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Ave

Empresa de Famalicão cria acabamento têxtil que impede transmissão do vírus

Covid-19

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Foto: Divulgação / Hindu

A empresa Hindu – Technical Textiles, de Famalicão anunciou o lançamento de um “acabamento antiviral que promete impedir a transmissão da covid-19, graças à mais avançada tecnologia química aplicada no acabamento de malhas e tecidos e TNT (tecido não tecido)”.


O acabamento, desenvolvido “em conjunto com vários parceiros internacionais líderes em inovação tecnológica na área têxtil”, tem como objetivo “minimizar os riscos de transmissão a partir de têxteis”.

De acordo com a empresa, o acabamento é “capaz de inibir até 99,9% de vírus e bactérias, incluindo o novo coronavírus”.

“Este acabamento inovador poderá ser utilizado em máscaras, luvas de proteção, batas e todo o tipo de vestuário”, sublinha a Hindu.

Imagem descritiva do Protect By Hindu

O acabamento, denominado Protect By Hindu, “apresenta ainda uma eficácia comprovada após várias lavagens” e, nesse sentido, é intuito da empresa introduzi-lo em “todos os mercados e setores de atividade, como saúde, mobiliário, transportes, turismo e lazer, moda e beleza, entre outros”.

A empresa de Famalicão garante que “os artigos têxteis passaram por extensos testes de laboratório, sendo a sua eficácia testada e certificada de acordo com as normas ISO 20743, ISO 18184 e AATCC100. O seu efeito antiviral rápido foi demonstrado entre dois a cinco minutos, proporcionando uma superfície auto-higienizada. Os testes foram realizados pela Microbe Investigations AG e pelo Bureau Veritas, e esperam-se novas parcerias com laboratórios nacionais no futuro. As malhas e tecidos tratados com estes novos acabamentos ajudam a reduzir o risco de persistência viral e bacteriano em superfícies secas inanimadas, diminuindo o potencial de transmissão. Os artigos foram ainda testados dermatologicamente tendo obtido a classificação de não irritante, provando o seu conforto e suavidade em contacto com a pele”.

“A pandemia de covid-19 afetou gravemente a vida das pessoas, bem como a economia mundial. Não vai desaparecer em breve, por isso tivemos que nos reinventar para fazer face a esta nova realidade”, explica Luís Cristino, CEO da
Hindu, citado na nota de imprensa. “O que em tempos foi um requisito predominantemente para a profissão médica, está agora a passar para o setor do vestuário, decoração, automóvel, entre outras”, acrescenta.

O projeto Protect By Hindu foi recentemente distinguido pelo Município de Famalicão com o selo “Famalicão Visão’25”, na categoria “Famalicão Made In”, pela forma como têm contribuído para a implementação de projetos empreendedores que potenciam a incorporação tecnológica e a aplicação de soluções de futuro.

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Guimarães

Centro de Valorização de Resíduos, em Guimarães, recebe 500 mil euros da UE

Tecnologia

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Foto: Divulgação

No ano em que celebra 18 anos de vida, o Centro para a Valorização de Resíduos (CVR), um centro de interface tecnológico situado no campus da UMINHO em Guimarães, recebe um financiamento da União Europeia de mais de 500 mil euros, foi hoje anunciado.

O objetivo principal do projeto denominado CVR.TechRe4C é reforçar a capacidade laboratorial e de investigação aplicada do CVR, dotando-o com equipamentos técnico-científicos tecnologicamente avançados e adaptando as suas infraestruturas.

Em comunicado, aquele centro diz querer aumentar o número de serviços prestados e melhorar, “ainda mais”, a resposta das valências atualmente oferecidas.

“Estes investimentos assumem-se fundamentais para capacitar a entidade nas seguintes áreas de atuação: tecnologias de valorização material, energética e biológica; ecoeficiência e sustentabilidade de recursos e materiais; digitalização e indústria 4.0 e economia circular”, refere a entidade.

Ao reforçar estas áreas, o projeto CVR.TechRe4C “fomenta a realização de investigação aplicada e desenvolvimento de ligações e sinergias entre empresas e instituições que desenvolvem atividades e culminam no desenvolvimento de produtos e serviços com importantes mais-valias para o mercado e ambiente”.

“De igual modo, existirá uma afirmação e promoção da inovação regional, à escala nacional e internacional, bem como para a consolidação das atividades de investigação na região Norte de Portugal”, diz a nota.

