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Alto Minho

Doca seca de Viana concessionada por 30 anos a antigo quadro dos estaleiros navais

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Um antigo quadro dos Estaleiros Navais de Viana do Castelo (ENVC) vai assumir, por um período de 30 anos, a exploração da doca seca engenheiro Duarte Pacheco para instalar uma empresa de manutenção e reparação naval.


A Administração dos Portos do Douro, Leixões e Viana do Castelo (APDL) e a Metalorep – Construção e Reparação em Metalomecânica assinam na terça-feira, às 10:00, o contrato de concessão daquela doca, que começou a operar nos anos 40 do século passado, por iniciativa da ENVC, e laborou até aos anos 90.

O contrato, a assinar no edifício administrativo do porto de Viana do Castelo, “destina-se ao exercício da atividade de manutenção e reparação naval, reconversão e construção de embarcações comerciais, turismo, recreio, comercialização de equipamentos navais e outras”.

“Os bens compreendidos no estabelecimento da concessão, com um prazo de vigência de 30 anos, são a doca seca, um pequeno troço do cais acostável da antiga doca comercial, o edifício de apoio e os terraplenos adjacentes à doca seca numa área total de cerca de 13.000 metros quadrados”, adianta em nota da APDL.

A empresa à qual vai ser entregue a concessão de exploração do equipamento terá de realizar obras de requalificação das instalações.

Segundo a APDL, caberá ao concessionário “a reabilitação da doca seca engenheiro Duarte Pacheco, a reabilitação do edifício de apoio, a substituição da cobertura e outros trabalhos de requalificação, a execução dos ramais de água e energia elétrica, equipamentos no domínio da segurança, resíduos e sistema contra incêndios e arranjos exteriores”.

Na semana passada, em reunião camarária, o presidente da autarquia de Viana do Castelo, que integra a administração portuária, revelou que aquela empreitada deverá representar um investimento de três milhões de euros.

O socialista José Maria Costa congratulou-se com a concessão daquele equipamento, considerando tratar-se de “um projeto muito importante” para a futura concessão das marinas da cidade.

Para o autarca, trata-se de “um importante serviço de manutenção para navegação de recreio que passa ao longo da costa e que se estimam em cerca de 30 mil embarcações” e uma “mais-valia para a criação da futura marina Atlântica”.

 

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Viana do Castelo

Atraso na chegada dos restos mortais do bispo de Viana adia cerimónias fúnebres

Óbito

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Foto: Diocese de Viana do Castelo / Arquivo

A diocese de Viana do Castelo informou hoje que as exéquias do bispo Anacleto Oliveira, vítima de um acidente de viação, vão iniciar-se na terça-feira devido ao atraso na libertação dos seus restos mortais.

Em declarações à agência Lusa, fonte da diocese de Viana do Castelo explicou que as cerimónias em honra de Anacleto Oliveira previstas para terem início esta segunda-feira, na Sé Catedral da capital do Alto Minho, “foram canceladas devido ao atraso na libertação dos restos mortais do bispo, imprevisto alheio à diocese de Viana do Castelo”.

Aquela fonte acrescentou que, por ser “de todo imprevisível a hora de chegada do corpo do bispo a Viana do Castelo, [hoje] apenas se realizará uma cerimónia de caráter íntimo e privado”.

Na terça-feira, as portas da Sé Catedral de Viana do Castelo abrirão às 08:00.

Segundo a diocese, “a parte da manhã será destinada à oração livre e espontânea dos fiéis que, segundo uma entrada controlada e condicionada ao espaço disponível, poderão recolher-se em súplica e ação de graças junto dos restos mortais de D. Anacleto Oliveira”.

Às 15:00 “celebrar-se-á uma missa exequial, presidida pelo arcebispo primaz de Braga, D. Jorge Ferreira da Costa Ortiga, com a presença dos restantes bispos pertencentes à Conferência Episcopal Portuguesa, o presbitério da diocese de Viana do Castelo e os representantes dos diversos movimentos eclesiais, assim como autoridades civis e militares, segundo os lugares disponíveis e identificados dentro da Sé Catedral”.

Segundo a mesma fonte, o presidente da República confirmou hoje que irá marcar presença naquelas cerimónias na terça-feira à tarde.

Numa nota hoje enviada às redações, e devido à pandemia de covid-19, o administrador diocesano de Viana do Castelo apelou aos fiéis para que “participem à distância nas suas exéquias, que terão lugar na Sé Catedral”.

“Infelizmente continuamos confinados por causa da covid-19 e, por isso, sujeitos e obedientes à legislação estatal. Quer isto dizer que o espaço interior da Sé, com a demarcação exigida por lei, será reduzido (…). A convocatória que persisto em fazer será, por isso, para que, na hora da concelebração eucarística, liguem as redes de comunicação social com o fim de acompanhar da melhor forma possível as cerimónias fúnebres, que serão transmitidas, em direto, pela Rádio Renascença, pelo Facebook da Diocese e da Viana TV”, reforça Sebastião Ferreira.

O administrador diocesano apela ainda “aos milhares de jovens e (já) menos jovens que, durante os decorridos 10 anos, em visitas pastorais ou fora delas, pelo ministério episcopal de D. Anacleto, receberam, das suas mãos, o Sacramento da Confirmação (Crisma) para que o recordem na sua memória e no seu coração, com o propósito de se prepararem para a Jornada Mundial da Juventude”.

A diocese de Viana do Castelo, fundada através de uma bula do beato Paulo VI, publicada a 03 de novembro de 1977, abrange os 10 concelhos do Alto Minho.

