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Braga

Empresários do Minho satisfeitos com medidas do Governo que visam relações diplomáticas

Economia

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Foto: DR

A Associação Empresarial do Minho (AEMinho) manifestou-se “satisfeita” com as medidas do Governo que visam facilitar o acesso de cidadãos estrangeiros a vistos e a relação diplomáticas mais fortes com as instituições portuguesas, acreditando que essas mudanças podem ser factores chave para o sucesso da Economia minhota.

Reunidos com a ministra do Trabalho Ana Mendes Godinho, durante um jantar-debate, no passado dia 20 de setembro, os empresários minhotos mostraram-se “satisfeitos por perceber que o apelo realizado pela AEMinho foi atendido pelo Governo”, reflete Ramiro Brito, vice-presidente da Associação Empresarial, citado em comunicado enviado a O MINHO.

“O Governo tem um novo programa onde flexibilizou a atribuição de vistos, de forma mais rápida e eficiente, a todos aqueles que queiram trabalhar em Portugal e que tenham um contrato de trabalho. Flexibilizou ainda o acesso a trabalhadores da CPLP ao nosso país para efeitos laborais”, esclarece a associação presidida por Ricardo Costa.

E prossegue: “Foram também criadas condições para quem procura trabalho em Portugal, mas que não tenha ainda contrato de trabalho firmado. Portanto, um dos grandes vetores do Work In Minho, que era a importação de recursos humanos para fazer face à nossa escassez de pessoas e de trabalhadores, será atendido”.

Neste seguimento, a Associação Empresarial do Minho mostra-se satisfeita, mas faz novo apelo, desta vez às Câmaras Municipais: “O programa Work In Minho assenta em três vetores: identificação de necessidades, flexibilização diplomática e criação de condições de fixação das pessoas nos concelhos que receberiam as pessoas”.

Considera ainda a AEMinho ter “perfeitamente identificadas as necessidades que existem nos seus associados e no tecido empresarial da região do Minho”: “O Governo já fez a sua parte ao dar esta resposta com medidas de flexibilização. A nossa questão agora é: e as Câmaras Municipais? Até hoje aguardamos que as Câmaras Municipais da região do Minho, nomeadamente as mais significativas em termos de emprego, nos deem uma resposta. Como vão criar condições para que essas pessoas tenham acesso à habitação financeiramente suportável e a condições de integração social, planeadas e com ferramentas previstas?”.

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