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Região

Dyego Sousa com adeptos vitorianos: “Dou 1 euro direto da China porque não gosto do Xistra”

Movimento “Vamos pagar a multa do Davidson”

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Foto: Twitter Schenzen FC

Dyego Sousa é o mais recente nome a apoiar o movimento “Vamos pagar a multa do Davidson“, criado por adeptos do Vitória SC, na sequência de uma multa de 1.785 euros aplicada ao jogador Davidson por insultos a Carlos Xistra, no jogo do passado domingo, no Estádio do Dragão.

Através de uma storie na rede social Instagram, o antigo avançado do SC Braga manifestou-se solidário por não gostar do árbitro que castigou o compatriota brasileiro.

“Dou 1 euro direto da China porque não gosto do Xistra”, escreveu o jogador.

Fonte: Instagram de Dyego Sousa

De acordo com o relatório do CD, a que O MINHO teve acesso, a condenação de Davidson deve-se a este, alegadamente, ter insultado Carlos Xistra, árbitro da partida, na sequência de uma decisão que o jogador considerou injusta.

“Era canto, vai-te fo***, filho da pu**, vai para o car****”, pode ler-se no relatório. Os insultos motivaram um cartão amarelo seguido de um cartão vermelho direto, ao minuto 78, quando o Vitória perdia por diferença de um golo no Estádio do Dragão.

Adeptos do Vitória querem pagar multa de jogador que insultou Carlos Xistra

Davidson reclamava um pontapé de canto a favor dos conquistadores, algo que Carlos Xistra não considerou, assinalando pontapé de baliza. Para além da multa, o jogador está suspenso por dois jogos na sequência dos insultos.

O Vitória SC perdeu o jogo por 3-0 e teve dois jogadores expulsos por Xistra. Para além de Davidson, também Tapsoba foi expulso aos 40 segundos da partida.

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Braga

Trotinetes vão duplicar em Braga

Até final do ano

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Foto: Divulgação / CM Braga

A fase de estudo da utilização de trotinetes elétricas partilhadas na cidade de Braga já está próximo do final e os resultados são bastante animadores, ao que apurou O MINHO junto de fonte da empresa responsável pela sua implementação.

O primeiro feedback que tem chegado aos responsáveis e à Câmara de Braga é de bastante procura e a autarquia parece motivada para avançar para a implementação a título definitivo desta medida, o que levará a empresa responsável – CIRC – a aumentar o número de pontos de partilha de trotinetes disponíveis na cidade de 25 para 50.

O facto de já ter iniciado o ano universitário também não será alheio a esta vontade mútua entre empresa e poder local, estando prevista a implementação de mais pontos de partilha na cidade, a curto prazo.

Fonte da empresa disse a O MINHO que o facto de ter sido o grupo escolhido pela autarquia para implementar este modelo de negócio passa muito pelos descontos oferecidos pela empresa caso os utilizadores estacionem as trotinetes nos locais devidos, algo que nem sempre acontece.

Atualmente, a cidade conta já com 25 pontos de partilha de trotinetes, devendo aumentar “até final do ano”.

A CIRC, de acordo com a empresa, é uma das marcas de trotinetes elétricas líder em Portugal, estando já presente em Lisboa, Cascais, Almada, Faro, Portimão, Coimbra, Figueira da Foz, Matosinhos, Vila Nova de Gaia, Maia, Gondomar e agora Braga.

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Guimarães

Soprano de Guimarães assume direção artística do Teatro São Carlos a 01 de outubro

Elisabete Matos

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Foto: DR / Arquivo

A soprano portuguesa Elisabete Matos assume a direção artística do Teatro Nacional de São Carlos (TNSC) a partir de dia 01 de outubro, segundo um despacho esta terça-feira publicado em Diário da República.

A nomeação de Elisabete Matos para a direção artística teatro lírico português foi anunciada pelo Ministério da Cultura, no passado dia 02, recordando a carreira internacional de mais de 25 anos da soprano, que passou pelos mais destacados palcos mundiais.

No diploma hoje publicado, os membros do governo das áreas das Finanças e da Cultura, responsáveis pela nomeação da diretora artística do TNSC, justificam esta escolha com o currículo de Maria Elisabete da Silva Duarte Matos, que consideram evidenciar o “perfil adequado e demonstrativo da aptidão e da experiência profissional necessárias ao exercício das funções”, enquanto “ativo essencial responsável pela preparação e execução da programação”.

Com início a 01 de outubro, o mandato da nova diretora artística do São Carlos vigora até dia 30 de setembro de 2022.

Segundo o diploma, Elisabete Matos passa a auferir um vencimento mensal de 5.000 euros, como diretora artística do teatro, o mesmo estabelecido para o seu antecessor, Patrick Dickie, em 2016, à semelhança das despesas de representação (um máximo de 300 euros por mês).

O despacho relativo à nomeação de Elisabete Matos determina ainda um limite máximo de participações que a soprano pode ter nas produções por si programadas, bem como a forma de cálculo da remuneração dessas participações.

