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Braga

É da UMinho a nova presidente da Associação Nacional de Estudantes de Medicina

Mar da Costa

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Foto: Facebook de Mar Mateus da Costa

Mar Mateus da Costa, de 24 anos, estudante de medicina da Universidade do Minho será a nova presidente da Associação Nacional de Estudantes de Medicina (ANEM), a qual representa 12.000 alunos.

A tomada de posse realiza-se, este domingo, pelas 19:00 no auditório Zulmira Simões no campus de Gualtar, em Braga. Estará presente o bastonário da Ordem dos Médicos, Miguel Guimarães, o reitor da UMinho, Rui Vieira de Castro e o diretor do curso de Medicina da UMinho, João Cerqueira.

A aluna, no futuro mandato, propõe o reforço da participação da associação na política educativa nacional e na ligação dos seus alunos à comunidade.

“A ANEM tem uma participação cada vez mais forte na política educativa. A classe médica é vista como um suprassumo e os estudantes de medicina como algo à parte no ensino superior. Não é a realidade, se calhar, há 30 anos era, portanto, queremos aproximar-nos e fazer uma chamada de atenção, não só à classe política ou à classe estudantil, mas também à comunidade”, disse Mar da Costa, em entrevista à UMinho.

Esta nova presidência visa “desenvolver estratégias de modo integrado dos recursos médicos e o levantamento de problemas nos vários cursos de saúde”.

Mar Mateus da Costa, natural de Setúbal e finalista do mestrado integrado em medicina, integrou a organização,. Por duas vezes, do “Minho Medical Meeting”, foi presidente do Núcleo de Estudantes de Medicina da UMinho e encontra-se no momento a desenvolver um projeto sobre neurociências.

(notícia atualizada) 

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Braga

“Mulheres de Braga” procuram sede para combate sem tréguas à violência doméstica

Associação Mulheres de Braga (AMBRAGA)

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Foto: Paulo Jorge Magalhães / O MINHO

Um grupo de mulheres de Braga que nasceu em 2019 para combater a violência doméstica constituiu-se formalmente em associação e procura agora espaço para uma sede, onde possa estar disponível diariamente para acudir a uma qualquer emergência.

A presidente da Associação Mulheres de Braga (AMBRAGA), Emília Santos, disse, esta quarta-feira, à Lusa que já há um grupo de 25 pessoas disponíveis para colaborar, entre advogados, sociólogos e assistentes sociais, entre outros, para que o espaço possa estar disponível 24 horas por dia.

“Só nos falta mesmo um espaço, mas já estamos a trabalhar para o encontrar”, referiu.

Sublinhou que a ideia da associação é ter sempre “dois ou três quartos” disponíveis para acudir “na hora” a um qualquer caso de violência doméstica.

“Nestas situações, qualquer minuto a mais pode ser fatal”, afirmou Emília Santos.

Criada a 14 de fevereiro, data simbolicamente escolhida por ser Dia dos Namorados, a AMBRAGA pretende apoiar pessoas vítimas de violência doméstica, prestando-lhes serviços gratuitos e confidenciais, promover medidas de combate/prevenção da violência doméstica e contribuir para o aperfeiçoamento das políticas públicas e sociais focadas no estatuto da vítima.

A ideia é disponibilizar apoio, social, jurídico e psicológico às vítimas de violência doméstica, no decorrer dos processos judiciais, após o seu término ou sempre que necessário.

Promover atividades que visam contribuir para o aumento da autoestima e independência emocional das vítimas e auxiliá-las na integração do mercado de trabalho, de forma a contribuir para a sua autonomia económico-financeira, são outros objetivos.

A AMBRAGA propõe-se ainda colaborar com estruturas representativas da justiça, das polícias, da saúde, da segurança social e ainda com as autarquias locais e outras entidades públicas ou particulares.

Pretende igualmente promover e participar em programas, projetos e ações de sensibilização e formação na área da violência doméstica, bem como contribuir para a adoção de medidas legislativas, regulamentares e administrativas, facilitadoras da defesa, proteção e apoio à vítima de violência doméstica, com vista à prevenção dos riscos.

Em novembro de 2019, as “Mulheres de Braga” entregaram na Assembleia da República uma petição com cerca de oito mil assinaturas, que pede medidas prioritárias de proteção das vítimas de violência doméstica.

Na sequência dessa petição, Emília Santos vai ser recebida, de 26 a 28 de fevereiro, por todos os partidos com assento na Assembleia da República.

