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Braga

Estacionamento em Braga: Fiscais municipais nas ruas a partir de dezembro

Taxa reduzida para 80 cêntimos por hora

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Foto: DR / Arquivo

A partir do dia 02 de Dezembro, os EUB – Estacionamentos Urbanos de Braga, vão passar a fiscalizar o estacionamento pago à superfície na cidade, anunciou hoje a autarquia da capital do Minho. Esta é a nova área de actuação dos Transportes Urbanos de Braga (TUB), assumindo, dessa forma, a gestão e fiscalização dos parquímetros, cuja receita reverte totalmente para a empresa municipal.


A taxa de estacionamento foi reduzida de um euro para 80 cêntimos por hora, assim como o número de lugares a cobrar passando agora a ser 1.800, ao contrário dos anteriores 2.600 lugares de estacionamento pago durante o período de vigência da anterior concessionária.

Foto: Divulgação / CM Braga

“Este é um momento em que devolvemos em pleno à esfera municipal a gestão do estacionamento à superfície no centro da cidade. Mais do que uma oportunidade de gerar receita, a incorporação da fiscalização do estacionamento é importante em termos de política de ordenamento urbano e de apoio à dinamização económica. Por isso, é necessária uma fiscalização mais eficiente e mais capaz para corresponder aos anseios dos cidadãos que querem dirigir-se para o centro”, referiu Ricardo Rio, presidente da Câmara Municipal de Braga, durante a apresentação dos EUB, que decorreu esta terça-feira, na nova loja da empresa situada no Campo da Vinha.

Neste novo espaço, os cidadãos podem recolher informações, solicitar avenças e regularizar a situação, servindo ainda de “centro de operações para a equipa de fiscalização”. Outra das novidades apresentadas prende-se com o sistema de pagamento mais simplificado que poderá ser efectuado através da aplicação da ‘Via Verde’ e, brevemente, estará ainda disponível uma aplicação desenvolvida pelos EUB para o efeito. Os Estacionamentos Urbanos de Braga dispõem também de novo site (www.eub.pt) onde constam todas as informações.

Teotónio dos Santos, administrador dos TUB, lembrou que com esta gestão “a empresa municipal espera arrecadar entre 500 a 600 mil euros por ano, um valor que será investido na renovação de frota. A equipa de fiscalização é composta por cinco elementos, um número que será reforçado durante o próximo ano”.

De forma a “garantir a rotatividade”, Teotónio dos Santos explicou que “cada estacionamento terá a duração máxima de duas horas”, e que a empresa vai avançar com uma modernização do processo de digitalização de forma a agilizar a gestão das avenças de moradores, dos comerciantes e de viaturas eléctricos.

“Respondendo ao repto da Associação Comercial de Braga, o nosso sistema vai permitir que os comerciantes ofereçam aos seus clientes descontos no tempo de estacionamento. O valor das avenças para comerciantes e moradores não se alteram e quem se deslocar para o centro da cidade com viatura 100% eléctrica tem uma avença anual de 12 euros”.

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Braga

Comércio de Braga já perdeu 200 milhões com a pandemia

Economia

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Foto: CM Braga / Arquivo

Entre março de junho, o comércio em Braga faturou menos 200 milhões de euros em comparação com o mesmo período do ano passado.

Este valor tem por base os dados das transições por multibanco cedidos pela SIBS à Associação Comercial de Braga (ACB) e divulgados esta quinta-feira pelo Jornal de Notícias (JN).

Os dados disponíveis mostram que houve uma quebra geral de 20% nas vendas, entre março e junho, que resultou em menos 200 milhões de euros para os comerciantes do concelho, em relação ao mesmo período do ano passado.

O JN revela ainda que as áreas da tecnologia, farmácia e da alimentação foram exceções e cresceram nos últimos quatro meses.

O setor da moda e acessórios foi dos mais prejudicados com a pandemia, tendo, em abril, registado uma quebra de 99% na faturação e, apesar das melhorias, em junho ainda apresentou perdas de 44% em relação ao mesmo mês do ano passado.

Os negócios ligados à tecnologia atingiram um pico de crescimento em junho, com um aumento de 89% na faturação, em relação ao mesmo período do ano passado.

Ainda de acordo com os dados revelados por aquele jornal, as farmácias tiveram o melhor mês em março, com um crescimento de 36% nas vendas, e no mesmo mês, as mercearias e minimercados registaram o dobro dos ganhos de 2019.

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Braga

Seis mil euros em brinquedos Lego doados à Pediatria do Hospital de Braga

Solidariedade

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Foto: Fairy Bricks / Facebook

A Fairy Bricks, uma instituição de solidariedade do Reino Unido, ofereceu ao serviço de Pediatria do Hospital de Braga vários brinquedos Lego, no valor de seis mil euros.

A entrega decorreu, esta quarta-feira, com a presença dos responsáveis das instituições.

“Mais uma doação durante o aumento das medidas de segurança, no Hospital de Braga, em Portugal”, refere a instituição, agradecendo a “boa receção”.

O objetivo do organismo, com representação em Portugal, é proporcionar maior conforto e distração às crianças que se encontram hospitalizadas.

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Braga

Enfermeiras do Hospital da Misericórdia de Vila Verde em greve às cirurgias

Sindicato denuncia que horas extra são mal pagas

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Foto: Paulo Jorge Magalhães / O MINHO (Arquivo)

As 14 enfermeiras do Serviço de Cirurgia do Hospital da Santa Casa da Misericórdia de Vila Verde estão em greve, desde o dia 01 de agosto, ao trabalho extraordinário, e vão continuar até que o organismo lhe pague as verbas a que dizem ter direito.

A presidente do SITEU- Sindicato Independente de todos os Enfermeiros Unidos, Goreti Pimentel, adiantou que as profissionais reclamam 4,5 por cento da verba que a Misericórdia retém pelas cirurgias pagas pelo Hospital de Braga, realizadas fora do serviço normal: “Recebem, mensalmente, e no máximo, até 170 euros por várias horas extras diárias a fazer cirurgias com os médicos. A greve só acaba quando pagarem o que lhes é devido”.

A sindicalista acentua, a propósito, que as enfermeiras continuam a intervir nas restantes cirurgias feitas no Hospital, dentro do seu horário normal de sete horas por dia.

A dirigente sindical explicou que a Misericórdia contratualizou com o Hospital de Braga a feitura de operações cirúrgicas, entre as quais as hérnias, pelas quais paga uma determinada quantia: “A Misericórdia retira 60 por cento para os seus custos e os restantes 40 ficam para pagar o trabalho de médicos, enfermeiros e auxiliares”.

Só que – salienta – aos enfermeiros chega apenas uma quantia ridícula, apesar de trabalharem mais sete horas, fazendo dois turnos: “há quem saia do Serviço à meia-noite para receber 170 euros, ou menos, ao fim do mês”.

O SITEU sublinha que a situação se arrasta há vários anos e acusa o Provedor, Bento Morais, de não querer negociar. “Nenhuma instituição de misericórdia pode viver à custa do trabalho dos seus profissionais”, salienta.

O organismo sindical garante que a greve continuará, mesmo após o fecho do serviço por uma semana previsto para o corrente mês, e diz que só pára quando a Misericórdia se sentar para negociar: “As enfermeiras ganham muito mal, apenas 968 euros brutos, enquanto que, por exemplo, o ordenado das que trabalham no Hospital de Braga é de 1.205 euros”.

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