A diocese mais jovem do país integra 291 paróquias espalhadas pelos concelhos do distrito de Viana do Castelo e tem cerca de 120 sacerdotes.

O funeral do bispo de Viana do Castelo realiza-se na quarta-feira, às 15:00, no cemitério das Cortes, em Leiria, terra natal de Anacleto Oliveira. Nessa manhã, a partir das 10:00, o corpo do bispo estará em câmara ardente na Sé Catedral de Leiria.

Anacleto Oliveira, de 74 anos, morreu na sexta-feira, na sequência do despiste do automóvel que conduzia na Autoestrada 2 (A2) perto de Almodôvar, no distrito de Beja.

Natural de Cortes, Leiria, D. Anacleto Oliveira nasceu em 17 de julho de 1946, tendo sido ordenado sacerdote em 1970 e nomeado bispo auxiliar de Lisboa em 2005.

A ordenação episcopal de D. Anacleto Oliveira decorreu no Santuário de Fátima em 2005, tendo sido nomeado bispo de Viana do Castelo em 2010 e atualmente presidia à Comissão Episcopal Liturgia e Espiritualidade e à Comissão de Tradução da Bíblia para português a partir dos textos originais na Conferência Episcopal Portuguesa, adianta a nota.

Este ano, D. Anacleto Oliveira assinalou 10 anos de bispo de Viana do Castelo e 50 de ordenação sacerdotal, afirma.

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Alto Minho

Surto em lar da Cruz Vermelha de Valença com 15 infetados

Nenhum está hospitalizado

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Foto: DR

Há um surto no lar da Cruz Vermelha com 15 infetados – 13 utentes e dois funcionários.

Segundo a RTP, que avança a notícia, nenhum está hospitalizado.

As visitas já foram suspensas e os idosos estão isolados.

De acordo com o boletim desta segunda-feira da DGS, Valença registou na última semana 14 novos casos de covid-19, totalizando 47 desde o início da pandemia.

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Alto Minho

Paredes de Coura decreta um dia de luto municipal pela morte de bispo de Viana

Óbito

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Foto: dkixot / Até Brilhas

A Câmara de Paredes de Coura decretou luto municipal na terça-feira pela morte do bispo da diocese de Viana do Castelo, Anacleto Oliveira, vítima de um acidente de viação na sexta-feira, informou hoje a autarquia.

Numa nota enviada hoje às redações, a Câmara presidida por Vítor Paulo Pereira sublinha que “Anacleto Oliveira destacou-se na sua brilhante vida académica como um homem de cultura e conhecimento que, não obstante a elevação do seu pensamento, nunca se afastou da sua ligação e diálogo com os mais simples e mais frágeis”.

Bispo de Viana morre em acidente na A2

“O seu trabalho episcopal pautou-se pela forte ligação com as paróquias e os fiéis que servia, com particular proximidade aos mais vulneráveis – a quem nunca deixava de dedicar especial atenção. A sua proximidade à comunidade permite a perceção de que D. Anacleto foi sempre um no meio de todos, tal como vontade expressa no lema episcopal que adotou”, refere Vítor Paulo Pereira, citado naquele documento.

Segundo a nota de pesar do autarca, “em todas as diversas circunstâncias em que Paredes de Coura teve a honra de o receber, D. Anacleto Oliveira sempre foi o expoente da simplicidade e da generosidade, um homem de fé e dedicação, cujo coração abraçava toda a comunidade”.

De acordo com a diocese de Viana do Castelo, o funeral do bispo de Viana do Castelo realiza-se na quarta-feira, no cemitério das Cortes, em Leiria, depois de dois dias de cerimónias fúnebres.

O funeral será realizado às 15:00 de quarta-feira no cemitério das Cortes, terra natal de Anacleto Oliveira. Nessa manhã, a partir das 10:00, o corpo do bispo estará em câmara ardente na Sé Catedral de Leiria.

Um dia de luto oficial no Alto Minho pela morte do bispo de Viana

Em Viana do Castelo, as cerimónias fúnebres terão hoje início e vão seguir as restrições impostas para controlo da pandemia de covid-19.

A despedida de D. Anacleto Oliveira decorrerá entre hoje e terça-feira, “com o fim de evitar constrangimentos desnecessários, e sempre seguindo as normas de saúde prescritas”, refere a entidade.

A diocese de Viana do Castelo, fundada através de uma bula do beato Paulo VI, publicada a 03 de novembro de 1977, abrange os 10 concelhos do Alto Minho.

A diocese mais jovem do país integra 291 paróquias espalhadas pelos 10 concelhos do distrito de Viana do Castelo e tem cerca de 120 sacerdotes.

Anacleto Oliveira, de 74 anos, morreu na sexta-feira, na sequência do despiste do automóvel que conduzia na Autoestrada 2 (A2) perto de Almodôvar, no distrito de Beja.

Natural de Cortes, Leiria, D. Anacleto Oliveira nasceu em 17 de julho de 1949, tendo sido ordenado sacerdote em 1970 e nomeado bispo auxiliar de Lisboa em 2005.

A ordenação episcopal de D. Anacleto Oliveira decorreu no Santuário de Fátima em 2005, tendo sido nomeado bispo de Viana do Castelo em 2010 e atualmente presidia à Comissão Episcopal Liturgia e Espiritualidade e à Comissão de Tradução da Bíblia para português a partir dos textos originais na Conferência Episcopal Portuguesa, adianta a nota.

Este ano, D. Anacleto Oliveira assinalou 10 anos de bispo de Viana do Castelo e 50 de ordenação sacerdotal, afirma.

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