Assim, de acordo com o despacho, “não podem ser programadas mais de duas produções em cada temporada, uma na Temporada Lírica e uma na Temporada Sinfónica, com a participação artística de Maria Elisabete da Silva Duarte Matos”.

O montante da remuneração de tais participações é fixado pelo Conselho de Administração do Organismo de Produção Artística (Opart), que tutela o teatro, não podendo exceder o valor da remuneração auferido pela artista na última produção ou coprodução do Opart, equivalente, em que haja participado.

Ao longo da sua carreira a soprano Elisabete Matos atuou em palcos como os da Metropolitan Opera House, de Nova Iorque, nos Estados Unidos, a Deutsche Oper de Berlim, na Alemanha, e o Teatro alla Scala, em Milão, Itália.

Foi dirigida por grandes maestros, entre os quais Lorin Maazel, James Conlon, Riccardo Muti, Zubin Metha, Valery Gergiev, Daniel Oren, Daniel Baremboin, Bruno Bartoletti, e acompanhada por solistas como Plácido Domingo, José Carreras, Mariella Devia, Leo Nucci, Renato Bruson, Eva Marton, entre outros.

Elisabete Matos nasceu em Caldas das Taipas, Guimarães, e estudou canto e violino no Conservatório de Música de Braga, foi depois bolseira da Fundação Calouste Gulbenkian, em Espanha, onde completou a sua formação.

Em 2000, foi galardoada com um Latino Grammy pela gravação do papel titular de “La Dolores”, de Tomás Bretón, com Plácido Domingo, para a Decca.

É professora-adjunta convidada na Escola Superior de Artes Aplicadas desde 2014 e, desde 2017, diretora artística do Festival Internacional de Música Religiosa de Guimarães.

Elisabete Matos recebeu as condecorações de Oficial da Ordem do Infante D. Henrique, e de Grã-Oficial da Ordem do Infante D. Henrique, concedidas pela Presidência da República, foi galardoada com a Medalha de Ouro de Mérito Artístico da Cidade de Guimarães pela Câmara Municipal de Guimarães, e distinguida com a Medalha de Mérito Cultural concedida pela Secretaria de Estado da Cultura, em 2015.

Venceu vários prémios em concursos nacionais e internacionais, como o Concurso de Canto Luísa Todi, em Setúbal, o Belvedere de Viena, na Áustria, e o prémio Femina 2012, entre outros.

Interpretou papéis wagnerianos como Isolda (em “Tristan und Isolde”), Elisabeth (“Tanhäuser”), Elsa e Ortrud (“Lohengrin”), Freia (“Das Rheingold”), entre outros, e de outros compositores, Katia Kabanova (de Janaácek), Condessa de Capriccio e Elektra (de Strauss), Santuzza de Cavalleria Rusticana (Mascagni), Norma (de Bellini), e Cassandre de Les Troyens (de Berlioz), entre outros.

Atuou ainda, entre outros palcos, na Wiener Staatsoper, em Viena, Áustria, na Washington Opera, nos Estados Unidos, no Teatro Real de Madrid, em Espanha, The Israeli Opera, em Israel, Teatro La Fenice, em Veneza, Itália, Festival da Madeira e Festival de Sintra.

Elisabete Matos sucede no cargo a Patrick Dickie, que em junho anunciou não ter condições para “equacionar a continuidade naquelas funções”, tendo, na altura, o teatro nacional explicado que o responsável tinha informado a ministra da Cultura, Graça Fonseca, da sua decisão, tomada por “razões pessoais”.

O mandato do produtor criativo, encenador e dramaturgo Patrick Dickie terminou em 31 de agosto, dia em que efetivamente cessou funções como diretor artístico do São Carlos.

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Braga

Universidade do Minho inaugura loja oficial em Braga

No Largo do Paço

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Foto: Divulgação

A nova loja oficial da Universidade do Minho (UMinho) vai ser oficialmente inaugurada esta quinta-feira, dia 19 de setembro, a partir das 11:00, anunciou a instituição em comunicado.

O novo espaço estará localizado no complexo do Largo do Paço, em Braga, pretendendo “assumir centralidade na dinâmica da Nova Galeria, situada na ala nascente”.

Em nota à imprensa, a UMinho revela que a loja “disponibilizará dezenas de produtos que obedecem a uma linha patrimonial e institucional pensada para o novo merchandising” da universidade.

A sessão irá contar com a presença do reitor, Rui Vieira de Castro e da vice-reitora para a Cultura e Sociedade, Manuela Martins.

Anexo à loja oficial, dispõe-se um espaço que contemplará produtos de artesanato maioritariamente da região Norte do país, numa mostra qualificada das artes manuais tradicionais, acrescenta a universidade.

“A qualidade e autenticidade dos produtos exibidos é e será garantida através de parcerias, entre as quais se destaca a já estabelecida com a Adere Certifica, que trará a esta estrutura peças de bordados de Viana do Castelo, de Guimarães, de Castelo Branco, Vila Verde, mas também cestaria de Penedono e bijutaria de bilros de Vila do Conde”.

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