Seguir o O MINHO

País

Dono de loja legal de canábis no Porto constituído arguido por tráfico de droga

Apreensão de 529 produtos alimentares e fertilizantes com canábis acima do limite legal

em

Foto: DR / Arquivo

A Autoridade de Segurança Alimentar e Económica (ASAE) anunciou este sábado a apreensão de 529 produtos alimentares e fertilizantes com canábis acima do limite legal numa loja do Porto, tendo o operador económico sido constituído arguido por tráfico de droga.

De acordo com a Autoridade de Segurança Alimentar e Económica (ASAE) “o operador económico e a sociedade foram constituídos arguidos pelo crime de tráfico de estupefacientes” no âmbito de um processo de contraordenação por venda de produtos alimentares com ‘Cannabis Sativa’, sem referência obrigatória ao teor de THC, a sua principal substância psicoativa, ou com valores acima dos legais.

No decurso da ação foram apreendidos 529 artigos de géneros alimentícios e fertilizantes, “que serão sujeitos a análises laboratoriais de deteção de níveis de substâncias”.

“Ainda no decurso de inspeção, apesar de ocultados e dissimulados, foram detetados e apreendidos cerca de 300 gramas de haxixe (3 placas) e 66 gramas de liamba, que dariam para mais de 3.000 doses individuais”, revelou ainda a ASAE.

O valor total da apreensão ascendeu aos 17.100 euros.

Anúncio

País

Quase 32 mil empresas portuguesas já recorreram ao ‘lay-off’

Covid-19

em

Foto: DR / Arquivo

Quase 32 mil empresas portuguesas já se candidataram ao ‘lay-off’ simplificado, mecanismo de salvaguarda dos postos de trabalho posto em prática para apoiar as empresas durante a pandemia de covid-19, segundo um balanço feito hoje pelo Governo.

O número de trabalhadores por conta de outrem declarado em fevereiro pelo conjunto das 31.914 empresas candidatas ao ‘lay-off’ corresponde a um universo de 552 mil trabalhadores, adiantou o Ministério do Trabalho, Solidariedade e Segurança Social (MTSSS), em comunicado enviado à agência Lusa.

A maioria das empresas candidatas ao apoio laboram nas áreas de alojamento e restauração, reparação de veículos e indústrias transformadoras, especifica-se no documento, que refere ainda que a maior parte dos pedidos surge de microempresas, com 10 ou menos trabalhadores (cerca de 74%), e de pequenas empresas, com menos de 50 trabalhadores (cerca de 20%).

Tendo em conta as zonas geográficas, a maioria dos pedidos surge em Lisboa e Porto, que, juntos, somam quase 14 mil, dividindo-se os restantes por Braga, Aveiro e Faro.

O mecanismo de ‘lay-off’ simplificado – adotado no contexto excecional da pandemia de covid-19, que já causou 266 mortos e infetou mais de dez mil pessoas em Portugal – apoia as empresas a troco de não fazerem despedimentos.

Em março, indicou o MTSSS, foram comunicados 59 processos de despedimento coletivo (face aos 36 declarados em fevereiro), abrangendo 843 trabalhadores.

No mesmo comunicado, o MTSSS comunica que os números oficiais de desemprego relativos a março serão conhecidos a 20 de abril, adiantando que “os dados preliminares apontam para um aumento marginal”, face aos dados de fevereiro, com mais “cerca de 28 mil pessoas desempregadas”, aumentando o número total para cerca de 321 mil pessoas desempregadas.

O novo coronavírus, responsável pela pandemia da covid-19, já infetou mais de 1,2 milhões de pessoas em todo o mundo, das quais morreram perto de 60 mil.

Em Portugal, segundo o balanço feito hoje pela Direção-Geral da Saúde, registaram-se 266 mortes, mais 20 do que na véspera (+8,1%), e 10.524 casos de infeções confirmadas, o que representa um aumento de 638 em relação a sexta-feira (+6,5%).

O país, onde os primeiros casos confirmados foram registados no dia 02 de março, encontra-se em estado de emergência desde as 00:00 de 19 de março e até ao final do dia 17 de abril, depois do prolongamento aprovado na quinta-feira na Assembleia da República.

O Governo declarou, no dia 17 de março, o estado de calamidade pública para o concelho de Ovar.

Continuar a ler

País

Ordem faz “apelo urgente” a enfermeiros disponíveis para que ajudem no combate

Covid-19

em

Foto: Ilustrativa / DR

A Ordem dos Enfermeiros (OE) fez hoje um “apelo urgente” a todos os profissionais com disponibilidade, para que ajudem no combate à pandemia da covid-19, nomeadamente aqueles que se encontram desempregados ou em situação de ‘lay off’.

Num email enviado aos enfermeiros, a que a agência Lusa teve acesso, a OE, em colaboração com as autoridades de saúde, apela também a todos os profissionais que “tenham experiência em cuidados intensivos que se encontrem em unidades de cuidados de saúde primários e que possam, temporariamente, em regime de mobilidade, reforçar as unidades de cuidados intensivos”.

É ainda feito um apelo a todos os enfermeiros que se “encontrem desempregados e que possam, de imediato, celebrar contrato de trabalho com instituição de saúde/social”.

A OE pede também aos enfermeiros que trabalham no setor privado ou social e que se encontrem em “situação de ‘lay off’” (programas de suspensão de contratos de trabalho), ou “cujas entidades se encontrem temporariamente encerradas por força da atual situação de emergência”, para que possam integrar uma bolsa, com vista ao reforço de unidades de saúde.

