como a do Grande Auditório.

Para Carlos Almeida, o aumento de 1,5 milhões, num projeto inicial de oito milhões e que já derrapagem “é inaceitável” , distorcendo as regras da concorrência: “não se compreende que o projeto tenha sido tão mal concebido”.

Confrontado com as críticas, Ricardo Rio disse a O MINHO que o aumento de custos se prende com três fatores: o facto de o primeiro concorrente, se ter furtado a fazer a obra, a decisão política tomada pela Câmara de mudar e melhorar completamente o Grande Auditório – com os consequentes trabalhos e materiais a mais -, e, ainda, o facto de ter sido preciso corrigir aspetos técnicos e falhas, quando a empreitada estava em fase de conclusão.

“Não houve má gestão, são vicissitudes próprias destas grandes obras”, vincou.

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