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Eleições Legislativas: Calendário dos debates

Nas televisões e nas rádios

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Foto: Arquivo

RTP, SIC e TVI vão realizar, entre 02 e 23 de setembro, 12 frente a frente e um debate com os líderes dos seis principais partidos sobre as legislativas de outubro, disseram à Lusa fontes das televisões.

O debate a seis com os líderes dos maiores partidos (PS, PSD, BE, PCP, CDS e PAN) está agendado para 23 de setembro e será transmitido pela RTP.

No dia 16, o “duelo” televisivo entre os líderes dos dois maiores partidos, António Costa, do PS, e Rui Rio, do PSD, com a duração de cerca de 60 minutos, será transmitido em simultâneo na RTP, SIC e TVI.

Além destes, haverá mais um debate a seis, este organizado por três rádios, Rádio Renascença, RDP e TSF, no dia 18 de setembro.

A estação pública fará, igualmente, um debate com os restantes partidos concorrentes, em data ainda a definir.

Os frente a frente, com a duração de cerca de 30 minutos, começam em 02 de setembro com António Costa e Jerónimo de Sousa (PCP), na SIC, e o último é na TVI em 15 de setembro entre Rui Rio (PSD) e Catarina Martins (BE).

O PCP optou por estar representado nos debates em canal aberto, com António Costa e Rui Rio, e não participa nos frente a frente com as líderes do CDS, Assunção Cristas, do BE, Catarina Martins, e com André Silva, deputado do PAN, nos canais informativos, por cabo.

Numa nota enviada à Lusa, o gabinete de imprensa do PCP considera que PS e PSD estão a ser tratados, pelas televisões, como “partidos de primeira”, dado que Costa e Rio fazem os seus debates em canal aberto, e os restantes, “de segunda”, fazem os seus frente a frente nos canais por cabo.

A proposta das televisões “não garante os princípios básicos da imparcialidade”, pela “diferença de oportunidades” dada a cada um, “facimente mensurável pela abissal diferença de audiências que se propiciam a uns”, em canal aberto, “e se negam a outros”, por canal de cabo, lê-se na nota dos comunistas.

Nos primeiros quinze dias de setembro haverá quase diariamente frente a frente televisivos, de acordo com o calendário discutido e acordado nas últimas semanas entre as direções das televisões e representantes dos partidos.

Em 02 de setembro, debatem António Costa e Jerónimo de Sousa, na SIC, no dia 03 Assunção Cristas e Catarina Martins, na RTP3, no dia 5 Rui Rio e Assunção Cristas, na SIC, e no dia 06 António Costa e Catarina Martins, na RTP1.

No dia 07, o frente a frente é entre Catarina Martins e André Silva, na SIC Notícias, no dia 09 Rui Rio e André Silva, na RTP1, e no dia 11 António Costa e André Silva, na SIC.

Os “duelos” televisivos continuam em 12 de setembro entre Rui Rio e Jerónimo de Sousa, na RTP1, no dia 13 entre António Costa e Assunção Cristas, na TVI, no dia 14 é a vez de Assunção Cristas e André Silva, na RTP3, e o último, no dia 15, oporá Rui Rio e Catarina Martins, na TVI.

As eleições legislativas, para escolher os 230 deputados à Assembleia da República, foram marcadas pelo Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, para 06 de outubro.

Calendário de debates previstos para setembro

Dia 02 – António Costa/Jerónimo de Sousa – SIC

Dia 03 – Assunção Cristas/Catarina Martins – RTP3

Dia 05 – Rui Rio/Assunção Cristas – SIC

Dia 06 – António Costa/Catarina Martins – RTP1

Dia 07 – Catarina Martins/André Silva – SIC Notícias

Dia 09 – Rui Rio/André Silva – RTP1

Dia 11 – António Costa/André Silva – SIC

Dia 12 – Rui Rio/ Jerónimo de Sousa – RTP1

Dia 13 – António Costa/Assunção Cristas – TVI

Dia 14 – Assunção Cristas/André Silva – RTP3

Dia 15 – Rui Rio/Catarina Martins – TVI

Dia 16 – António Costa/Rui Rio – Em simultâneo na RTP1/SIC/TVI

Dia 18 – Debate com todos – organizado pelas rádios RR, RDP, TSF

Dia 23 – Debate com todos – RTP

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País

Mais de 50 jornalistas subscrevem abaixo-assinado em defesa de Maria Flor Pedroso

Entre os quais Adelino Gomes, Henrique Monteiro, Anabela Neves e Francisco Sena Santos

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Foto: DR / Arquivo

Mais de 50 jornalistas, entre os quais Adelino Gomes, Henrique Monteiro, Anabela Neves e Francisco Sena Santos, subscreveram hoje um abaixo-assinado em defesa da jornalista Maria Flor Pedroso, diretora de informação da RTP.

“Confrontados com o grave ataque público à integridade profissional da jornalista Maria Flor Pedroso, os jornalistas abaixo-assinados não podem deixar de tomar posição em sua defesa, independentemente das questões internas da empresa onde é diretora de informação, que manifestamente nos ultrapassam”, referem os 55 jornalistas que subscrevem o documento.

No abaixo assinado, com quatro pontos, os jornalistas – de várias redações – apontam que “Maria Flor Pedroso é jornalista há mais de 30 anos, sem mácula”, uma “jornalista exemplar” e “reconhecida e respeitada pelos pares”.

