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Barcelos

É de Barcelos, trocou restauração pela música e foi convidada para o Festival da Canção

Cultura

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Fábia Maia, de Barcelos, é uma das 18 convidadas pela organização do festival para participar no Festival da Canção, edição do ano 2021. Promete arrasar, com uma música nova que vai marcar o começo de um novo rumo para a sua carreira.


A artista, que recusa definir o seu estilo musical, tentou participar o ano passado no festival da canção e não conseguiu. Este ano, não precisou de concorrer, pois foi convidada: “Sinto-me bem é um momento muito bom. A música que vou cantar é surpresa, mas é música de alma, como tudo o que faço”.

Foto: DR

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Dedicou-se exclusivamente à música há um ano, sufocada por um emprego na restauração, que decidiu abandonar, Fábia saltou da cozinha para os palcos e está a preparar e gravar o lançamento de um novo E.P. “Foi ótima esta decisão de me dedicar exclusivamente à música. Surgiram-me mais contactos e oportunidades”. A artista já trabalhou com alguns dos melhores produtores e engenheiros de som do país.

É bissexual, orientação sexual que não se cansa de repetir, pois “é preciso darmos a cara para a sociedade avançar”. Fábia agradece à companheira, com quem namora há um ano e representa um papel essencial no progresso musical da cantora: “Deu-me o apoio e a liberdade que preciso para criar”.

Foi com uma guitarra e covers de Allen Halloween, Valete e Jimmy P que Fábia Maia se iniciou no mundo da música há 5 anos. Com as visualizações obtidas nas diversas plataformas, Fábia não passou despercebida. Começou a participar em concertos com alguns dos grandes rappers nacionais, como Regula ou Jimmy P. 

Fábia Maia gravou o primeiro do E.P em 2017. Ganhou conhecimento, contacto e experiência. Prepara-se agora para desenvolver um projeto no mundo da música cada vez mais pessoal e identitário. O festival da canção vai ser o ponto de partida. 

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Barcelos

Nem a mãe lhe valeu. Homem de Barcelos ‘apanha’ seis anos de prisão por assaltos

Crime

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Foto: Paulo Jorge Magalhães / O MINHO (Arquivo / Ilustrativa)

O Tribunal Judicial de Braga condenou hoje a seis anos de prisão um homem acusado de três crimes de furto qualificado em Barcelos, sendo os alvos uma empresa de construção, uma farmácia e um talho.

O arguido, de 39 anos e residente em Barcelos, foi ainda condenado por dois crimes de violação de imposições, proibições ou interdições, por conduzir quando estava proibido de o fazer pelo tribunal.

Da empresa de construção, com sede em Barcelinhos, foram furtados artigos eletrónicos, máquinas e ferramentas e 2.400 litros de combustível do depósito de seis camiões.

Num talho em Carvalhal, o arguido já se tinha apoderado de uma balança digital de grandes dimensões e de uma motosserra, mas foi surpreendido e detido pela GNR, pelo que se tratou de um furto na forma tentada.

No escritório de uma farmácia em Barcelos, levou uma carteira com mais de 2.000 euros.

O homem estava também acusado de violência doméstica sobre o pai, mas acabou por ser absolvido deste crime, por falta de provas.

O pai optou por não prestar declarações em tribunal e a mãe falou para “inocentar” o filho, num depoimento “emotivo e pouco objetivo, próprio de quem tem uma relação familiar muito próxima com o arguido”.

Da mesma forma, o arguido foi absolvido de um crime de violação de domicílio agravado, de que estava acusado pelo Ministério Público por alegadamente ter forçado a entrada na casa dos pais.

Para a fixação da medida da pena, o tribunal teve em conta as “vastíssimas condenações” anteriores do arguido, por mais de 20 crimes, entre furto, ofensas à integridade física, roubo, dano, coação, ameaça, simulação de crime e condução sem habilitação legal.

No processo, é arguido um outro homem, que foi condenado a três anos e meio de prisão, com pena suspensa, pela coautoria do furto na empresa de construção.

O tribunal declarou ainda a perda a favor do Estado de 9.700 euros, quantia que os arguidos terão de restituir.

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Barcelos

Construtora de Barcelos é a PME portuguesa que melhor exporta no ramo serviços

Economia

em

Foto: DR / Arquivo

A empresa ConstruGomes, com sede em Perelhal, no concelho de Barcelos, foi distinguida com o prémio Melhor PME Portuguesa no ramo Serviços, na 10.ª edição dos Prémios Exportação & Internacionalização, a cargo do Novo Banco e do Jornal de Negócios em parceria com a Iberinform Portugal.

