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Braga

Embaixador Empresarial de Braga. “O Setenta” emprega mais de 160 pessoas

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Ricardo Rio, presidente da Câmara Municipal de Braga visitou, na sexta-feira, o Grupo “O Setenta”, empresa bracarense com mais de 40 anos de actividade. A iniciativa inseriu-se no âmbito do programa ´Embaixadores Empresariais´ promovido pelo Município e pela InvestBraga, tendo como foco principal a perspectiva do impacto económico que o equipamento tem no seu contexto e a divulgação de Braga além-fronteiras.


Fundada em 1975, a serralharia ‘O Setenta’, é uma empresa de referência no sector da construção metálica. A experiência consolidada ao longo dos anos, os meios tecnológicos e humanos que reúne e as instalações industriais de que dispõem constituem as bases do sucesso da empresa. A empresa dedica-se a quatro principais áreas de produção, nomeadamente Estruturas metálicas, Trabalho em chapa e em perfis ligeiros, Caixilharia em alumínio e Trabalhos em Inox.

O Grupo ‘O Setenta’, que integra ainda a PerfilNorte – Empresa de perfilagem, S.A. e a Colaborante – Perfilagem de Chapa, S.A., assegura mais de 160 postos de trabalho.

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Na ocasião, o autarca salientou o crescimento do grupo ao ponto de se afirmar como uma das empresas de referência da região.

“Trata-se de uma empresa de extrema importância para o tecido empresarial da região. É para nós um motivo de orgulho podermos juntar o Grupo ao nosso leque de Embaixadores Empresariais. Temos efetuado diversas visitas a empresas que são excelentes cartões-de-visita da nossa cidade pela qualidade dos produtos, dos gestores, dos colaboradores e pela forma como projectam o nome de Braga”, referiu, garantindo que o apoio dos Embaixadores Empresariais tem-se revelado fundamental para ajudar a definir as iniciativas municipais e acções concretas destinadas a promover o desenvolvimento económico da região.

Por outro lado, o edil elogiou também o papel que a Associação dos Empresários do Parque Industrial de Adaúfe tem desempenhado na gestão do espaço.

“Queremos replicar esta cultura de condomínio noutras zonas industriais do concelho por considerarmos que é fundamental para garantir a qualificação destas áreas. Estamos muito empenhados em dar todas as condições para que as empresas que querem expandir as instalações e outras que queremos acolher disponham de espaço para isso”, afirmou.

 

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Braga

Jovem pede ajuda à varanda após agressões do namorado em Braga

Agressões

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Foto: Ilustrativa / DR

Um jovem casal ter-se-à envolvido em agressões mútuas ao início da madrugada desta sexta-feira dentro de um apartamento na cidade de Braga.

A PSP foi chamada a intervir após chamada telefónica dos vizinhos, na Rua dos Lusíadas, junto à Universidade do Minho, segundo conta o Jornal de Notícias.

Na sequência de vários gritos e pedidos de ajuda por parte de uma rapariga, que chegou a estar seminua na varanda enquanto gritava por socorro, a PSP deslocou-se ao local, pondo fim à contenda.

De acordo com a mesma fonte, as agressões terão sido mútuas entre o casal, com um jovem que estaria também no apartamento a ser testemunha da pancadaria.

Apesar de apresentarem escoriações, nenhum dos dois recebeu assistência hospitalar.

A jovem apresentou queixa na esquadra da PSP.

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Braga

Covid-19: Mais seis bracarenses infetados contabilizados como sendo de Lisboa

Covid-19

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Foto: DR

Seis bracarenses infetados com o novo coronavírus, ao longo dos últimos dias, foram agora registados pela Direção-Geral de Saúde (DGS) como sendo da área de Lisboa e Vale do Tejo, por residirem atualmente naquela região, por motivos profissionais, apurou O MINHO junto de fonte local da saúde.

Esta mudança nos registos tem sido habitual desde o início da pandemia levando a que os números entre dados divulgados a nível local e nacional não coincidam.

Há também um atraso na colocação de números e a não contabilização de testes efetuados no âmbito laboratorial e que não são inseridos por médicos na plataforma SINAVE, que contabiliza os casos divulgados no relatório diário da DGS. Esses casos derivados no âmbito laboratorial são incluídos no total acumulado de infetados com covid-19 a nível nacional mas não discriminados por concelho.

Segundo a fonte local, registava-se até ás 18:00 horas de quinta-feira, 1.397 casos acumulados de infetados desde o início da pandemia, mais três do que ontem. Destes, 1.297 já estão recuperados, mais um do que ontem, lamentando-se ainda 74 óbitos. Existem, atualmente, 26 casos ativos de covid-19 em todo o concelho de Braga.

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Braga

Filha denuncia “donativo” de 10 mil euros em 2018 para aceitar idosa num lar de Braga

Corrupção

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Foto: O MINHO (Arquivo)

A filha de uma utente do lar de idosos da Irmandade de Santa Cruz, em Braga, denunciou hoje que em 2018 teve de pagar um “donativo” de 10 mil euro por uma vaga, contrariando uma acusação do Ministério Público.

O Ministério Público (MP) acusou um ex-provedor daquela irmandade de “solicitar ou exigir” o pagamento de quantias monetárias para a admissão de utentes para o lar de idosos, mas indicava que este procedimento terminou em 2017, após a entrada do novo provedor.

Em fevereiro de 2018, porém, e segundo contou à Lusa Maria Pereira Reis, a irmandade pediu-lhe um donativo de 10 mil euros como contrapartida de vaga para a admissão da mãe no lar.

“A diretora técnica disse-me que havia vaga para a minha mãe, na condição de aceitar as condições deles. E as condições passavam por fazer um donativo de 10 mil euros, alegadamente destinada a melhorar a qualidade dos serviços prestados”, afirmou.

A Lusa teve acesso ao recibo emitido pela irmandade, que dá conta de um “donativo” de 10.001,54 euros.

Outra condição era o pagamento de uma mensalidade de 700 euros.

A filha manifestou-se convencida de que o seu não deverá ser “nem pouco mais ou menos um caso único”.

Lar supervisionado pela Arquidiocese de Braga cobrava até 40 mil euros por vaga

Adiantou que a família se prepara para avançar com uma queixa no Ministério Público contra a irmandade, por alegados “atropelos constantes” à lei.

Segundo a acusação, a que a Lusa teve acesso, a Irmandade é igualmente arguida no processo.

O MP imputa a ambos os arguidos um crime de corrupção passiva no setor privado.

A acusação diz que a partir de 2017, e já com o atual provedor, a diretora técnica deixou de sugerir a entrega de quaisquer quantias, porque o novo responsável “deixou também de emitir ordens nesse sentido”.

A Lusa tentou ouvir o atual provedor, Luís Rufo, mas sem sucesso até ao momento.

No processo que envolve o anterior provedor, o Ministério Público diz que, com a “exigência” de donativos, a irmandade atuou “à revelia de todos os imperativos legais”.

Aponta o caso de 12 utentes, que terão pago entre 7.500 e 40 mil euros para garantirem um lugar no lar.

Com essa “atividade criminosa”, acrescenta a acusação, a irmandade conseguiu uma vantagem patrimonial de 297.500 euros, valor que o Ministério Público quer que o ex-provedor e a irmandade sejam condenados a pagar ao Estado.

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