Intitulada “Basta de nos matarem”, a petição exige a criação de gabinetes especializados para o atendimento às vítimas nas esquadras policiais em todo o país, garantindo a presença de agentes especializados para este atendimento 24 horas.

Pede ainda o reforço da formação dos agentes judiciários e dos serviços sociais de apoio aos tribunais e criação de tribunais mistos (criminal e família e menores) especializados para julgar todas as questões relacionadas com a prática daquele crime num processo único.

A criação de mecanismos de “efetiva” aplicação da Convenção de Istambul, designadamente quanto à proteção da vítima após a denúncia, criando planos de segurança e seu acompanhamento ao longo do processo, é outra das reivindicações.

A petição apela também à promoção de medidas legislativas que assegurem a segurança da vítima e seus filhos durante o processo, designadamente mediante aplicação de medidas de coação eficazes que protejam as vítimas do agressor e lhes permitam manterem-se na sua residência.

Quer igualmente a proteção das crianças vítimas diretas ou indiretas de violência e abuso sexual, suspendendo-se os contactos com o agressor até ao fim do processo-crime e, em caso de condenação, restrição das responsabilidades parentais em conformidade com o crime.

O movimento Mulheres de Braga foi criado, em setembro de 2019, depois da morte de uma mulher, degolada em frente ao Tribunal de Braga pelo antigo companheiro.

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Braga

“Sentimento de insegurança” em freguesia de Braga. Autarca responsabiliza EDP

Falta de iluminação pública

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Foto: O MINHO

Uma alegada acumulação de avarias na iluminação pública de várias ruas da União de Freguesias de Crespos e Pousada, no concelho de Braga, está a preocupar José João Correia, presidente daquela autarquia situada a cinco quilómetros a noroeste da cidade.

As falhas são registadas em, pelo menos, seis ruas (Devesa, Berredo, Padrão, Chousas, Portas e Moutorro), vias frequentadas por crianças e idosos que não se sentem seguros, face aos relatos de furtos que vão existindo um pouco por todos os concelhos do distrito de Braga.

“As ruas em questão são frequentadas por várias crianças e idosos e as falhas na iluminação causam um sentimento de insegurança entre a população”, aponta

“A falta de iluminação potencia o sentimento de insegurança entre a população, principalmente em zonas mais rurais e mais isoladas”, disse o autarca, agastado com uma alegada indiferença dos responsáveis pela substituição das luminárias.

“Já identificamos e reportamos todas as situações [à EDP] onde há falhas de iluminação em várias ruas de Crespos e Pousada e em causa estão ruas frequentadas por muitos seniores e crianças”, sublinha.

O MINHO tentou contactar os serviços administrativos da EDP, mas não obteve resposta para esta questão.

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Braga

Câmara de Braga começa em março a cobrar taxa de 1.5 euros por dormida

Alojamento local

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Foto: Arquivo

A Câmara de Braga começa no dia 01 de março a cobrar a taxa municipal turística, no valor de 1,5 euros por dormida, anunciou, esta quarta-feira, o município.

Em comunicado, o município refere que aquela taxa será paga por pessoa por cada dormida nos empreendimentos turísticos e estabelecimentos de alojamento local, até um máximo de quatro noites seguidas.

A partir da quinta noite, já não haverá lugar ao pagamento da taxa.

A taxa incide sobre hóspedes com idade superior a 16 anos, sendo aplicada entre março e outubro.

Ficam isentos de pagamento os hóspedes cuja estadia seja motivada por tratamento médico, uma isenção que se estende a um acompanhante, desde que seja apresentado documento comprovativo de marcação/prestação de serviços médicos ou documento equivalente.

Também não pagam a taxa hóspedes com incapacidade igual ou superior a 60%, desde que apresentem documento comprovativo da condição, e hóspedes que se encontrem alojados decorrente de declaração de emergência social ou Proteção Civil.

O presidente da câmara, Ricardo Rio, já admitiu que a taxa deverá gerar cerca de meio milhão de euros por ano, destinando-se a verba a investimento em promoção turística, animação turística e limpeza e conservação dos espaços públicos.

O município tem vindo a promover sessões de esclarecimento sobre a plataforma eletrónica, de uso exclusivo dos profissionais do setor, para efeitos de registo, liquidação e entrega da Taxa Municipal Turística.

Todos os empreendimentos turísticos e estabelecimentos de alojamento local estão obrigados a fazer o registo na plataforma.

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