Em comunicado publicado através das redes sociais, a empresa, que em 2020 recebeu um primeiro prémio mundial pela construção de uma ponte de seis vias em Inglaterra, explica que “o objetivo deste prémio é promover o sucesso das empresas nacionais, no âmbito da Exportação e da Internacionalização”.

Ponte de seis vias em Inglaterra vale 1.º prémio mundial a construtora de Barcelos

“A administração da ConstruGomes, abordou temas estratégicos para o negócio da empresa, nomeadamente a importância da segurança nas soluções que implementamos, a qualidade do serviço que prestamos e a inovação dos processos e dos equipamentos que concebemos, fabricamos e operamos”, refere a mesma nota.

A empresa entende que tudo isto “foi conseguido através da dedicação e do compromisso dos colaboradores e da confiança dos clientes”. “É a eles que dedicamos este prémio. A eles o nosso muito obrigado”, vinca a nota.

Na cerimónia foram conhecidas as PME e Grandes Empresas vencedoras em duas vertentes: Prémios Exportação, que distinguem as empresas com melhor performance exportadora e Prémios Internacionalização, que premeiam os casos de sucesso na internacionalização.

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Barcelos

Covid-19: Dez utentes e sete profissionais infetados no Hospital de Barcelos

Surto detetado a 30 de novembro

em

Foto: DR / Arquivo

Um surto de covid-19 no Hospital de Barcelos, detetado no passado dia 30 de novembro, conta com 17 infetados – 10 utentes e sete profissionais do piso de medicina interna, disse a O MINHO o presidente do Conselho de Administração, Joaquim Barbosa.

“Toda os profissionais do piso foram rastreados: médicos, enfermeiros, assistentes operacionais. E procedeu-se à transferência dos doentes para os pisos de área covid”, explica Joaquim Barbosa, realçando que foram tomadas todas as medidas previstas no plano de contingência do hospital e que, nesse sentido, “a situação está controlada”.

O presidente do Conselho de Administração reconhece que situação traz constrangimentos, uma vez que envolve sete profissionais, mas assegura que “não está em causa o funcionamento normal dos serviços”.

“Ao longo do tempo, como todos os hospitais, temos tido profissionais que testam positivo. (…) Desde o início da pandemia temos um mecanismo que é a possibilidade de contratar pessoas. Decorrente da própria pandemia, houve necessidade de reforçarmos o corpo de profissionais, principalmente enfermeiros e assistentes operacionais. O absentismo aumentou decorrente das situações normais, mas também da covid-19, e temos recorrido às substituições e ao reforço para dar reposta à pandemia”, salienta.

Cerca de 20 doentes transferidos para outras unidades

Com uma taxa de ocupação “muito alta”, o Hospital de Barcelos tem recorrido à rede da ARS-Norte, através da qual já transferiu cerca de 20 doentes covid para outras unidades. “Estamos em articulação com a ARS-Norte e a resposta tem sido boa”, assinala Joaquim Barbosa.

Os doentes têm sido transferidos para outras unidades do SNS, como o Hospital das Forças Armadas, no Porto, bem como privadas, com quem a ARS-Norte celebrou protocolos, como a Trofa Saúde e a Santa Casa da Misericórdia de Póvoa de Lanhoso.

“Estamos, de facto, ainda na fase aguda da pandemia. Nessa medida, tivemos necessidade recorrer a uma estrutura de gestão de camas em rede articulada com a ARS que nos tem ajudado e para a qual temo recorrido e transferido cerca de 20 doentes até agora”, refere o presidente do Conselho de Administração do Hospital de Barcelos, unidade que tem, atualmente, 41 camas para doentes covid e “estão praticamente todas ocupadas”.

Cirurgias não urgentes suspensas

A “pressão” sobre o Hospital de Barcelos obrigou ao cancelamento da atividade cirúrgica considerada não prioritária ou não urgente – com um tempo de espera até seis meses.

“Concentrámos a atividade cirúrgica na prioritária e urgente. Temos duas salas de bloco operatório, estando a funcionar uma delas para as prioritárias e urgentes”, explica Joaquim Barbosa, salientando o Hospital de Barcelos é o da zona Norte que tem o tempo de espera médio mais baixo.

“Temos alguma folga, mas neste momento não é possível dizer quando a atividade será retomada”, aponta o responsável, acrescentando que as consultas externas estão a funcionar normalmente.

Protocolo com Hospital de Fão

O Hospital de Barcelos celebrou com a Santa Casa da Misericórdia de Fão, em Esposende, um protocolo para doentes não covid “já na fase final do período de internamento, em fase de recuperado, aguardando alta”.
Uma necessidade que, entretanto, diminuiu, devido ao alargamento da rede da ARS-Norte, que tem vindo a disponibilizar mais camas nas últimas semanas.

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