Os subscritores defendem que a diretora de informação da RTP “é uma das mais sérias profissionais do jornalismo português”, tendo chegado “por mérito ao cargo que atualmente ocupa”.

Maria Flor Pedroso é “defensora irredutível do jornalismo livre, rigoroso”, “sem cedências ao mediatismo, a investigações incompletas, ou à pressão de poderes de qualquer natureza”, sublinham no abaixo-assinado.

Recordam ainda que a profissional “foi escolhida pelos pares para presidir à Comissão Organizadora do 4.° Congresso dos Jornalistas Portugueses, uma iniciativa que se revelou um marco na discussão dos problemas da profissão”.

Maria Flor Pedroso “é frontal”, “rejeita favores” e “nunca foi acusada de mentir”, salientam no seu abaixo-assinado.

A diretora de informação da RTP garantiu hoje que “nunca” informou a diretora do Instituto Superior de Comunicação Empresarial (ISCEM) sobre a investigação que o programa “Sexta às 9” estava a fazer sobre a instituição, refutando acusações da jornalista Sandra Felgueiras.

Em causa está um relato feito pela coordenadora do programa, em 11 de dezembro, numa reunião com o Conselho de Redação, em que adiantou que o “Sexta às 9” estava a investigar suspeitas de corrupção no âmbito do processo de encerramento do ISCEM, que passava pelo alegado recebimento indevido de “dinheiro vivo”.

Nesse âmbito, Sandra Felgueiras acusou Maria Flor Pedroso de ter transmitido informação privilegiada à visada na reportagem, o que a diretora “rejeitou liminarmente”, de acordo com as atas do Conselho de Redação.

Na próxima segunda-feira, está agendado um plenário na RTP, convocado pelo Conselho de Redação, sobre a situação que envolve a diretora de informação e o programa “Sexta às 9”.

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Funcionários públicos com tolerância de ponto em 24 e 31 de dezembro

Despacho já foi assinado pelo primeiro-ministro

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Foto: Divulgação

O primeiro-ministro, António Costa, assinou esta sexta-feira um despacho em que o Governo concede tolerância de ponto nos dias 24 e 31 de dezembro aos trabalhadores que exercem funções públicas no Estado.

De acordo com uma nota divulgada pelo gabinete do primeiro-ministro, o Governo justifica a tolerância de ponto “considerando que é tradicional a deslocação de muitas pessoas para fora dos seus locais de residência no período natalício e de ano novo, tendo em vista a realização de reuniões familiares”.

Na mesma nota, invoca-se “a prática que tem sido seguida ao longo dos anos” e “a tradição existente no sentido da concessão de tolerância de ponto, nesta época, nos serviços públicos não essenciais”.

“É concedida tolerância de ponto aos trabalhadores que exercem funções públicas nos serviços da administração direta do Estado, sejam eles centrais ou desconcentrados, e nos institutos públicos nos próximos dias 24 e 31 de dezembro de 2019. Excetuam-se os serviços e organismos que, por razões de interesse público, devam manter-se em funcionamento naquele período, em termos a definir pelo membro do Governo competente”, lê-se no despacho.

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Ministro afirma que forças de segurança já receberam mais de mil novas viaturas

Segundo Eduardo Cabrita, a frota da GNR foi reforçada em 507 viaturas desde meados de 2018

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Foto: DR / Arquivo

O ministro da Administração Interna disse esta sexta-feira, no Cartaxo, que as forças de segurança já receberam mais de mil das 2.300 novas viaturas a serem entregues até 2021. Eduardo Cabrita falava na cerimónia de entrega de mais 41 novas viaturas à Guarda Nacional Republicana (GNR), que decorreu à tarde em frente à Câmara Municipal do Cartaxo (no distrito de Santarém).

Segundo o ministro, a frota desta força foi reforçada, desde meados de 2018, em 507 viaturas. Eduardo Cabrita reafirmou que, até 2021, serão entregues um total de 2.300 novas viaturas à GNR, à Polícia de Segurança Pública (PSP) e ao Serviço de Estrangeiros e Fronteiras (SEF), no âmbito do concurso lançado em novembro de 2017.

A aquisição de novas viaturas, que começaram a ser entregues em meados de 2018, insere-se na Lei da Programação de Investimentos para as Forças e Serviços de Segurança, que prevê, entre 2018 e 2021, uma verba de 450 milhões de euros para infraestruturas, edifícios, armamento, equipamentos de proteção individual, viaturas, frisou.

As 41 viaturas entregues esta sexta-feira destinam-se às componentes territorial, de investigação criminal, de manutenção de ordem pública, cinotécnica, de honras de Estado e de apoio logístico, incluindo 15 motos para patrulhamento e três viaturas elétricas.

“Esta é uma componente de rejuvenescimento, neste caso do parque automóvel da GNR, um contributo mais para a Guarda contribuir para aquilo que é essencial: Portugal continuar a ser reconhecido como um dos países mais seguros do mundo”, afirmou o ministro, lembrando a proximidade e a “capilaridade” desta força, que possui “mais de 500 postos um pouco por todo o país”.

O Comandante-Geral da GNR salientou a importância da renovação de uma frota automóvel que conta com mais de 6.000 viaturas, que fazem, em média, 200.000 quilómetros por dia, o que disse ser demonstrativo da presença desta força em 94% do território nacional.

Botelho Miguel referiu o crescente número de viaturas elétricas e híbridas da frota, o que inseriu nas preocupações de gestão sustentável de recursos e de proteção da natureza e do ambiente, também uma das vertentes de atuação da Guarda.

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