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Direito de Resposta – “Alto Minho: Burla de ex-promotores bancários já envolve 60 lesados em vários milhões”

Por António Lima e Ricardo Nuno Pimenta

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António Lima e Nuno Pimenta. Foto: DR

Ao abrigo da Lei de Imprensa, é publicado o Direito de Resposta de António Lima e Ricardo Nuno Pimenta, à notícia “Alto Minho: Burla de ex-promotores bancários já envolve 60 lesados em vários milhões”, publicada em 25 de maio de 2020.

Num artigo com o título “Burla de ex-promotores bancários já envolve 60 lesados em vários milhões”, publicada a 25 de maio de 2020 pelo jornalista Luís Moreira, O MINHO transmite informações falsas e tendenciosas, impondo-se, assim, a sua correção.

Afirma o jornalista que assina a peça, que as autoridades judiciais e policiais “receberam mais outras 50 queixas de pessoas lesadas, aumentando para cerca de 60 casos”. Tal é mentira.

Alega ainda o jornalista que, “de acordo com fonte judicial”, “as autoridades suspeitavam de outras 80 burlas”. O que também é mentira.

Sem entrar na discussão sobre o real interesse noticioso da matéria em apreço, cumpre esclarecer que o número de queixas-crime apresentadas e em investigação é muito inferior a 80.

A acrescer, cumpre igualmente clarificar que estão pendentes no Juízo Central Cível de Viana do Castelo vários processos, nos quais António Lima e Ricardo Nuno Pimenta são Réus, a par, note-se, do Deutsche Bank e noutros apenas o Deutsche Bank como Réu.

Com efeito, não pode o jornalista Luís Moreira, apenas com base na sua falta de informação criteriosa acerca dos processos judiciais – cíveis e criminais – em curso, tecer considerações sobre a responsabilidade dos intervenientes nos mesmos.

Assim, não lhe cumpre nem pode afirmar que “O Deutsch Bank [sic] não é responsável, nem está envolvido”, porque, como já se disse, o Deutsche Bank é Réu nos vários processos cíveis em curso.

Competirá aos tribunais portugueses, e apenas a estes órgãos, julgar os processos submetidos à sua apreciação, e apurar a responsabilidade, ou ausência dela, dos intervenientes daqueles.

Lamenta-se, por fim, que o texto jornalístico em análise tenha carácter e intuito persecutórios, e tenha sido redigido com a finalidade de denegrir a imagem e ofender o bom nome de António Lima e Ricardo Nuno Pimenta, tendo-se baseado meramente em falsidades que se demonstrarão sê-lo nas instâncias competentes.

 

Transcrito do documento original recebido [abrir PDF]

 


Em resposta à notícia (20/05/2020):

Alto Minho: Burla de ex-promotores bancários já envolve 60 lesados em vários milhões

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