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Braga

Já morreram 34 pessoas nas estradas de Braga em 2019

Sinistralidade rodoviária

em

Foto: O MINHO (Arquivo)

O número de mortos nas estradas portugueses desceu entre 01 de janeiro e 30 de novembro relativamente ao período homólogo, mas o número de acidentes e de feridos graves subiu, segundo dados provisórios oficiais. O distrito de Braga continua a ser o terceiro do país com maior número de óbitos declarados nos locais de acidentes (34).


De acordo com o último balanço da Autoridade Nacional de Segurança Rodoviária (ANSR), relativo a 11 meses, morreram 435 pessoas nas estradas, menos 21 do que no período homólogo (456).

Entre 01 de janeiro e 30 de novembro deste ano foram registados 122.322 acidentes, mais 1.572 do que no período homólogo (120.750).

No mesmo período ficaram feridas com gravidade 2.048 pessoas, mais 107 do que nos 11 meses de 2018.

A ANSR indica também que 38.332 pessoas sofreram ferimentos ligeiros, mais 647 do que em igual período do ano passado (37.685).

O balanço da ANSR, que reúne dados da GNR e PSP, destaca também que na última semana de novembro (22 a 30 de novembro) morreram seis pessoas e 48 ficaram feridas com gravidade na sequência de acidentes rodoviários.

Entre 01 de janeiro e 30 de novembro deste ano, o distrito com maior número de mortos foi o do Porto (53), seguido de Lisboa (43), Braga (34), Aveiro e Santarém (ambos com 32).

O distrito de Lisboa foi o distrito com mais feridos graves (289), seguido do Porto (209) e de Faro (206).

Os dados da ANSR indicam igualmente que entre 01 de dezembro de 2018 e 30 de novembro de 2019, foram registados 487 mortos nas estradas (menos 19 relativamente ao período 01 de dezembro de 2017 a 30 de novembro de 2018) enquanto os feridos graves subiram para 2.248 (mais 108).

Os dados da ANSR referem-se a óbitos que ocorrem no local do acidente ou durante o respetivo transporte até à unidade de saúde e os valores relativos aos feridos graves são referentes a vítima de acidente cujos danos corporais obriguem a um período de hospitalização superior a 24 horas.

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Braga

Casal ferido após colisão entre mota e carro em Braga

Maximinos

em

Foto: Paulo Jorge Magalhães / O MINHO

Um casal sofreu ferimentos na sequência de uma colisão entre a mota em que seguiam e uma viatura ligeira, ao início da noite deste sábado, em Braga.

Ao que apuro O MINHO, o acidente ocorreu na rotunda onde começa a Rua Cidade do Porto, em Maximinos, cerca das 21:00 horas.

As duas vítimas, que seguiam na mota, foram imobilizadas e transportadas para o Hospital de Braga, para fazerem exames de despiste de possíveis fraturas e lesões na coluna.

Foto: Paulo Jorge Magalhães / O MINHO

Foto: Paulo Jorge Magalhães / O MINHO

Foto: Paulo Jorge Magalhães / O MINHO

Serão marido e mulher e foram transportados pelos Bombeiros Sapadores de Braga, que mobilizaram quatro operacionais e duas ambulâncias.

Foram para o Hospital de Braga com apoio da equipa médica da VMER local.

A PSP está a fazer as peritagens.

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Braga

Concelho de Braga com 235 casos ativos de covid-19. Há 338 pessoas em isolamento

Dados locais

em

Foto: DR

O concelho de Braga regista 235 casos de infeção ativa pelo novo coronavírus.

Estes dados, apurados por O MINHO junto de fonte local da saúde, foram atualizados às 17:30 de sexta-feira.

O concelho regista 1.433 casos de recuperações do SARS CoV-2 desde o início da pandemia.

Em termos acumulados, são já 1.742 casos de pessoas infetadas com a doença.

Lamentam-se ainda 74 óbitos, número que permanece igual desde o passado dia 16 de junho.

O número de pessoas em isolamento sob vigilância da autoridade de saúde é de 338.

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Braga

Acesso ao canil de Braga está vedado a voluntários para proteger AGERE da covid-19

Pandemia

em

Foto: DR

Um cidadão bracarense, Filipe Teixeira, de Ferreiros, reclamou, ontem, no arranque da Assembleia Municipal, a reabertura do acesso de voluntários – mais de 40 – das várias associações de defesa dos animais da cidade ao canil municipal, terminando com o corte que foi imposto pela AGERE no começo da pandemia.

O munícipe enalteceu o trabalho dos voluntários em defesa da dignidade dos animais e do seu bem-estar físico e psicológico, e disse não ser compreensível que o acesso, ao fim de sete meses, continue vedado: “se o animal não estiver bem do ponto de vista psicológico e afetivo a adoção torna-se mais difícil”.

Ricardo Teixeira

O voluntário pediu, por isso, um voto de desbloqueio da entrada dos voluntários, acentuando que tal se trata de um “direito de cidadania”.

No final, Rio esclareceu que, como o canil é contíguo aos serviços da AGERE, onde se concentram diariamente centenas de trabalhadores, entendeu-se, que por razões sanitárias, as da eventual transmissão do covid-19, seria de vedar o acesso a pessoas estranhas ao serviço: “se o serviço da AGERE parásse ou diminuísse por causa do vírus, toda a cidade era prejudicada. Foi isso que se acautelou”.

Enalteceu o trabalho dos voluntários, e referiu que o bem-estar dos animais está garantido pelos veterinários e pelos funcionários do canil, salientando que os voluntários têm podido aceder ao canil, ao fim de semana, período em que há menos trabalhadores da AGERE na zona.

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