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Efacec ganha concurso para centrais fotovoltaicas da TMG em Guimarães e Famalicão

Para a TMG – Têxtil Manuel Gonçalves

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Central Fotovoltaica construída pela Efacec em Évora. Foto: Divulgação

A Efacec ganhou vários concursos para a execução de quatro centrais fotovoltaicas em Vila Nova de Famalicão e Guimarães, no Minho, e nos Açores e Beja, revelou a empresa em comunicado.


As centrais fotovoltaicas de Vila Nova de Famalicão e Guimarães, terão, respetivamente, uma capacidade de 1,43 MW (Megawatts) e de 1 MW tendo sido adjudicadas pelo cliente TMG Textile e TMG – Automotive.

“Estes projetos vão evitar a emissão de 5.850 toneladas de CO2, o equivalente à plantação de 37 mil árvores, gerando, ao mesmo tempo, energia para 1.049 habitações”, segundo a companhia.

Paralelamente, na ilha de Santa Maria, nos Açores, “vai nascer uma nova central com a capacidade de 600 kW (kilowatt), com o objetivo de tornar a ilha energeticamente mais independente”.

O concurso público foi lançado pela EDA Renováveis S.A. com o objetivo de assegurar “uma solução chave-na-mão”, para um projeto que irá abastecer cerca de 500 habitações e prevenir a produção de 504 toneladas de CO2.

No Alentejo, a Efacec ganhou um concurso lançado pela EDIA, para a central fotovoltaica de Moura, com 1 MW, em Beja, que “vai permitir a distribuição de energia para 801 habitações”, ajudando a reduzir a emissão de 901 toneladas de CO2.

“Este projeto destaca-se pela utilização de tecnologia de seguidor de um eixo que permite otimizar a produção de energia, a partir do sol, ao longo do dia”, explicou a mesma nota.

Em conjunto, estes projetos equivalem à “plantação de cerca de 70 mil árvores”, de acordo com a Efacec, que conta com a experiência, no setor fotovoltaico, no desenvolvimento de soluções chave-na-mão e assistência.

Na semana passada, a empresa anunciou que cresceu 100% na faturação da mobilidade elétrica, atingindo os 36 milhões de euros, em 2018 face ao período homólogo, em que registou 17 milhões de euros, de acordo com um comunicado.

A Efacec conseguiu assim triplicar “a produção de carregadores rápidos e ultrarrápidos” e lançar novos projetos, “nomeadamente soluções de carregamento” com armazenamento incluído, “soluções integradas (‘hardware’ e software) para carregamento residencial e frotas, soluções de carregamento para frotas de camiões e evoluir a gama de alta potência”, de acordo com a mesma nota.

Neste momento, o negócio da mobilidade elétrica representa 6% no total da Efacec, sendo que o grupo pretende que atinja os 15%, ou seja, perto de 100 milhões de euros.

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Guimarães

Hospital de Guimarães entre os oito finalistas ao prémio de excelência de resposta à covid-19

Healthcare Excellence

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Foto: DR / Arquivo

O Hospital da Senhora da Oliveira, de Guimarães, encontra-se entre os oito finalistas do Prémio Healthcare Excellence, graças ao seu projeto “Educar para Nascer”.

Este ano, a iniciativa vai distinguir projetos desenvolvidos no âmbito de resposta à pandemia de covid-19, tendo recebido um total de 70 candidaturas.

Os projetos finalistas serão apresentados na reunião final, no próximo dia 21 de outubro, no âmbito da Conferência de VALOR APAH.

Esta é já a sétima edição do Prémio Healthcare Excellence, promovido pela Associação Portuguesa de Administradores Hospitalares (APAH) e a biofarmacêutica AbbVie.

Entre os finalistas, além do Hospital da Senhora da Oliveira, estão outras sete instituições de saúde: ACES Douro Sul, Centro Hospitalar e Psiquiátrico de Lisboa, Centro Hospitalar e Universitário de São João, Health Cluster Portugal, Hospital Garcia de Orta, Serviços Partilhados do Ministério da Saúde (SPMS) e Sociedade Portuguesa de Esclerose Múltipla (SPEM).

Na reunião de finalistas, marcada para as 10:00 horas, do dia 21 de outubro, serão apresentados os projetos finalistas, com a presença dos membros do júri. O anúncio do vencedor do Prémio Healthcare Excellence será feita no mesmo dia, numa cerimónia agendada para as 17 horas.

Além da qualidade da apresentação final, a inovação e a replicabilidade em outras instituições de saúde são também critérios de avaliação.

