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Cávado

Emigrante de Esposende morre em autoestrada na Suíça

Acidente

em

Foto: Reprodução / Facebook

É natural de Esposende o emigrante português de 36 anos que na segunda-feira morreu numa autoestrada na Suíça quando mudava um pneu que tinha furado.

Bruno Abreu estava emigrado na cidade suíça de Lausanne. Deixa mulher e dois filhos.

O homem de 36 anos morreu na Autoestrada 1 (A1), que liga Lausana a Genebra, após ter saído do carro para mudar um pneu furado, na faixa de emergência antes de Bursins, na Suíça francesa, anunciou a polícia.

Em comunicado, a Polícia Cantonal de Vaud informou que, na segunda-feira, ocorreram três acidentes no mesmo local na A1, em apenas cinco horas, com as duas faixas foram bloqueadas, causando interrupções durante toda a manhã.

Foto: Polícia suiça

O acidente que custou a vida de um português de 36 anos ocorreu pouco antes das 08:00 locais (09:00 em Lisboa), em Gland, na direção de Genebra.

Um motorista suíço de 54 anos colidiu com o português, que se encontrava na faixa de emergência, fora do veículo de entregas onde seguia, para mudar um pneu furado.

A vítima tinha parado a viatura na berma da estrada, pouco antes de Bursins, na sequência de um furo. Apesar da rápida chegada dos serviços de emergência, a vítima acabou por perder a vida no local do acidente.

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Barcelos

Incêndio em poste de eletricidade provoca falhas de luz em Barcelos

Trovoada

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Foto: Posto Avançado de Fragoso - Bombeiros de Barcelos / Facebook

A trovoada na madrugada desta segunda-feira provocou um incêndio num poste de eletricidade, em Fragoso, Barcelos.

O incêndio, na Rua de S. Pedro, provocou falhas na rede elétrica e de fibra em muitas casas daquela freguesia.

Os Bombeiros de Barcelos, através do Posto Avançado de Fragoso, acorreram ao local com cinco operacionais e uma viatura.

“Foi comunicado à EDP que prontamente enviou uma equipa para realizar todos os procedimentos de segurança, de modo a podermos extinguir o incêndio”, referem os bombeiros na sua página de Facebook.

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Cávado

Suspeito de fabricar notas falsas em Esposende nega acusação

Justiça

em

Foto: DR / Arquivo

O alegado líder de um grupo de contrafação de notas de 50 e 10 euros, acusado de prejuízos em toda a Europa de 1,3 milhão de euros, negou hoje ao Tribunal de Coimbra a acusação do Ministério Público.

O suspeito é natural de Arcos de Valdevez e começou por produzir as notas falsificadas em Fão, Esposende.

O arguido, de 34 anos, está acusado de liderar um grupo de quatro pessoas que se dedicava à produção de notas de euro contrafeitas e à sua venda na ‘darknet’, enviando para destinos na Europa, como Montenegro, Irlanda, Alemanha, Inglaterra, França, Áustria, Luxemburgo, Bélgica ou República Checa.

Segundo o Ministério Público, o grupo liderado por este homem, natural do concelho de Arcos de Valdevez, produziu entre o início de 2017 e agosto de 2019 24.775 notas de 50 euros e 10 euros.

Fabricava notas falsas em Esposende para vender na internet

A procuradora da República salientou hoje que o arguido “emitiu notas de 50 e 10 euros falsas, com qualidade muito apurada, com material importado da China, que facilmente passavam por verdadeiras”.

“E ainda teve o requinte de emitir notas de 50 euros da série Europa, numa imitação quase perfeita”, sublinhou.

Na primeira sessão de julgamento, que decorreu hoje no auditório da Reitoria da Universidade de Coimbra, perante um tribunal de júri, o arguido disse que toda a acusação “é mentira”.

