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Empresa de Famalicão pioneira dos quadros interativos quer duplicar postos de trabalho

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A empresa de Famalicão que lançou o primeiro quadro interativo em Portugal e exporta atualmente para 35 países definiu a internacionalização como “grande meta”, podendo vir a duplicar os postos de trabalho existentes, indicaram hoje os responsáveis.

A empresa Famasete, que foi distinguida recentemente no Dubai por ocasião dos Digital Signage Awards MENA, produz sistemas interativos para as áreas da Educação, Turismo e Empresarial, tendo decidido em 2009 “apresentar” aos portugueses, conforme contou o empresário José Barbosa, “os quadros interativos que hoje equipam grande parte das salas de aula, nomeadamente no Norte”.

“Percebemos que o toque com a mão era o futuro, mas quisemos ser ainda mais arrojados e dos quadros partimos para as mesas interativas. Criámos uma família de produtos [referindo-se a soluções para mesas, quiosques e/ou quadros, quer na vertical, quer na horizontal] e a grande aposta atual passa pelo mercado internacional”, disse José Barbosa.

América do Sul, Europa, alguns países africanos e o Médio Oriente sãos os atuais mercados externos da Famasete, que conta aumentar este leque através do investimento de 20 a 30% da faturação total em desenvolvimento de produto, passando, “talvez em meio ano”, dos atuais dez colaboradores para 20.

Vincando também a relação com as universidades, os responsáveis da Famasete, localizada em Vilarinho das Cambas, distrito de Braga, avançaram com a perspetiva de duplicarem o volume de vendas este ano alcançando 1,5 milhões de euros, também através de um novo produto, uma mesa centro de sala interativa recentemente apresentada em Amesterdão.

“Contamos crescer uma média de 40 a 50% este ano e estamos a candidatar novos projetos no Portugal 2020”, referiu José Barbosa que falava aos jornalistas no âmbito do Made In, roteiro traçado pela autarquia de Famalicão para divulgar e apoiar os exemplos de empreendedorismo e de arrojo empresarial deste concelho, com o presidente da câmara, Paulo Cunha, a considerar que esta é uma empresa que “constrói soluções com elevado valor acrescentado para o território”.

“É muito gratificante para mim ver que os seus produtos estão presentes no dia-a-dia de muitas pessoas e entidades um pouco por todo o mundo”, disse o autarca.

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