Seguir o O MINHO

Famalicão

Dono surpreende dois encapuzados que tentavam assaltar casa em Famalicão

Ladrões fugiram a pé

em

Foto: DR

Dois homens encapuzados tentaram, ontem à tarde, assaltar uma casa na zona de Candeeira, na vila de Ribeirão, em Vila Nova de Famalicão.


Tudo terá acontecido por volta das 19h:15 quando o grupo tocou à campainha da casa, e como não tiveram resposta, arrancaram umas grades.

Quando se preparavam para entrar por uma janela foram surpreendidos por um dos moradores que subiu uma das persianas da casa.

Assustados e sem trocar uma única palavra, os encapuzados colocaram-se em fuga a pé.

A GNR foi chamada ao local.

Anúncio

Ave

Famalicão instala centro de retaguarda com 30 camas em antigo pavilhão escolar

Covid-19

em

Foto: Divulgação / CM Famalicão

A Câmara de Vila Nova de Famalicão instalou um centro de retaguarda, com 30 camas, no pavilhão da antiga cooperativa de ensino Didáxis, para dar resposta a eventuais necessidades na nova vaga da pandemia de covid-19, foi hoje anunciado.

Em comunicado, a Câmara refere que a estrutura está apta a responder a necessidades de isolamento profilático por parte de indivíduos ou grupos de indivíduos sem necessidade de internamento hospitalar e sem condições em casa ou nas instituições para cumprirem esse isolamento.

“A situação que vivemos pede-nos respostas céleres e esta é mais uma que a Câmara Municipal coloca no terreno para ajudar as entidades de saúde a melhor gerirem a pandemia”, referiu o presidente da Câmara Municipal, Paulo Cunha.

A Câmara está também a investir 150 mil euros na construção de um edifício de apoio ao serviço de urgência do Centro Hospitalar do Médio Ave, em Famalicão.

O edifício tem como objetivo apoiar o hospital no combate à pandemia da covid-19, centralizando o tratamento e avaliação de doentes respiratórios, assegurando uma separação física completa do restante serviço de urgência médico-cirúrgica e aumentando, assim, a segurança de doentes e profissionais.

Paralelamente, a Câmara de Famalicão pôs ao serviço do Agrupamento de Centros de Saúde (ACES) do concelho duas viaturas para assegurar o apoio prestado pelos profissionais de saúde à população infetada.

As duas viaturas ligeiras de passageiros estão ao serviço do ACES desde abril, para auxiliar no cumprimento das suas competências, face ao “anormal” volume de trabalho.

Todas as despesas associadas à circulação dos dois veículos, nomeadamente o combustível, estão também garantidas por parte da autarquia.

Por outro lado, a Câmara já fez chegar às unidades de saúde, forças de socorro e segurança, instituições e juntas de ereguesia do concelho mais de 300 mil equipamentos de proteção individual (EPI) para fazer frente à pandemia.

Da lista de EPI distribuídos, constam aventais, botas, cobre botas, fatos descartáveis e reutilizáveis, luvas, manguitos, máscaras, óculos, toucas e viseiras.

Esta ação de doação de equipamentos de proteção individual decorre desde março.

A “grande fatia deste material foi entregue para equipar as unidades de saúde do concelho e as instituições particulares de solidariedade social.

A pandemia de covid-19 provocou pelo menos 1.339.130 mortos resultantes de mais de 55,6 milhões de casos de infeção em todo o mundo, segundo um balanço feito pela agência francesa AFP.

Em Portugal, morreram 3.632 pessoas dos 236.015 casos de infeção confirmados, de acordo com o boletim mais recente da Direção-Geral da Saúde.

Continuar a ler

Ave

Ex-tesoureiro de IPSS de Famalicão condenado a pena suspensa por falsificação

Centro Social e Cultural de São Pedro de Bairro

em

Foto: DR

O Tribunal Judicial de Guimarães condenou hoje um ex-tesoureiro do Centro Social e Cultural de São Pedro de Bairro, em Famalicão, a um ano de prisão, com pena suspensa, por falsificação de documento.

Para a suspensão da pena, o arguido fica obrigado a entregar, no prazo de quatro meses, 1.500 euros a uma instituição particular de solidariedade social.

O arguido estava ainda acusado de peculato, participação económica em negócio e branqueamento, por alegadamente se ter apropriado de 1,7 milhões de euros da instituição e de ter encaminhado esse dinheiro para contas suas e da mulher, mas acabou por ser absolvido destes crimes.

Apesar de ter dado como provado que o arguido se apropriou de mais de 304 mil euros, o tribunal absolveu-o dos crimes de peculato e participação económica em negócio, porque estes crimes só dizem respeito a “funcionários” e porque, entretanto, saiu jurisprudência que determina que dirigentes de instituições particulares de solidariedade social não têm esse estatuto.

