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Braga

Ecrã gigante em Braga para a Taça de Portugal

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Os adeptos do Sporting de Braga que não vão deslocar-se ao estádio do Jamor, no domingo, poderão ver a final da Taça de Portugal de futebol num ecrã gigante na praça do Município, em Braga.

É a primeira vez que este local do centro histórico será usado para um evento do género. A praça e as imediações formam uma espécie de largo anfiteatro e a autarquia “espera que a praça encha”.

Para o Jamor, a câmara de Braga, com a ajuda de empresas locais, fretou várias dezenas de autocarros para transportar gratuitamente os adeptos bracarenses, estando já completamente lotados 125 desses veículos.

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Braga

Empresário de Fafe acusado de insolvência dolosa

Ministério Público

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O Ministério Público (MP) deduziu acusação contra um empresário de Fafe, imputando-lhe um crime de insolvência dolosa de uma sociedade, informou, esta quarta-feira, fonte judicial.

Segundo se lê no sítio da Internet da Procuradoria-Geral Distrital do Porto, o arguido, “tendo dado conta da situação de fragilidade da empresa, terá, de 2012 a 2015, retirado da sociedade “quantias em dinheiro, fez desaparecer parte dos bens que integravam o seu património e apropriou-se do produto de vendas efetuadas que não fez registar nas contas nem integrou no património da sociedade”.

O MP promoveu que o arguido, que era gerente da sociedade, fosse condenado a pagar ao Estado o valor de 136.278 euros, “correspondente à vantagem desta atividade criminosa que desenvolveu”.

A empresa foi declarada insolvente no Tribunal Judicial de Braga (Guimarães, juízo central do comércio), por sentença datada de 29 de março de 2016 e nesse processo ficaram por liquidar créditos no valor de 277.047 euros, incluindo laborais, segundo o MP.

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Braga

TUB com 12,4 milhões de passageiros em 2019: “Um exemplo para o país”

Transportes públicos

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Foto: DR / Arquivo

Os Transportes Urbanos de Braga (TUB) ultrapassaram os 12,4 milhões de passageiros em 2019 e registaram um aumento de 6,22% da receita e um crescimento de utentes de 3,99%, anunciou hoje a autarquia.

Em comunicado, a Câmara Municipal de Braga salienta que 2019 foi o “sexto ano consecutivo” em que aquela empresa municipal apresentou resultados positivos, sendo que em 2019 a receita total foi superior a 7,2 milhões de euros, “resultante do aumento da venda de títulos em cerca de 6,5 milhões de euros (mais 4,66%)” e do “incremento do aluguer de viaturas que superou os 722 mil euros (mais 22.86%) face ao ano anterior”.

Segundo o texto, “os TUB fecharam o ano com um resultado líquido positivo superior a 153 mil euros, percorreram 6,1 milhões de quilómetros, tendo prestado mais de 399 mil horas de serviço público e em 64 dias do ano passado ultrapassaram mesmo os 50 mil passageiros transportados num só dia”.

Sobre a “nova área de atuação” dos TUB, a fiscalização o Estacionamentos Urbanos de Braga (EUB), a autarquia revela que em 2019 foram emitidas 580 avenças para moradores, 256 para comerciantes e 10 para viaturas elétricas.

“Desde que entraram em funcionamento, os TUB registaram uma receita superior a 59 mil euros nos paquímetros, 3.100 euros na aplicação ‘Via Verde Estacionar’, 240 euros na aplicação ‘iParque’ e quase 23 mil euros em pagamentos de avisos”, lê-se.

“Os TUB são um exemplo a nível nacional ao apresentar um crescimento contínuo e sustentado ao longo dos últimos seis anos. Esta empresa tem feito um percurso verdadeiramente notável no setor que se traduz, ano após ano, no aumento do número de passageiros, no aumento de receita, na redução de custos de operação e manutenção e nos números excecionais no desempenho e cumprimento das obrigações sem que, para isso, seja necessário penalizar os utilizadores com aumento de tarifários”, enlate o presidente da autarquia, Ricardo Rio

Com 345 colaboradores e 136 viaturas, os TUB possuem uma rede de 301 quilómetros e mais de 1860 paragens. Em 2019, os autocarros efetuaram 592.363 mil viagens, apresentando uma taxa de serviços efetuados na ordem dos 99.91%.

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Braga

Adesão total à greve dos técnicos de diagnóstico do Hospital de Braga

Protesto

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Foto: DR / Arquivo

Os Técnicos Superiores de Diagnóstico e Terapêutica (TSDT) do Hospital de Braga aderiram “a 100%” à greve de hoje, demonstrando “união” em torno da melhoria dos métodos de trabalho e na adesão ao acordo coletivo de trabalho, revelou o sindicato.

Os dados avançados pelo sindicato que representa os TSDT, que estão desde as 00.00 a cumprir uma jornada de luta pela “aplicação, com efeitos retroativos, do Decreto-Lei 62/79, a correta nomeação dos coordenadores, a constituição do Conselho Técnico, devidamente refletido no regulamento interno e a regularização dos vínculos precários”, referem ainda que estão apenas a funcionar os serviços mínimos.

Em declarações à Lusa, a representante do Sindicato Nacional dos TSDT, Carminda Costa, indicou que os números da greve “são muito significativos” e “demonstram a união de todos os trabalhadores” em torna das reivindicações que levaram à greve.

“As nossas reivindicações passam pela adesão ao acordo coletivo de trabalho (ACT) dos Hospitais EPE, a correta nomeação dos coordenadores, a constituição do Conselho Técnico, a regularização dos vínculos precários e a melhoria dos métodos de trabalho”, apontou.

Segundo aquele sindicato, após a passagem para a esfera pública do Hospital de Braga, foram “levadas a cabo várias medidas com vista à defesa das condições laborais” dos TSDT, mas “embora o Conselho de Administração se tenha mostrado sensível, considera-se incapaz de resolver a situação, porque aguarda orientações da Administração Regional de Saúde do Norte e da tutela”.

Contactada pela Lusa, fonte do Hospital de Braga, que a 31 de agosto de 2019 deixou de funcionar como Parceria Publico Privada, passando a funcionar como Entidade Pública Empresarial (EPE), remeteu para um comunicado de 10 de fevereiro.

No texto, o Hospital de Braga lembrava que “valorizar e motivar os profissionais é um dos objetivos máximos do Conselho de Administração do Hospital de Braga”, salientando que aquele órgão “está fortemente empenhado neste compromisso”.

Neste sentido, referem, “de forma a garantir uma aproximação às preocupações dos seus profissionais, o Conselho deliberou aplicar o Decreto – Lei n.º62/79, de 30 de março, que estabelece especificações do regime de trabalho dos profissionais de saúde e respetivas remunerações”.

O Hospital esclarece ainda que decidiu “efetuar o pedido de adesão aos Acordos Coletivos de Trabalho, garantindo a igualdade entre profissionais”, sendo que “neste momento, está a ser ultimado o procedimento de adesão a estes acordos, tendo sido previsto no orçamento de 2020 os respetivos impactos financeiros, quer das atualizações salariais quer da necessidade de recursos necessários com a passagem do horário normal de trabalho para as 35 horas semanais”.

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