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Caminha

Dragagem em Vila Praia de Âncora avaliada em 1,5 milhões. Concurso avança este mês

Deputada Liliana Silva, do PSD, confrontou a ministra com imagens do estado do porto

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Foto: Facebook de Liliana Silva (Arquivo)

A ministra do Mar anunciou hoje que o processo de dragagem no porto de Vila Praia de Âncora está avaliado em 1,5 milhões de euros e que o concurso avança este mês.

“A dragagem prevista é no valor de 1,5 milhões de euros e a Polis Litoral Norte vai lançar o concurso ainda em maio e vai ser da responsabilidade da DGRM [Direção-Geral de Recursos Naturais, Segurança e Serviços Marítimos] assegurar o que vai competir à parte nacional”, disse Ana Paula Vitorino, em resposta aos deputados, durante uma audição parlamentar na Comissão de Economia, Inovação e Obras Públicas.

Após a terceira ronda de intervenções dos grupos parlamentares, a líder do Ministério do Mar sublinhou que, “tendo em conta a orientação da costa” é recorrente que nos pequenos portos seja necessário efetuar dragagens.

“Não é comportável, em todo o país, eliminar os portos que existem e fazer novos até porque a orientação da costa fica a mesma” vincou.

Confrontada pela deputada Liliana Silva do PSD com imagens do estado do porto de Vila Praia de Âncora, a governante comprometeu-se ainda a insistir com a sociedade para a requalificação e valorização (Polis) do Litoral Norte para que “seja cumprida esta matéria”.

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Alto Minho

“Isto é Vilar de Mouros!” – fotogaleria

Segundo dia de festival foi uma viagem desde o gótico ao punk. Fotorreportagem de Vasco Morais

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Fotos: Vasco Morais / O MINHO

O segundo dia do festival Vilar de Mouros ofereceu, na sexta-feira, Skunk Anansie e The Offspring como destaques, num dia que contou ainda com os veteranos Sisters of Mercy, Clan of Xymox, Nitzer Ebb e The House of Love.

O festival Vilar de Mouros encerra, este sábado, com concertos de Prophets of Rage, Gogol Bordello, Gang of Four, Fischer-Z e ainda os portugueses Linda Martini e Jarojupe.

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Caminha

The Cult e Manic Street Preachers marcam primeiro dia do festival Vilar de Mouros

Therapy?, The Wedding Present e o português Tape Junk no palco secundário

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Foto: DR/Arquivo

O festival Vilar de Mouros arranca hoje com The Cult, Manic Street Preachers e Anna Calvi como cabeças de cartaz, enquanto Therapy?, The Wedding Present e o português Tape Junk, no palco secundário, compõem o primeiro dia.

Depois de um interregno entre 2006 e 2014, o festival recuperou a periocidade graças a uma aposta em bandas históricas e num ambiente familiar, pronto para receber as mesmas gerações que participaram no evento na última metade dos anos 1990.

Para esta edição, a abertura vai ficar a cargo dos Tape Junk, projeto liderado por João Correia, que regressa após a criação dos They’re Heading West. Depois do disco homónimo de 2015, a banda voltou aos álbuns com “Couch Pop”, em março, uma mistura de sonoridades entre Paul McCartney, Sly and The Family Stone, Shuggie Otis e Harry Nilsson, a ser apresentado a partir das 19:30.

Uma hora depois, seguem-se os britânicos The Wedding Present, do guitarrista e vocalista David Gedge, o único elemento fundador do grupo que tem mais de 30 anos de existência e nove trabalhos editados, o último deles em 2016, intitulado “Going, Going…”.

A inauguração do palco principal cabe a Anna Calvi, a artista inglesa que se estreou em disco com o homónimo de 2011 e lançou o longa-duração “Hunter”, em 2018, nomeado para álbum britânico do ano. Calvi chega a Vilar de Mouros depois de compor a banda sonora da quinta temporada da série “Peaky Blinders”, recentemente estreada no Reino Unido.

Os Therapy? regressam a Portugal para fechar o palco secundário, às 22:40, no ano em que o grupo norte-irlandês comemora 30 anos de carreira, espalhada por 15 discos, dos quais o último, “Cleave”, foi lançado em 2018. O grupo atua em substituição de Killing Joke, que cancelaram o concerto no final de junho.

A seguir sobem a palco os galeses Manic Street Preachers, um dos nomes mais aguardados desta edição, à boleia de “Resistance is Futile”, de 2018, o último trabalho do trio inglês, aclamado por crítica e público.