O tribunal admitiu que o crime de participação económica em negócio poderia ser requalificado em crime de infidelidade, mas para isso seria necessário ter havido queixa, o que não aconteceu.

Quanto ao crime de peculato, o tribunal requalificou-o como crime de abuso de confiança qualificado, mas deu por extinto o respetivo procedimento criminal, porque o arguido entretanto devolveu o dinheiro de que se tinha apropriado e o Centro Social manifestou acordo quanto a essa extinção.

Em relação ao branqueamento, o tribunal considerou que o arguido não cometeu esse crime.

No processo, a presidente do Centro Social também estava acusada de peculato e participação económica em negócio, por alegadamente ter determinado que a instituição lhe pagasse mensalmente um acréscimo de 620 euros em relação ao que lhe era devido.

O tribunal deu como provado que, à custa deste procedimento, a presidente recebeu mais de 19 mil euros, mas considerou que a ordem para o pagamento desse acréscimo foi do tesoureiro e não dela.

A presidente acabou por ser absolvida.

No processo, são ainda arguidos três membros da mesa da Assembleia Geral do Centro Social, por falsificação, mas apenas um foi condenado, em multa de 980 euros.

Em causa uma ata “forjada” para conseguir que a instituição obtivesse um empréstimo bancário.

Continuar a ler

Ave

Menino de Famalicão que não anda nem fala precisa de ajuda (e de fatos de treino)

Vamos ajudar?

em

Foto: DR

O Gonçalo Alves é um menino de quatro anos, de Famalicão, com um atraso no desenvolvimento psicomotor que não lhe permite andar nem falar. Os médicos ainda não conseguiram diagnosticar a síndrome, mesmo depois de realizados “todos os exames possíveis”, refere fonte da família.

De acordo com a mãe, Bárbara Lopes, residente em Delães, o Gonçalo precisa da ajuda de todos para combater estes sintomas raros que afetam uma a cada 100 mil crianças no mundo.

“Só 10% têm diagnóstico e 90% infelizmente não conseguem chegar a um diagnóstico conclusivo”, refere Bárbara.

Apesar de inicialmente terem recusado ajuda pública, os pais acabam por, “neste momento”, pedir “ajuda” para fazer face aos “muitos tratamentos para que possa progredir um pouco todos os meses”.

Gonçalo precisa de ajuda. Foto: Facebook

“O Gonçalo realiza inúmeras terapias, entre elas, fisioterapia, terapia da fala e equitação o que não é o suficiente para ele. O necessário para o Gonçalo seria realizar mais de 45 minutos diários de tratamentos”, explica a mãe.

Com recursos financeiros reduzidos, os pais querem “proporcionar uma vida melhor” ao pequeno Gonçalo, e para isso deixam algumas sugestões para que possam ser ajudados.

Bárbara Lopes explicou a O MINHO que podem ser feitas doações através de quatro formas: entrega de sucata, garrafas de plástico, tampinhas de plástico ou transferência bancária.

“Temos um amigo sucateiro que vai buscar a sucata a casa das pessoas e depois o dinheiro dessa sucata é doado para aulas de equitação do Gonçalo”, explicou.

“Também as garrafas de plástico e as tampinhas podem ser entregues a nós que depois vão ser tratadas e o dinheiro arrecadado servirá para os tratamentos e para outros custos com o menino”, expôs.

Bárbara dá o exemplo de uma compra que a família terá de efetuar a curto prazo: “Temos de comprar uma tala e umas botas especiais que custam cerca de 500 euros”.

A mãe deixa ainda o apelo para a doação de fatos de treino, no tamanho “oito anos”, uma vez que é essa indumentária que o Gonçalo utiliza praticamente todos os dias.

“Ele só usa mesmo fato de treino porque é preso dos intestinos e as outras roupas apertam e magoam. Os próprios fisioterapeutas aconselharam a utilização desta roupa”, assegura a progenitora.

Sobre apoios estatais ou municipais, Bárbara confessa que nunca pediu nada à Câmara de Famalicão, nem esta alguma vez se ofereceu para ajudar, mas a Junta de Freguesia de Delães tem “apoiado de todas as formas possíveis”.

Bárbara não trabalha atualmente, pois é cuidadora a tempo inteiro do pequeno Gonçalo. Apenas o pai consegue sustentar financeiramente a família.

Quem quiser pode contribuir monetariamente através do IBAN PT50003300004540580970805

Quem preferir contribuir com fatos de treino, sucata, tampinhas ou garrafas de plástico pode contactar a mãe através do 918909044 (Bárbara Lopes).

Continuar a ler

Populares