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Braga

Empresário e advogada de Vila Verde acusados de burla qualificada e falsificação

Compraram terreno e venderam-no sem o terem pago

em

Foto: Ilustrativa / DR

Um empresário de Vila Verde comprou um terreno a um casal em Turiz, por 15 mil euros e, não só não o pagou, como falsificou a assinatura do vendedor com a ajuda de uma advogada.


Carlos Manuel Alves, 39 anos, de Atães, mas com residência em Barbudo, e Maria da Glória Ferreira, de 50 anos, de Vila Verde, e a empresa GuanYar, Lda, também do concelho, foram acusados pelo Ministério Público dos crimes de burla qualificada e falsificação de documento.

Os arguidos serão julgados em Tribunal Criminal, de um só juiz, dado que o MP considerou que “seria excessiva a aplicação aos arguidos de uma pena de prisão superior a cinco anos, a qual dificilmente surtiria os efeitos socializadores pretendidos”.

A acusação diz que, por escritura de compra e venda de junho de 2009, José Soares Machado, na qualidade de procurador de Manuel Soares Machado e de Maria da Conceição Machado, vendeu à sociedade Construções Luxapart2 – entretanto transformada na GuanYar, Lda e de que era sócio-gerente – o arguido Carlos Alves, o prédio rústico ‘Campo do Prado e Leira de Cima’, de lavradio, sito no lugar da Lagoa, freguesia de Turiz, pelo preço de 15 mil euros que seriam pagos em duas prestações de 7.500 euros, a primeira a 05 de agosto e a segunda a 20 de setembro.

Para garantia do pagamento, o casal vendedor reservou para si a propriedade do terreno à total liquidação, tendo o empresário e a sociedade Luxapart2 emitidos dois cheques do banco BANIF com aquelas datas.

Contudo, – salienta o magistrado – apresentados a pagamento os cheques foram devolvidos dado que, entretanto, a titular da conta bancária os dera como extraviados.

“Bem sabiam os arguidos que os cheques nunca iriam ter boa cobrança pois nunca tiveram intenção de pagar”, sustenta a acusação, dizendo que o gestor engendrou, com a advogada, um plano para se apropriarem do prédio sem o pagarem.

Assinatura falsa

De seguida, e em 01 de setembro de 2010, o arguido Carlos enquanto gerente da GuanYar, Lda elaborou um documento no qual fez constar uma ‘Declaração’ em que se lia que José Machado, enquanto procurador do casal, afirmava que a empresa já havia pago os 15 mil euros, nas datas previstas nos cheques, estando tudo liquidado, motivo pelo qual podia ser cancelada a reserva de propriedade. E pôs, ou mandou pôr, a sua assinatura no documento.

Depois disso, a 20 de setembro, a advogada Glória Ferreira elaborou um auto de autenticação da assinatura de José Machado, onde atestou que este assinara a Declaração perante si e no seu escritório à Rua Santa Margarida, em Braga, e após ter verificado a sua identidade através do respetivo ‘bilhete’.

Sucede que o Bilhete de Identidade do José Machado já não era o mencionado pela jurista no auto.

Em 21 de setembro, Glória Ferreira apresentou a declaração falsa na 1.ª Conservatória do Registo Predial de Braga para extinção do direito de reserva da propriedade do terreno. E, nesse mesmo dia, o arguido Carlos vendeu o terreno a outra pessoa.

Na conclusão, o Procurador do MP considera que os arguidos “atuaram em conjugação de esforços, visando obter um lucro ilegítimo à custa do empobrecimento do casal e atentando contra a credibilidade e a fé públicas”. Agiram de forma livre, voluntária e consciente bem sabendo do caráter ilícito e proibido das suas condutas

A acusação pública do MP foi já comunicada à Ordem dos Advogados.

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Braga

Família desalojada em Braga após incêndio na madrugada de Natal

Vimieiro

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Foto: Paulo Jorge Magalhães / O MINHO

Um incêndio que deflagrou esta madrugada num quarto do piso superior de uma habitação em Vimieiro, concelho de Braga acabou por propagar para as restantes divisões do primeiro andar, tornando a casa inabitável.

Na casa vive um casal com dois filhos. Uma das filhas, que dormia no quarto onde deflagrou o fogo, teve necessidade de ir à casa de banho e apercebeu-se das chamas, dando o alerta.

Os Bombeiros Sapadores combateram o incêndio e assistiram as vítimas, com doze elementos apoiados por quatro viaturas.

Foto: Paulo Jorge Magalhães / O MINHO

Foto: Paulo Jorge Magalhães / O MINHO

As vítimas foram assistidas no local, numa ambulância dos Sapadores, de forma a serem acalmadas e cobertas com mantas térmicas.

A Proteção Civil Municipal realojou a família num hotel na cidade.

A GNR também esteve no local.

O alerta foi dado às 03:08.

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Braga

Mulher desaparecida desde esta manhã em Braga

Vista pela última vez na Av. 25 de Abril

em

Foto: DR

As autoridades estão à procura de uma mulher dada como desaparecida desde a manhã desta quinta-feira, em Braga.

Maria Oliveira, que mede cerca de 1,50 metros, foi vista a última vez por volta das 11:30 desta quinta-feira, quando passava na Avenida 25 de Abril.

De acordo com conhecidos da mulher, esta vestia saia e camisola castanha, casaco bege e botas pretas. Acompanhava-se de um trólei de compras vermelho.

Qualquer informação relativamente ao paradeiro da mulher deve ser dirigida à PSP (253 200 420) ou à GNR (253 203 030).

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Braga

Prisão preventiva para suspeitos que sequestraram taxista para conduzir até Braga

Criança que os acompanhava foi entregue a familiares

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Os dois homens e a mulher que foram hoje detidos por suspeitas de sequestro de um taxista, junto ao nó da Autoestrada 25 (A25) com a A1, ficaram em prisão preventiva, revelou a Guarda Nacional Republicana (GNR).

“Após terem sido presentes ao Tribunal Judicial de Albergaria, os três detidos ficaram sujeitos à medida de coação de prisão preventiva”, anunciou a GNR, em comunicado.

A GNR realçou que a criança de 2 anos que estava com os detidos “foi entregue a um familiar e [sinalizada] para a Comissão de Proteção de Crianças e Jovens”.

A GNR deteve hoje dois homens e uma mulher por suspeitas de sequestro à mão armada de um taxista, junto ao nó da A25 com a A1, na zona de Aveiro.

Em comunicado, a GNR referiu que militares do Destacamento de Trânsito detiveram esta manhã, em flagrante delito, dois homens de 19 e 23 anos e uma mulher de 20 anos, pelo crime de sequestro, coação e posse ilegal de arma de fogo.

Sequestram taxista para chegar a Braga (com caçadeira e um bebé no carro)

“Na sequência de um alerta, pelas 06:40, de que um táxi circulava na A25 a grande velocidade, proveniente da zona de Castelo Branco, cujo condutor estaria sob ameaça de arma de fogo e a ser coagido a conduzir três cidadãos para a zona de Braga, os militares da Guarda detetaram a viatura suspeita na zona de Viseu”, lia-se na nota.

Os militares da GNR seguiram a viatura em causa que acabou por ser intercetada junto ao nó da A25 com a A1, na zona de Aveiro.

“A vítima, de 37 anos, não sofreu qualquer ferimento”, acrescentou a GNR.

Na sequência da interceção à viatura, foi apreendida uma caçadeira de calibre 12 e uma faca.

Dados os contornos do crime, a situação foi comunicada à Polícia Judiciária.

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