Às 01:30, os igualmente britânicos The Cult regressam ao país para fechar o primeiro dia do evento, num concerto que se prevê ser uma celebração do ‘post-punk’ e ‘hard-rock’ da banda de Ian Astbury e Billy Duffy, ao som de temas como “She Sells Sanctuary”, “Love Removal Machine” ou “Fire Woman”.

O festival Vilar de Mouros prossegue até sábado e vai receber nomes como The Offspring, Skunk Anansie, Prophets of Rage, Gogol Bordello, Gang of Four, Sisters of Mercy ou ainda os portugueses Linda Martini e Jarojupe.

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Alto Minho

Vilar de Mouros: Novo palco e mais área de lazer

Festival começa esta quinta-feira

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Foto: Facebook de EDP Vilar de Mouros / Arquivo

O festival de Vilar de Mouros começa, quinta-feira, com novo palco e áreas de lazer alargadas para receber mais pessoas naquela que a organização estima vir a ser “das maiores edições” a que a aldeia de Caminha assistiu.

“Vamos ter um recinto mais alargado, com dois palcos, o EDP e o Meo. O palco Meo vai complementar as atuações do palco EDP. Não vamos ter atuações em simultâneo nos dois, mas sim uma circularidade muito maior no recinto, o que vai criar maior dinâmica no festival”, disse hoje à Lusa Diogo Marques, da organização.

O responsável apontou, entre as novidades da edição 2019, o aumento da área do recinto dos concertos, para os 20.000 metros quadrados e da zona de campismo, para acolher mais mil tendas.

“Estamos a contar receber mais pessoas e, por isso, temos de ter condições de conforto para as receber”, revelando também que, “pela primeira vez, na zona franca, exterior ao recinto, haverá sessões ‘after-rock’ até às 04:00”.

Em 2018, segundo números da organização, mais de 30.000 espetadores marcaram presença nos três dias do festival.

Sobre o cartaz do festival, Diogo Marques disse estar “repleto de reencontros com músicas de outros tempos, que marcaram gerações e também com alguns nomes atuais como Anna Calvi e os Linda Martini”.

“Tentamos com este grande cartaz atrair avós, pais e netos. Estamos a contar com uma pré-venda de bilhetes praticamente com o dobro de pessoas que em edições anteriores. O recinto está praticamente cheio. Nos próximos dias, por norma, vendemos mais bilhetes e podemos esgotar, a qualquer momento, os passes, ou os bilhetes para algum dos dias. Estamos muito próximo disso. Esperamos, se não o maior festival de sempre, uma das grandes edições de Vilar de Mouros”, destacou.

Imagem: Divulgação

O festival começa na quinta-feira e prolonga-se até sábado, com os The Cult a atuarem no primeiro dia, juntamente com os Tape Junk. Os Jarojupe, “a mais antiga banda de rock minhota”, tocam no último dia.

Estes três nomes juntam-se a um cartaz que integra, entre outros, Manic Street Preachers, Anna Calvi, The Offspring, Skunk Anansie, Linda Martini, The Wedding Present, The Sisters Of Mercy, The House Of Love, Gang Of Four e Fischer-Z, repartidos pelos dois palcos.

Segundo a organização, no primeiro dia do festival atuará a Sociedade Musical Banda Lanhelense.

As “zonas de lazer, os balouços sobre o rio Coura, a praia fluvial com Bandeira Azul, as bicicletas gratuitas para passeios entre o recinto do festival e a vila de Caminha melhores acessos para pessoas com mobilidade reduzida” são outras das apostas.

À Lusa, o presidente da Câmara de Caminha, Miguel Alves, disse esperar “o maior festival desde o seu último regresso e um dos maiores de sempre”.

“Todos os números que temos – venda de bilhetes, procura de casa para os dias do evento, hotéis cheios, interações nas redes sociais – apontam para a possibilidade de termos três dias de muita música, mas também de muita gente. Se o ritmo de aquisição de bilhetes se mantiver, qualquer um dos dias terá sempre mais público que qualquer dos dias das últimas quatro edições. Vamos encher e já tomamos várias medidas para precaver os desafios que daí resultam”, referiu.

O autarca socialista explicou que o município “investiu mais em infraestruturas”, apontando “a criação do segundo palco, o aumento do parque de campismo, da zona restauração e o reforço da iluminação”.

O primeiro festival de música do país, que ainda hoje goza da fama do “Woodstock” à portuguesa, sofreu um interregno de oito anos, entre 2006 e 2014.

À mítica edição de 1971, lançada pelo médico António Barge, com a presença, entre outros, de Elton John e Manfred Mann, sucederam-se nas últimas décadas avanços e recuos na organização do evento que ressurgiu em 2016.

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