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Donald Trump transportado para o hospital

Covid-19

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Foto: DR

O Presidente americano Donald Trump será hospitalizado depois de ter testado positivo à covid-19. O anúncio foi feito pela Casa Branca, salientando que é uma “medida de precaução”.


Donald Trump deverá deixar hoje a Casa Branca de helicóptero para o Centro Médico Militar Nacional Walter Reed, disse fonte oficial da Casa Branca citada pela agência AP.

De acordo com a mesma fonte, a hospitalização é por precaução e Donald Trump ficará na suíte presidencial do hospital, que está equipada para permitir que o Presidente mantenha as suas funções oficiais.

Antes, o médico da Casa Branca, Sean Conley, indicou que Donald Trump está a ser tratado com anticorpos sintéticos, um tratamento experimental considerado promissor, permanecendo “cansado, mas com “bom moral”.

Os especialistas estão a examinar o Presidente norte-americano e farão recomendações para “os próximos passos”, adiantou então o médico, acrescentando que a mulher de Trump, Melania, também infetada, apresentava “uma tosse ligeira e dor de cabeça”.

Presidente dos EUA infetado com covid-19

Esta madrugada, Donald Trump escreveu na sua página pessoal da rede social Twitter que, tal como a primeira-dama, Melania, tinha testado positivo com covid-19 e que iria ficar em quarentena, num anúncio que deixou o país em alerta e está a multiplicar reações em todo o mundo.

As ações de campanha programadas de Donald Trump vão ser mantidas de forma virtual ou adiadas, anunciou hoje a equipa de campanha do candidato republicano quando faltam 32 dias para a eleição presidencial.

(notícia atualizada às 23h39)

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Manifestantes anti-Trump concentrados frente à Casa Branca

Eleições dos Estados Unidos da América

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Foto: Twitter

Centenas de manifestantes anti-Trump e ativistas do movimento Black Lives Mater concentram-se junto às grades das traseiras da Casa Branca, no centro de Washington.

A pouco mais de uma hora do fecho das urnas nos Estados Unidos são centenas de pessoas de todas as idades, brancos e afro-americanos que se concentram no local onde nos últimos meses os ativistas pelos direitos cívicos se mantêm contra a administração Trump, na capital dos Estados Unidos.

Um grupo de mulheres acaba de erguer um pano negro de grandes dimensões com a inscrição a letras brancas: “TRUMP OUT NOW” (“Fora Trump”) tapando a visibilidade do edifício da Casa Branca.

“Estamos aqui à espera que caia de uma vez”, disse à Lusa um manifestante que montou um sistema de som no meio da rua.

Há cerca de meia hora que toca o tema “Play that Funky Music White Boy”, um clássico de Wild Cherry de 1976.

“A música é a mesma, o problema é o mesmo mas desta vez é pior”, diz o manifestante que controla a música.

“Queremos Trump fora” grita um grupo de manifestantes liderados por um homem vestido de Tio Sam, com uma enorme cartola com a bandeira dos Estados Unidos.

Além dos cartazes da candidatura de Joe Biden são inúmeros as bandeiras do movimento Black Live Mater.

A presença da polícia é visível no perímetro da manifestação que se estende até a uma praça em frente onde foi instalado um ecrã de televisão para que os participantes possam acompanhar os resultados eleitorais durante a próxima hora.

As avenidas e as ruas à volta da Casa Branca estão praticamente vazias contrastando com o ruído e a música da concentração contra Donald Trump.

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Morreu o ator Sean Connery aos 90 anos

Óbito

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Foto: DR

O ator escocês Sean Connery, que se tornou conhecido como 007-James Bond e ganhou prémios como um Óscar, dois Bafta e três Golden Globes, morreu hoje, aos 90 anos, anunciou a BBC.

O ator escocês ficou mais conhecido por sua interpretação de James Bond, tendo sido o primeiro ator a levar o papel para o cinema e aparecendo em sete dos filmes da saga 007.

Outros filmes de Sir Sean Connery foram “A Caçada ao Outubro Vermelho”, “Indiana Jones e a Última Cruzada”, “O Rochedo” ou “O Nome da Rosa”.

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Europa “unida” para enfrentar segunda vaga “brutal”

Covid-19

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Foto: DR

O presidente do Conselho Europeu garantiu hoje, no final de uma videoconferência entre os líderes da União Europeia, que os 27 estão “unidos” para enfrentar a “luta difícil” contra a segunda vaga da covid-19, que classificou como “brutal”.

“A principal mensagem política que quero passar é a seguinte: estamos unidos, porque estamos no mesmo barco. É uma luta difícil. É uma crise grave. Trata-se de uma segunda vaga que nos põe a todos à prova”, declarou Charles Michel, numa conferência de imprensa conjunta em Bruxelas com a presidente da Comissão Europeia, após uma reunião entre os chefes de Estado e de Governo da UE consagrada à “batalha contra a covid-19”.

Charles Michel enfatizou que “os números [de infetados] estão a aumentar em todo o lado na Europa”, o que está a deixar os hospitais e profissionais da saúde de todos os Estados-membros “outra vez sob pressão”, razão pela qual “muitos líderes anunciaram confinamentos e restrições”.

“Em tempos tão duros, a solidariedade importa mais do que nunca. Apelamos a todos os europeus que cuidem de si próprios e dos outros”, declarou.

O presidente do Conselho Europeu apontou que a discussão de hoje focou-se nos testes, rastreio de contactos e vacinas, tendo os 27 partilhado as suas experiências e discutido o reforço da coordenação, tendo por exemplo avançado no “reconhecimento mútuo de testes rápidos”, o que permitiria “reduzir o impacto negativo da liberdade de circulação e proteger o mercado único”.

A reunião por videoconferência de hoje foi a primeira desde que, no anterior Conselho Europeu (presencial), em Bruxelas, de 15 e 16 de outubro, e face à gravidade da situação, os líderes europeus decidiram manter contactos regulares, mesmo que à distância, para discutir a evolução da pandemia, cuja segunda vaga está a atingir toda a União Europeia, com vários Estados-membros a registarem nos últimos dias números recorde de casos positivos.

Portugal esteve representado na cimeira virtual pelo primeiro-ministro, António Costa, que marcou com os partidos reuniões na sexta-feira e convocou para sábado um Conselho de Ministros extraordinário para definir novas “ações imediatas” para o controlo da pandemia da covid-19.

A pandemia de covid-19 já provocou mais de 1,1 milhões de mortos e mais de 44,5 milhões de casos de infeção em todo o mundo, segundo um balanço feito pela agência francesa AFP.

Na Europa, o maior número de vítimas mortais regista-se no Reino Unido (45.955 mortos, mais de 965 mil casos), seguindo-se Itália (38.122 mortos, mais de 616 mil casos), França (36.020 mortos, quase 1,3 milhões de casos) e Espanha (35.639 mortos, mais de 1,1 milhões de casos).

Portugal contabiliza 2.428 mortos em 132.616 casos de infeção.

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