O email, assinado pelo vice-presidente do conselho diretivo da Ordem dos Enfermeiros, Luís Filipe Barreira, pede a estes profissionais para que acedam e façam a inscrição no site https://balcaounico.ordemenfermeiros.pt/ .

A Ordem lembra que os “enfermeiros, sendo os profissionais que se encontram na primeira linha de contacto com todos aqueles que procuram os serviços, são chamados a desempenhar um papel fundamental”.

“Face ao período de Emergência de Saúde Pública Internacional em que nos encontramos, atenta a propagação global do novo coronavírus e à ameaça que o mesmo já representa para a Saúde Pública nacional, compete à Ordem dos Enfermeiros e à totalidade dos seus membros, em articulação com as autoridades de saúde e as entidades competentes, colaborar na efetiva implementação das medidas de contenção consideradas adequadas”, refere o email.

A covid-19, causada pelo novo coronavírus SARS-CoV-2, é uma infeção respiratória aguda que pode desencadear uma pneumonia.

Detetado em dezembro de 2019, na China, o novo coronavírus já infetou mais de um milhão de pessoas em todo o mundo, das quais morreram mais de 59 mil.

Em Portugal, segundo o balanço feito hoje pela Direção-Geral da Saúde, registaram-se 266 mortes, mais 20 do que na véspera (+8,1%), e 10.524 casos de infeções confirmadas, o que representa um aumento de 638 em relação a sexta-feira (+6,5%).

Dos infetados, 1.075 estão internados, 251 dos quais em unidades de cuidados intensivos, e há 75 doentes que já recuperaram.

Continuar a ler

País

BPI antecipa para 06 de abril pagamento de pensões

Covid-19

em

Foto: DR / Arquivo

O Banco Português de Investimento (BPI) anunciou hoje que antecipa o pagamento de pensões aos seus clientes para 06 de abril, em vez de dia 09, devido à pandemia da covid-19, que em Portugal já matou 266 pessoas.

Num comunicado enviado à agência Lusa, o banco anuncia que os clientes com a sua pensão domiciliada numa conta BPI, “vão poder dispor do seu dinheiro a partir do dia 06 de abril, sem necessidade de esperar pelo dia 09, data habitual de pagamento”.

O BPI acrescenta que “não vai cobrar qualquer juro (taxa 0%) e que suportará todos os custos da antecipação”.

“O objetivo é contribuir para proteger a população com idade superior a 65 anos, permitindo o levantamento faseado e evitando a aglomeração de pessoas no dia 09 de abril, em que os balcões dos bancos funcionam apenas até às 13:00”.

No comunicado, o banco adianta que “colocou em marcha um plano especial de informação e organização de marcações para os clientes com mais de 65 anos que desejem receber a sua pensão ao balcão, ao longo dos próximos dias”.

“A decisão do BPI permite também cumprir as recomendações das autoridades em matéria de mobilidade e saúde, garantindo igualmente que as medidas de prevenção na rede comercial mantêm a sua eficácia”, acrescenta.

O banco afirma que está a contactar os clientes que habitualmente pretendem receber a sua pensão em numerário” e que “as equipas da rede comercial do BPI estão a explicar as diferentes possibilidades, que permitem evitar deslocações que não sejam estritamente necessárias”.

Caso algum cliente deseje acorrer ao balcão para receber a pensão, será agendada previamente uma hora de visita com o objetivo de reduzir ao máximo a sua estada fora do domicílio, e evitar que se gerem aglomerações junto aos balcões, acrescenta o banco.

O BPI sugere que os clientes privilegiem o uso dos meios digitais ou telefónicos para realizar operações bancárias, nomeadamente o BPI Net, BPI App ou BPI Direto (707 020 500 ou 21 720 77 07), disponíveis 24 horas por dia. Os meios digitais ou telefónicos também devem ser o meio de contacto para falar com o gestor bancário, aconselha o banco.

O novo coronavírus, responsável pela pandemia da covid-19, já infetou mais de 1,2 milhões de pessoas em todo o mundo, das quais morreram perto de 60 mil.

Dos casos de infeção, mais de 211 mil são considerados curados.

Depois de surgir na China, em dezembro, o surto espalhou-se por todo o mundo, o que levou a Organização Mundial da Saúde (OMS) a declarar uma situação de pandemia.

O continente europeu, com cerca de mais de 603 mil infetados e mais de 43 mil mortos, é aquele onde se regista o maior número de casos, e a Itália é o país do mundo com mais vítimas mortais, 14.681 óbitos em 119.827 casos confirmados.

Em Portugal, segundo o balanço feito hoje pela Direção-Geral da Saúde, registaram-se 266 mortes, mais 20 do que na véspera (+8,1%), e 10.524 casos de infeções confirmadas, o que representa um aumento de 638 em relação a sexta-feira (+6,5%).

Dos infetados, 1.075 estão internados, 251 dos quais em unidades de cuidados intensivos, e há 75 doentes que já recuperaram.

Portugal, onde os primeiros casos confirmados foram registados no dia 02 de março, encontra-se em estado de emergência desde as 00:00 de 19 de março e até ao final do dia 17 de abril, depois do prolongamento aprovado na quinta-feira na Assembleia da República.

O Governo declarou, no dia 17 de março, o estado de calamidade pública para o concelho de Ovar.

Continuar a ler

Populares