Economista de Braga julgado por tráfico de droga - O MINHO
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Economista de Braga julgado por tráfico de droga

O Bairro do Monte Picoto, em Braga, onde o grupo operava. Foto: Joaquim Gomes / O MINHO

Braga

Economista de Braga julgado por tráfico de droga

O economista bracarense Paulo Manuel Peixoto da Silva será brevemente julgado pela acusação de tráfico de droga, que envolve também um sobrinho do falecido Cónego Melo.

Paulo Silva, de 54 anos, ultimamente com a residência na freguesia de Turiz, Vila Verde, faz parte do grupo de nove homens e quatro mulheres, todos acusados de tráfico de drogas duras – cocaína e heroína – alegadamente traficadas entre as cidades do Porto e de Braga.

Consumidores de droga a subir para o Bairro do Monte Picoto. Foto: Joaquim Gomes / O MINHO

Segundo a acusação do Ministério Público, à qual o O MINHO teve acesso, Paulo Silva é considerado “o principal colaborador dos arguidos quanto às aquisições de estupefaciente junto dos fornecedores, pelo menos no período compreendido entre 11 de agosto de 2016 e 23 março de 2017, numa cadência de três em três dias” e “além de colaborar com outros arguidos nas aquisições de estupefaciente junto dos fornecedores, distribuiu directamente a terceiros a referida substância”, isto é, várias porções de cocaína, como apurou a GNR.

Sobrinho do Cónego Melo

Outro arguido famoso é António Manuel Melo Peixoto (“Tony” Melo), de 60 anos, sobrinho do falecido Cónego Melo, era casado com a paroquiana que se apaixonou pelo sacerdote da sua terra, originário de Vila Verde, resultando um filho, entre o então pároco de Sequeiros (Amares), de Souto e de Mateus (Terras de Bouro) e a ex-mulher de “Tony”.

“Tony” Melo foi o alegado “correio” apanhado a transportar cocaína, entre Porto e Braga, sendo um dos toxicómanos protagonizado em “Tentação” por Diogo Infante (“Hélder”) e um dos doze detidos na megaoperação da GNR “Infante/035”, realizada pelo Núcleo de Investigação criminal (NIC) do Destacamento Territorial da GNR da Póvoa de Lanhoso.

Aquando da sua detenção, “Tony” Melo, que segundo uma acusação agora proferida pelo Ministério Público teria um papel subalterno em relação aos principais suspeitos, de quem seria “correio” e “motorista”, foi o único a prestar declarações aos jornais, aquando da sua detenção, afirmando logo que a cocaína apreendida seria para próprio consumo e não destinada a traficar em Braga, referindo que no Porto o preço seria metade que em Braga.

Segundo as investigações da GNR da Póvoa de Lanhoso, “Tony” Melo iria entregar uma porção de cocaína suficiente para mais de 300 doses, no Bairro do Monte do Picoto, em Braga, que foi detido, assim como um casal que utilizaria casas sociais do Bairro de Santa Tecla e também no Bairro Monte Picoto, ambas da Câmara Municipal de Braga, tendo sido detido a 19 de junho do ano passado, a sair com droga, do Bairro do Aleixo, no Porto.

O destinatário da droga, no Bairro do Monte Picoto, em frente ao Estádio 1º de Maio, em Braga, ficou preso preventivamente, assim como a companheira e um outro suspeito de traficar cocaína, que alegadamente se fazia ainda a partir do Bairro Social de Santa Tecla.

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