O CVR.TechRe4C é financiado pela União Europeia através do Portugal 2020 e no âmbito do Norte 2020. Do montante total elegível de 644.861,12 euros, 548.131,95  são provenientes do Fundo Europeu de Desenvolvimento Regional.

Sobre o CVR – Centro para a Valorização de Resíduos

O CVR – Centro para a Valorização de Resíduos, com 18 anos de existência, é um Centro de Interface Tecnológico localizado em Guimarães, no Campus da Universidade do Minho. Conta no seu edifício sede com 2000m 2 de espaços laboratoriais e dedica-se à investigação, análise científica e aplicação de soluções reais na área da prevenção e valorização de resíduos. Com 85 associados maioritariamente da indústria, o CVR organiza bienalmente a conferência científica internacional “WASTES: Solutions, Treatments and Opportunities”, por onde passaram mais de 1200 participantes de 45 países nas suas 5 edições. Desde a sua génese, o CVR esteve envolvido em mais de 120 projetos de I&D aplicada, a que correspondeu um volume de financiamento de cerca de 5,2 milhões de euros.

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Guimarães

Guimarães cria aplicação para aproximar população do comércio tradicional

Covid-19

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Foto: DR

A Câmara de Guimarães desenvolveu a plataforma digital “Proximcity”, com o objetivo de aproximar mais a população ao comércio tradicional, serviços de restauração e similares, anunciou hoje o município.

Em comunicado, o município acrescenta que a plataforma estará disponível no início de dezembro.

Para o presidente da Câmara, Domingos Bragança, este “quiosque digital surge na sequência da reunião magna com o comércio tradicional, no final de 2019, e dará resposta às necessidades atuais, muito acentuadas com a pandemia, do comércio local, restauração e outros serviços fazerem negócios seguros por via digital”.

O serviço é gratuito e materializado numa aplicação para dispositivos móveis, com o “objetivo claro” de apoiar os comerciantes de todo o território de Guimarães.

Através da nova plataforma digital, será possível aceder a uma oferta variada de produtos e serviços selecionados a partir da oferta local, para todos os subscritores da aplicação “Proximcity”.

“Os utilizadores de dispositivos móveis poderão fazer encomendas ou efetuar compras em total segurança e comodidade a partir das suas residências”, sublinha o comunicado.

Para os comerciantes, o acesso à plataforma de venda online está à distância de um simples registo.

Será possível a gestão do seu catálogo de produtos ou das tarefas de expedição até ao cliente, entre outras ações pensadas para simplificar todo o processo de transformação digital.

Para a população, a utilização da aplicação é gratuita.

Os produtos ou serviços adquiridos poderão, de acordo com o fornecedor, ser levantados diretamente nas lojas ou expedidos para a morada de registo, sem custos para quaisquer das partes.

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Ave

Hospital de Famalicão com mais 40 camas e 20.000 testes realizados

Covid-19

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Foto: PS Famalicão

O Centro Hospitalar Médio Ave, através da unidade de Famalicão, já realizou 20.000 testes à covid-19 e ampliou em 40 camas a capacidade instalada para doentes covid, anunciou hoje o PS de Famalicão.

É ainda revelado que o número de internados com a doença está prestes a atingir a capacidade instalada e as alas com doentes não-covid internados estão “comprometidas”, levando à suspensão de cirurgias programadas. Apesar disso, mantém a atividade assistencial em regime ambulatório, incluíndo realização de consultas.

Em comunicado, o PS famalicense dá conta de uma reunião com o conselho de administração daquele centro hospitalar, realizada no passado dia 19 de novembro, onde marcaram presença presidente do conselho, vogal e a diretora clínica.

“De entre os assuntos abordados, a operacionalidade dos serviços neste período de pandemia e a construção do edifício de apoio ao serviço de urgência, mereceram natural destaque”, refere a nota enviada às redações.

O partido fala ainda informação errática do executivo PSD/CDS, liderado por Paulo Cunha, revelando que o investimento num novo edifício de apoio ao hospital não é investimento total da autarquia.

“Relativamente à questão do novo espaço, importa salientar que de acordo com a administração do CHMA, o investimento é repartido entre o Centro Hospitalar e a Câmara Municipal, ao contrário do que tem sido noticiado pelo Município”, diz a nota.

“O PS Famalicão tem promovido e irá continuar a promover um conjunto de ações de sensibilização para o bem-estar da comunidade e continuará a promover a transparência na informação política, apelando a todos os intervenientes políticos igual postura”, finaliza, reconhecendo ainda o trabalho desenvolvido pelos profissionais de saúde.

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