A decisão ficará a cargo do júri presidido por Delfim Rodrigues, vice- presidente da APAH, e que integra Dulce Salzedas, jornalista da SIC, Ricardo Mestre, vogal do da Administração Central do Sistema de Saúde (ACSS) e Ricardo Mexia, presidente da Associação Nacional dos Médicos de Saúde Pública (ANMSP).

A reunião final de apresentação dos projetos, assim a cerimónia de anúncio do vencedor, serão transmitidos em livestream na página Facebook da APAH.

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Ave

Famalicão com mais de dois mil lugares de estacionamento gratuito na cidade

Obras públicas

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Foto: Divulgação / CM Famalicão

Na sequência do arranque das obras de requalificação do Centro Urbano de Famalicão, que tornou inativo, durante o período de obras, dois parques de estacionamento em Famalicão – o Parque pago D. Maria II e o parque livre Mouzinho de Albuquerque (antigo campo da feira) – e na sequência da apreensão pública que surgiu na comunidade, a Câmara de Famalicão lembra as alternativas existentes em Famalicão ao nível do estacionamento público.

Em comunicado, a autarquia refer que existem parques grátis no Campo da Feira (800 lugares exceto à quarta-feira), na Devesa, junto à Central de Camionagem (347 lugares), na Casa das Artes (108 lugares), no Estádio Municipal – Rua S. Julião (50 lugares)
e ainda no Parque da Estação, com 70 lugares gratuitos para detentores de titulo de transporte público.

Para além destes, os famalicenses podem estacionar nos parques de estacionamento do Jumbo e do E-Leclerc, que disponibilizam “largas centenas de estacionamento público nas entradas Norte e Este da cidade”, recomenda a autarquia.

Por sua vez, existem ainda os parques pagos dos Paços do Concelho (239 lugares) e do Parque Sagres (150).

A intervenção em curso vai durar cerca de um ano, abrangendo o quarteirão urbano localizado entre as praças D. Maria II e Mouzinho de Albuquerque e ruas adjacentes, “dotando-as de mais e melhores zonas sociais e simultaneamente mais espaços para peões e para os modos de transporte suaves”, explicou a autarquia.

“Os efeitos esperados são a melhoria da qualidade de vida das populações residentes, uma maior atratividade da cidade, reforço da rede pedonal e ciclável complementada com o uso de transportes públicos, melhoria ambiental e qualificação dos espaços de utilização pública”, refere a Câmara de Famalicão.

A obra tem comparticipação do Norte 2020, através do programa FEDER – Fundo Europeu de Desenvolvimento Regional.

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Guimarães

Guimarães investe 4,6 milhões para dar nova vida ao centro das Taipas

Obras públicas

em

Foto: Divulgação / CM Guimarães

As obras de requalificação do Centro Cívico da Vila das Taipas arrancam esta terça-feira, 20 de outubro, com um prazo de execução de 730 dias, anunciou o município de Guimarães.

O projeto prevê que a qualidade do novo Centro Cívico da Vila das Taipas deva recuperar a importância do recurso hídrico preexistente, nomeadamente o rio Ave e a ribeira da Canhota, assim como o seu papel estruturante na caracterização do espaço.

A requalificação do centro das Taipas apresenta ainda um conjunto de premissas relativas à mobilidade pedonal, à sensibilidade ecológica e ao património.

O programa define um centro composto pela configuração de novos espaços com vocação própria que promovem um conjunto de percursos e articulam novas relações entre os equipamentos de proximidade, localizados no próprio centro (Junta de Freguesia, Centro Pastoral, Igreja Matriz, antigo Mercado, Banhos Novos e Velhos) ou numa área de influência mais alargada (Escola Secundária, Feira, Parque das Taipas e rio Ave).

A obra recebeu o visto do Tribunal de Contas no mês passado e foi adjudicada à ABB pelo valor de 4.696.357,00 euros (acrescido de IVA).

Este projeto de Requalificação do Centro Cívico da Vila das Taipas é da autoria do Centro de Estudos da Escola de Arquitetura da Universidade do Minho.

Alteração de trânsito

No âmbito desta intervenção, será proibido o trânsito na Avenida Trajano Augusto, a partir desta terça-feira, dia 20 de outubro, por um período previsto de quatro meses.

Neste período será invertido o sentido único de circulação na Rua Dr. Alfredo Fernandes, adotando o sentido único de circulação norte-sul, perdendo prioridade no entroncamento com a Avenida da República/Rua da Lameira (EN310 desclassificada).

Os desvios alternativos serão devidamente sinalizados, bem como assegurado o acesso local, designadamente aos moradores.

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