“Nunca falsifiquei moeda e nunca entrei na ‘darknet'”, frisou hoje o alegado cabecilha, que está detido preventivamente há cerca de 10 meses no estabelecimento prisional de Caxias, perante o coletivo de juízes presidido por Rui Pacheco Duarte e sete jurados.

O arguido, que está a ser julgado em processo separado dos restantes quatro elementos, por ter requerido um tribunal de júri, disse que negociava (comprava e vendia) ‘bitcoin’ através de plataformas autorizadas.

O advogado de defesa, Romão Araújo, defendeu hoje em tribunal que o réu está a ser vítima do depoimento dos outros quatro elementos, entre eles uma ex-namorada e os seus pais.

“Não existe prova física nem documental, a não ser estes testemunhos que não podem ter credibilidade, porque são parte interessada”, referiu o advogado, convicto de que o arguido é “vítima da acusação de pessoas que foram apanhadas a fabricar notas e querem salvaguardar a sua pele”.

Na manhã de hoje, foi ouvida a ex-namorada do alegado líder do grupo de contrafação de moeda, cujo relacionamento decorreu entre 2014 e 2017, que o acusou de ter iniciado o fabrico de notas falsas em 2016 e de ter colaborado voluntariamente naquela atividade.

Ao início eram fabricadas na residência da sua companheira e dos seus pais, em Fão, Esposende, bem como num anexo de uma casa que estes tinham em Valadares, Vila Nova de Gaia.

“A ideia [de contrafação] foi dele e eu alinhei”, disse a mulher de 26 anos, que foi ouvida na qualidade de testemunha, embora seja arguida em processo separado, referindo que o antigo namorado passava “muito tempo na Internet e na ‘darknet'”.

Ao tribunal, a testemunha disse que o processo de contrafação começou “de forma rudimentar, com papel normal” e com a passagem das notas em cafés de Coimbra, Leiria e Viseu, “para perceber se [a atividade] podia funcionar”.

“Com o lucro, comprou uma impressora, tintas na China e papel de algodão”, idêntico ao das notas verdadeiras, adiantou a antiga namorada, acrescentando que o início da atividade aconteceu numa anexo à casa da mãe, onde o casal chegou a residir.

Mais tarde, contou, as notas eram vendidas na ‘darknet’ através de contactos do arguido.

A produção de notas foi desenvolvida em várias zonas do país, devido ao facto do casal mudar de casa constantemente.

No dia de Natal de 2017, o arguido rumou ao Brasil e depois para a Colômbia, onde negociava ‘bitcoin’, mas, segundo a antiga namorada, continuou a controlar o negócio, que não sofreu “nenhuma perturbação” com a sua ida para a América do Sul por estar “tudo organizado”.

Já depois de o réu ter viajado, os pais da antiga namorada participaram também na contrafação, que incluiu duas séries das notas de 50 euros, juntamente com outro homem, que está também acusado de integrar o grupo.

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Barcelos

Jipe transporta Nossa Senhora por freguesias de Barcelos

Mês de Maria

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Foto: Vitor Vasconcelos / O MINHO

A imagem de Nossa Senhora de Fátima percorreu, esta noite de sábado, ruas de freguesias de Barcelos, numa manifestação de fé promovida por populares.

Vídeo: Vítor Vasconcelos / O MINHO

Da mesma organização que levou a cruz pascal pelas freguesias de Lijó, Galegos Santa Maria e Galegos São Martinho, as viaturas voltaram a percorrer as ruas daquelas três freguesias em jeito de encerramento do Mês de Maria, celebrado ao longo do mês de maio.

Foto: Vítor Vasconcelos / O MINHO

Foto: Vítor Vasconcelos / O MINHO

Foto: Vítor Vasconcelos / O MINHO

Foto: Vítor Vasconcelos / O MINHO

Recorde-se que este sábado foram celebradas as primeiras missas com a presença de fiéis, após mais de dois meses do encerramento das igrejas, face à pandemia de covid-19.

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