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Braga

Eleições PSD: Há 12 mil militantes ativos em Braga, mas só 9% pagaram as quotas

Apenas 1.776 militantes poderiam votar no distrito, se as eleições fossem hoje

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Foto: Divulgação / PSD (2017)

A um mês do fecho dos cadernos eleitorais no PSD, há hoje perto de 20.000 militantes com as quotas em dia, cerca de 18,7% do total de militantes ativos, de acordo com informação disponibilizado no site do partido. No distrito de Braga, são já perto de 12 mil militantes ativos (que pagaram quotas desde 2017) mas apenas 1.776 têm as quotas em dia.

No separador “PSD ao segundo”, dentro do microsite dedicado às diretas e ao Congresso em www.psd.pt, pelas 16:00 eram 19.843 os militantes com quota válida no mês das eleições, janeiro de 2020, de um total de 105.921 militantes ativos (que tenham pago pelo menos uma quota nos últimos dois anos).

Desde que a informação foi colocada online, em 12 de novembro, há mais quase 2.000 militantes em condições de escolher em 11 de janeiro o próximo presidente do PSD e, em relação ao total de militantes ativos, a percentagem subiu de 15,8 para 18,7%.

Hoje, em entrevista ao programa Vichyssoise, da Rádio Observador, o secretário-geral do PSD, José Silvano, mostrou-se confiante de que, mesmo com o novo sistema de atualização do pagamento de quotas, o número de militantes com quotas pagas possa chegar “perto dos 40 mil”.

Há mais militantes do PSD em Barcelos do que em todo o distrito de Viana – ranking

Por distrital, o maior número de quotas já pagas continua a registar-se na de Lisboa Área Metropolitana, com 3.859 militantes em condições de votar (19,45% do total dos que têm quotas em dia), seguida de perto pelo Porto, com 3.488 (17,58%), Braga, com 1.776 (8,95%), Aveiro 1.735 (8,74%), Leiria, 1.276 (6,43%), e Coimbra, com 1.040 (5,24%).

Todas as restantes estruturas têm menos de mil militantes com quotas válidas para a eleição, sendo as estruturas de Fora da Europa, Madeira, Europa e Açores as que tinham menos pessoas nessas condições – 1, 18, 22 e 31, respetivamente.

É nas Regiões Autónomas que se regista a maior diferença entre número de militantes ativos e militantes com quotas válidas: nos Açores são apenas 0,28% do universo total aqueles que têm quotas em dia e na Madeira apenas 0,17% dos ativos já pagou as quotas.

No ‘site’, é também disponibilizado o número de pedidos de referência (que permite a cada militante pagar a sua quota) por mensagem escrita de telemóvel, quase 15 mil, bem como o número de processos aprovados pela aplicação móvel do partido, 1.766.

As novas regras de pagamento de quotas no PSD – aprovadas em julho – determinam que os militantes recebem, por via postal ou eletrónica, uma referência de multibanco aleatória e apenas com validade de 90 dias – para novo pedido é preciso enviar um comprovativo de residência -, enquanto antes a referência para pagamento de quotas correspondia ao número de militante, antecedido de zeros.

De acordo com o regulamento aprovado no Conselho Nacional de Bragança, 16 de dezembro será a data limite para pagamentos de quotas por vale postal (só permitido a militantes com mais de 60 anos) e 22 de dezembro o prazo final para os restantes meios de pagamento.

Nas últimas diretas do PSD, em 13 de janeiro de 2018, votaram 44.254 militantes, de um universo de 70.835 com as quotas em dia no fecho dos cadernos eleitorais.

As eleições diretas no PSD realizam-se em 11 de janeiro, com uma eventual segunda volta uma semana depois, e o Congresso entre 07 e 09 de fevereiro, em Viana do Castelo.

