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Ave

Dez anos de prisão para líderes dos assaltantes de carrinhas de valores

Em vários concelhos, entre os quais o de Fafe

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Foto: Ilustrativa / DR

O tribunal do Porto condenou hoje dois envolvidos em assaltos milionários a carrinhas de valores no Norte – o alegado líder do grupo e o filho de um polícia – a penas de 10 anos de prisão.


Na parte civil, os dois arguidos foram condenados, solidariamente com um terceiro, a pagar 49.920 euros à empresa de segurança ESEGUR, uma das demandantes.

Dois outros arguidos do processo foram condenados, também em cúmulo jurídico, a cinco anos de reclusão, sendo uma destas penas efetiva e outra suspensa por igual período, com regime de prova.

Também suspensa e igualmente sujeita ao regime de prova é a pena única de dois anos e nove meses de prisão aplicada a um quinto condenado.

Ficou provada a prática de crimes como roubo qualificado, furtos qualificados e simples, falsificação de documentos, mas caiu a acusação por associação criminosa que o Ministério Público imputava a sete arguidos.

Num processo com nove arguidos, o Tribunal do Porto (Juízo Central Criminal do Porto) absolveu os quatro restantes.

Os factos deste julgamento remontam ao período entre novembro de 2015 e janeiro de 2017 e relacionam-se com assaltos a carrinhas de valores ou aos seus tripulantes nos concelhos de Gondomar, Felgueiras, Lousada e Vila Nova de Gaia (distrito do Porto), bem como no de Fafe, no Minho, geralmente durante operações de abastecimento de caixas Multibanco, em crimes que terão permitido ao grupo arrecadar cerca de 280 mil euros.

A acusação reporta igualmente o furto de veículos que depois eram usados no transporte de e para o local dos assaltos às carrinhas de valores ou aos seus funcionários.

Nos veículos furtados eram apostas matrículas falsas e os vidros eram revestidos com películas escurecidas, para impedir que os transeuntes vissem quem seguia no interior.

O ‘modus operandi’, referiu então a Polícia Judiciária (PJ), “era executar os assaltos com armas de fogo na altura em que se procediam aos carregamentos das caixas Multibanco e de forma rápida”, atuando encapuzados.

Durante esta primeira sessão de julgamento, um inspetor-chefe que a PJ envolveu na investigação do caso referiu que o visionamento de câmaras de videovigilância permitiu recolher sinais de que os assaltos foram consumados pelas mesmas pessoas: o alegado líder do grupo (o cidadão brasileiro residente em Portugal), e o jovem que à altura dos factos estudante de estudante de Educação Física e Desporto, filho de um agente de autoridade.

O investigador da PJ nomeou ainda um terceiro arguido como o habitual condutor dos carros em que se faziam transportar para o local dos assaltos.

O julgamento começou em 30 de setembro de 2019, altura em que cinco de nove acusados, optaram por nada dizer em tribunal e outros dois se demarcaram dos crimes.

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Guimarães

Montanha da Penha, em Guimarães, já tem um mapa turístico

Turismo

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Foto: Divulgação / CM Guimarães

Uma parceria entre a Irmandade da Penha, a Turipenha e a Câmara de Guimarães resultou no mapa turístico da Montanha de Penha, de valorização dos seus recursos naturais e de aproximação à cidade e ao turismo.

Em comunicado, a autarquia minhota descreve que o mapa turístico sobre a Montanha da Penha está disponível em quatro línguas (português, espanhol, francês e inglês), reafirmando Guimarães como destino de excelência para a prática de Turismo de Natureza.

Neste documento, prossegue a nota de imprensa, “estão descritas informações de relevo alusivas ao Pio IX, à Gruta da Senhora de Lourdes, à Capela de Santa Catarina, ao Teleférico, ao Parque de Campismo e ainda um programa de atividades possíveis de realizar, com os contactos úteis”.

“A Montanha da Penha, com uma área de 1.140 hectares é definida como um local de extrema relevância para os habitantes locais e para os visitantes, quer pelo impacto visual que tem sobre a cidade, quer em termos paisagísticos, mas também pelas mais variadíssimas vertentes tais como religiosa, cultural, desportiva, turismo e lazer”, refere ainda o comunicado.

Acrescenta a comunicação que “Guimarães tem definido uma estratégia clara no âmbito da promoção de Turismo de Natureza, onde a Montanha da Penha emerge como um dos principais ecossistemas do concelho, com a candidatura em curso para área Protegida de Âmbito Local”.

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Ave

Trabalhadores atacados por vespas asiáticas em Famalicão

No Parque de Campismo de Gondifelos

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Foto: Ilustrativa / DR

Um trabalhador de silvicultura teve de receber tratamento hospitalar na sequência de um ataque de vespas asiáticas, durante a manhã desta terça-feira, em Gondifelos, concelho de Famalicão.

O MINHO confirmou a ocorrência junto de fonte dos bombeiros e do presidente da União de Freguesias de Gondifelos, Cavalões e Outiz.

De acordo com Manuel Novais, o homem estava a fazer limpeza de vegetação na concessão do Parque de Campismo de Gondifelos da responsabilidade do Corpo Nacional de Escutas, quando o acidente terá ocorrido.

“Foi uma situação simples, os trabalhadores devem ter mexido com o ninho sem se aperceberem e foram atacados”, confirmou o autarca. Um dos trabalhadores acabou por ser picado, necessitando de receber tratamento.

Para o local foi acionada a equipa médica da VMER de Famalicão que fez a avaliação do trabalhador, considerando que os ferimentos são “ligeiros”.

A vítima foi transportada para o Hospital de Famalicão por uma ambulância dos Bombeiros Famalicenses.

O alerta foi dado às 10:43.

Esta noite, os serviços municipais vão proceder à eliminação do vespeiro.

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Ave

Detido por violar as filhas e bater na mulher em Famalicão

Crime

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Foto: DR / Arquivo

A Polícia Judiciária (PJ) deteve um homem por suspeitas de abusar sexualmente das filhas, de 13 e 21 anos, e de agredir e maltratar a mulher em Famalicão, anunciou hoje esta força policial.

Em comunicado, a PJ referiu que o suspeito, detido fora de flagrante delito, está indiciado pelos crimes de abuso sexual de crianças, abuso sexual de menores dependentes, violação e violência doméstica.

As vítimas, mulher, de 39 anos, e filhas, e o agressor residiam todos juntos na habitação.

Segundo a PJ, os abusos sexuais com a filha mais velha, de 21 anos, começaram quando esta tinha 13 e continuaram com “regularidade” até hoje, ocorrendo na casa e noutros locais.

Já com a filha mais nova, de 13 anos, os abusos sexuais principiaram em meados do passado mês de junho, no interior da habitação.

“Para a prática dos seus atos, o detido impôs no seio familiar um clima de medo e insegurança constantes, que passavam por infligir maus tratos físicos e psíquicos às vítimas, e pelo permanente controlo das suas movimentações e vivência em sociedade”, vincou a força policial.

Estes crimes chegaram na segunda-feira à tarde ao conhecimento da PJ que, posteriormente, iniciou as diligências, das quais resultou a “recolha de inúmeros indícios da prática dos crimes”, frisou.

O detido, de 44 anos, vai agora ser presente a um juiz de instrução criminal no Tribunal de Vila Nova de Famalicão.

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