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Braga

Empresa de Braga cria “caixa” que elimina vírus do calçado e vestuário

Covid-19

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Foto: DR

Uma empresa de Braga desenvolveu um equipamento para a esterilização de calçado, vestuário e outros materiais capaz de eliminar o vírus SARS-CoV-2, responsável pela covid-19, anunciou hoje a InvestBraga.


Em comunicado, a InvestBraga acrescenta que o equipamento “tem um grau de confiabilidade e eficácia muito próximo dos 100 por cento”.

Denominado GermiSafe BOX 54 e criado pela empresa Thermopista, o equipamento foi acompanhado e testado em parceria com o Departamento de Física e o Centro de Engenharia Biológica da Universidade do Minho.

Citado no comunicado, o CEO da Thermopista, Rui Folha, refere que se trata de um equipamento “inovador, único, eficiente e com uma eficácia muito próxima dos 100%, permitindo eliminar por completo bactérias, vírus ou fungos que se agarram a calçado, roupas, máscaras ou outros objetos”.

Aquela caixa de esterilização tecnologicamente avançada, desenvolvida durante a pandemia, tem também como objetivo garantir a eliminação de vírus SARS-CoV-2, entre outros.

Todo o processo é realizado em menos de cinco minutos através de desinfeção por radiação ultravioleta.

O GermiSafe BOX 54 é fruto de um projeto de investigação da Thermopista, sediada no Parque Industrial de Celeirós, que aposta há doze anos na inovação e desenvolvimento de equipamentos eletrónicos de alto rendimento, em colaboração com o Centro de Física e o Centro de Engenharia Biológica da UMinho.

A InvestBraga atua como o braço económico do município e tem como missão promover o desenvolvimento económico da região.

Através da atração de investimento e de empreendedores, e com a inovação como um dos seus fios condutores, a agência aposta na credibilização do município enquanto parceiro de negócio junto de investidores nacionais e internacionais.

Assume como missão colocar Braga no mapa do investimento, do empreendedorismo e da inovação.

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Braga

Incêndio destrói garagem e moto-quatro em Vila Verde

Oriz S. Miguel

em

Foto: DR

Um incêndio que deflagrou numa garagem ao início da madrugada desta quinta-feira destruiu uma moto-quatro, um atrelado e outros arrumos que estavam dentro da infraestrutura, em Vila Verde.

Ao que apurou O MINHO, o incêndio, com origem ainda por apurar, danificou a garagem de tal forma que a mesma terá de ser demolida devido aos danos estruturais. Também a zona da cozinha sofreu danos, mas sem grande significância.

O alerta foi dado às 00:03 para uma habitação situada perto da Igreja de Oriz São Miguel, no concelho de Vila Verde.

Foto: Paulo Jorge Magalhães / O MINHO

Foto: Paulo Jorge Magalhães / O MINHO

Foto: Paulo Jorge Magalhães / O MINHO

Foto: Paulo Jorge Magalhães / O MINHO

Pela 01:21, os Bombeiros de Vila Verde ainda se encontram no local com nove operacionais, uma viatura tática urbana e um veículo urbano de combate a incêndios.

Apesar de ter sido mobilizada por precaução uma ambulância da mesma corporação, não houve necessidade de utilização por não existirem feridos.

A GNR de Vila Verde está apurar as causas do incêndio.

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Braga

Ex-chefe da investigação criminal de Braga da GNR acusado de peculato

Crime

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Foto: DR / Arquivo

O Ministério Público (MP) acusou um militar da GNR de Braga de peculato e abuso de poder por alegadamente ter falsificado os mapas mensais de suplementos remuneratórios, logrando assim receber indevidamente 5.400 euros.

Segundo nota hoje publicada na página da Procuradoria-Geral Regional do Porto, o arguido era chefe do Núcleo de Investigação Criminal da GNR de Braga.

“Enquanto responsável pelo preenchimento e envio para processamento dos mapas mensais de suplementos remuneratórios, de novembro de 2011 a outubro de 2016, incluiu o seu nome enquanto beneficiário do suplemento de escala, embora não tivesse direito a receber tal suplemento”, refere a nota.

O Ministério Público concluiu que, dessa forma, o arguido recebeu indevidamente o montante líquido de 5.400,17 euros.

O arguido está ainda acusado de ter ordenado aos militares do efectivo do Núcleo de Investigação Criminal, seus subordinados, que o substituíssem na execução do serviço para que ele estava escalado.

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Braga

Trânsito caótico em Braga. Ambulâncias com dificuldade para chegar ao hospital

Trânsito

em

Foto: redes sociais

A cidade de Braga, sobretudo nos seus diferentes acessos, tem vivido um final de quarta-feira caótico no que ao trânsito rodoviário diz respeito.

As longas filas na variante Norte, que ultrapassam as bombas de combustível Cepsa, em Maximinos, chegando ao nó de Ferreiros, ao pé do E.Leclerc, são algumas das reportadas por automobilistas ao final da tarde.

Também em outros locais, como na Av. Padre Júlio Fragata, quem vem da Variante Sul da circular, está a ser experenciada idêntica situação junto ao Braga Parque, nos acessos à Av. António Macedo e à Variante de Prado.

No já célebre Nó de Ínfias, na rotunda ao pé do Sá de Miranda, o trânsito chega a estar parado durante 15 minutos, bloqueado nos acessos aos colégios e ao centro da cidade.

Há registo ainda de dificuldades para ambulâncias de corporações de fora de Braga mas que são servidas pelo Hospital Central, localizado na cidade.

Algumas testemunhas publicaram nas redes sociais os gestos solidários de automobilistas ao abrirem “caminho” para que as ambulâncias possam superar as longas filas.

(notícia atualizada com a correção do dia da semana)

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