Até agora, são candidatos à liderança do PSD o presidente Rui Rio, o antigo líder parlamentar Luís Montenegro e o vice-presidente da Câmara Municipal de Cascais (distrito de Lisboa), Miguel Pinto Luz.

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Braga

PSP deteve dois jovens suspeitos de furtos em centro comercial em Braga

Rapariga e rapaz de 18 e 19 anos detidos.

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Foto: DR / Arquivo

A Polícia de Segurança Pública (PSP) deteve dois jovens por furto de artigos num valor superior a 200 euros em várias lojas de um centro comercial de Braga, anunciou hoje aquela força.

Os detidos são uma rapariga de 19 anos e um rapaz de 18.

A PSP apreendeu ainda um alicate utilizado para retirar os alarmes dos artigos furtados, que estava na posse da suspeita.

Os detidos foram notificados para comparecerem nos Serviços do Ministério Público junto do Tribunal Judicial da Comarca de Braga.

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Braga

Homem em estado grave após atropelamento em Braga

Vítima de 35 anos

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Foto: Facebook do grupo "Moina na Estrada"

Um homem, de 35 anos, sofreu ferimentos graves na sequência de um atropelamento, esta tarde, em Braga.

O sinistro ocorreu por volta das 16:40 junto à rotunda da Rodovia, naquela cidade.

Foto: Paulo Jorge Magalhães / O MINHO

Ao local acorreram os Bombeiros Voluntários de Braga, a VMER e a Mota de Emergência Médica do INEM.

Desconhecem-se as causas do atropelamento, mas a vítima terá sido colhida fora de passadeira.
Foi transportada para o Hospital de Braga.
A PSP registou a ocorrência.

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Braga

Ao fim de 11 anos, familiares de três operários mortos em Braga recebem indemnização

Famílias das vítimas, de Ponte de Lima, apresentaram queixa contra negócios simulados

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Foto: DR

Ao fim de 11 anos, os familiares dos três homens que morreram soterrados na derrocada de um prédio em obras na Rua dos Chãos, em Braga, vão poder receber os 363 mil euros, mais juros, de indemnização que lhes foram arbitrados pelo Tribunal de Braga.

A execução da sentença é possível, dado que o Tribunal da Relação de Guimarães deu razão à decisão do Tribunal de Viana do Castelo de concordar, com uma ação paulina interposta pelo advogado Joaquim Magalhães, de Monção, anulando a venda de bens feita a familiares pelo empreiteiro José Cândido Armada, que era defendido pela advogada Adriana Amorim, de Ponte de Lima.

Sem bens, não era possível aos credores receber a indemnização. O Tribunal considerou fictícia a partilha de bens feita após o divórcio com a ex mulher e a doação de imóveis aos filhos após decisão de indemnização no processo-crime, em que o empreiteiro e um engenheiro foram condenados por violação das regras de segurança, a dois anos e meio de prisão, com pena suspensa, aplicando ainda 300 dias de multa, à taxa diária de dez euros, à empresa responsável pela obra.

As vítimas eram de Ponte de Lima

O acidente registou-se a 08 de setembro de 2008, quando as vítimas, de Ponte de Lima,  trabalhavam na construção de um prédio e ficaram soterradas numa vala, após o desmoronamento de um edifício contíguo.

O tribunal deu como provado que o plano de segurança “não contemplava” a abertura daquela vala, que teria 80 centímetros de profundidade, 100 centímetros de largura e oito metros de comprimento. Os arguidos não cuidaram de entaipar a vala nem promoveram estudos geológicos dos terrenos envolventes ou sobre a robustez do prédio que ruiu.

Os juízes concluíram que “agiram conscientes da possibilidade” de aquele prédio ruir e do consequente risco para a vida dos trabalhadores.Por isso, imputou-lhes uma conduta negligente, tanto mais que “era visível” o estado de degradação do prédio que ruiu, que teria 100 anos.

(notícia atualizada às 20h28 com remoção do nome dos intervenientes no processo após pedido das famílias)

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