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Barcelos

Dois jovens assaltaram seis cafés e lojas em Barcelos. Ficaram com pena suspensa

Pena suspensa

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Foto: Ilustrativa / DR

Dois jovens de Barcelos, de nomes Ricardo Figueiras e Davide Oliveira, ambos com 21 anos, foram condenados no Tribunal de Braga, respetivamente, a dois anos e quatro anos e seis meses de prisão por seis assaltos a cafés ou lojas no concelho.

As penas ficaram suspensas, por igual período, desde que cumpram o chamado ‘regime de prova’, ou seja, um conjunto de medidas de reinserção supervisionadas pelo respetivo Instituto estatal.

Os crimes começaram a 27 de janeiro 2019, de madrugada numa frutaria, em Góios, Barcelos, na qual estroncaram a porta traseira, tendo retirado 73 euros da caixa registadora, um computador portátil de 696 euros, e 350 euros em moedas

Quatro dias depois, a 31, à 01:16, foram à Pastelaria Cherry, sita na rua da Estrada, em Silva. Um deles ficou de vigia no carro, o outro partiu o vidro da porta fronteira, o qual fez um estrondo enorme, o suficiente para alarmar a vizinhança, facto que levou o duo a fugir do local.

Uma hora e meia depois, foram à loja Calçado Sameiro, em Vila Seca, tendo um ficado no carro, enquanto o outro estroncava a porta de entrada com um pé de cabra. O alarme tocou pelos que os dois se escaparam, de imediato.

Apanhados pela GNR

O quarto assalto, ao Café Incautus, na rua Principal, em Silveiros, ocorreu a 12 de fevereiro, desta vez com intrusão após terem forçado a fechadura da porta traseira. Levaram um moedeiro da caixa registadora com 150 euros.

Na mesma noite, às 06:25, rebentaram a porta de trás da Divina Sinfeta, na freguesia de Carreira, tendo furtado um moedeiro com 120 euros e mais 150 retirados da máquina de tabaco.

No dia 14, pouco após a meia-noite, em Macieira de Rates, penetraram no estabelecimento de alimentação e bebidas ‘Sal e Pimenta’, de onde furtaram 20 euros em moedas, mais 100 da caixa registadora.

Nesse dia, foram apanhados e detidos pela GNR local, no Seat Ibiza em que sempre se deslocavam, na posse de um pé de cabra, de duas lanternas de colocar na cabeça e de outros objetos usados na prática dos delitos.

Vão, agora, ser julgados por quatro crimes de furto qualificado e outros dois na forma tentada.

Um dos envolvidos, Ricardo, fora já condenado pelo mesmo crime.

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