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Famalicão

Educação Artística. Mais de 100 crianças e jovens participam no ARTcamp 2018 em Famalicão

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Foto: Divulgação / A Casa ao Lado

São mais de 100 as crianças e jovens que, em julho e agosto, participam na estreia do ARTcamp 2018, projeto inovador no campo da Educação Artística em Portugal e que transformou uma quinta de Famalicão, em Requião, num espaço que “potencia a criatividade, a expressão individual e a capacidade de representação gráfica”.

Implementado pel’A Casa Ao Lado, centro artístico que, desde 2005 tem desempenhado um papel ativo na dinamização cultural da cidade, o conceito do projeto ARTcamp 2018 – diz a organização – “assume uma vocação pedagógica, recorrendo às diferentes expressões artísticas para dar largas à criatividade dos mais jovens”.

“O programa do ARTcamp 2018 proporciona atividades do campo artístico tão diversas como a pintura de murais, escultura e modelação de peças em barro, passando pela azulejaria, pirogravura e até Land Art, uma técnica em que os elementos presentes no meio ambiente são trabalhados de forma a que as obras de arte produzidas se integrem na própria Natureza”, conta Ricardo Miranda, diretor artístico d’A Casa Ao Lado’.

De palmo e meio e Jovens artistas

A partir deste domingo, 15 de julho, a Quinta d’A Casa Ao Lado abre as portas aos primeiros “artistas”, que serão divididos em dois grupos – Artistas de palmo e meio (dos 6 aos 11 anos) e Jovens artistas (dos 12 aos 16 anos). O programa terá a duração de cinco dias e, até ao final de agosto, a quinta acolhe, todas as semanas, novos grupos de crianças e jovens.

“Procuramos alertar as nossas crianças e jovens para as realidades que existem à sua volta, fomentando as suas capacidades interventivas para as transformar, desenvolvendo um espírito crítico e criativo”, explica Ricardo Miranda.

Entre outras atividades, os programas semanais do ARTcamp 2018 incluem uma caminhada cultural de 5 Km’s, de Requião à Pousada de Saramagos, sessões de oficina dedicadas à aprendizagem e experimentação das técnicas utilizadas por artistas nacionais contemporâneos, como o grafitter Vhils e o artista de rua Bordalo II, e visitas à Fundação José Rodrigues e à Fundação Castro Alves.

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