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Braga

Detido suspeito de dezenas de assaltos à mão armada em Braga

Crime

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Foto: O MINHO (Arquivo)

Um homem de 30 anos foi detido pela PSP de Braga na sequência de vários processos de investigação a assaltos ocorridos na cidade, entre 20 de julho e 24 de dezembro de 2019, foi hoje anunciado.

Em comunicado enviado a O MINHO, aquela polícia informa que a detenção ocorreu no Porto, onde o suspeito pernoitava “nos últimos tempos”.

A operação foi levada a cabo pela Esquadra de Investigação Criminal de Braga, na sequência das suspeitas que recaíam sobre o homem, pela prática de “vários crimes de roubo e furtos qualificados”, nomeadamente na rua, junto a multibancos, a minimercados, cabeleireiros e um hotel.

“Para a concretização dos mesmos, normalmente agia sozinho, mas por vezes, com a ajuda de outros suspeitos”, aponta a mesma nota.

O suspeito utilizava força física e, por vezes, uma arma branca, para abordar as vítimas na rua, nas imediações de caixas ATM e também no interior de estabelecimentos comerciais. Exigia que lhe dessem o dinheiro que possuíam, bem como também lhes subtraía os telemóveis.

“Esta Polícia, realizou reconhecimentos pessoais por parte das vítimas e testemunhas, ficando desde já indiciado pela prática de oito destes crimes”; acrescenta a PSP.

Explicam ainda que o mesmo foi intercetado no Porto depois de ter ali continuado a prática criminal, sendo identificado pela polícia local, pela prática de vários furtos, desde o início deste ano de 2020.

De referir, que o mesmo estava a cumprir pena pela prática de ilícitos criminais desta natureza. O detido vai ser presente no Tribunal Judicial de Guimarães.

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Braga

Apreendidas 2,5 toneladas de bivalves em Braga, no valor de mais de 20 mil euros

Amêijoa japonesa

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Foto: Ilustrativa / Wikipedia

Foram apreendidos 2423,90 quilos de amêijoa japonesa, com o valor presumível de 21 815,10 euros, em Braga, na quarta-feira, anunciou hoje a GNR.

Segundo a fonte, a apreensão deu-se durante uma operação rodoviária, dirigida à fiscalização de transporte de pescado fresco e moluscos bivalves, da Unidade de Controlo Costeiro, através do Destacamento de Controlo Costeiro de Matosinhos.

“Foram apreendidas cerca de 2,5 toneladas de amêijoa japonesa (Ruditapes Philippinarum) sem o tamanho mínimo legal exigido por lei (quatro centímetros)”, pode ler-se numa nota publicada no site daquela força de segurança.

Foi identificado um homem, com 41 anos, “e elaborado um auto de contraordenação, por transporte de bivalves em estado imaturo, punível com a coima mínima de 598,56 euros e a máxima de 37409,88”, acrescenta.

A mercadoria apreendida encontra-se a aguardar inspeção higiossanitária.

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Braga

Antígona e Orfeu Negro juntam-se para apoiar livrarias independentes. Uma delas é de Braga

Covid-19

em

Foto: CM Braga

A 100.ª Página, em Braga, é uma das livrarias independentes do país que serão apoiadas pela campanha conjunta lançada pelas editoras Antígona e Orfeu Negro.

O objetivo da iniciativa é ajudar as livrarias independentes, encerradas e em dificuldades devido à covid-19, através de apoio financeiro resultante de vendas ‘online’. Os dinamizadores desafiam outras editoras a juntarem-se com novas ideias.

O anúncio foi feito por ambas, em comunicado, especificando que, desta forma, as duas editoras, também elas independentes, querem “alertar o público para a situação cada vez mais frágil das livrarias independentes”.

Intitulada “Adopta uma livraria – 10 Dias, 10 Livrarias”, esta campanha de vendas ‘online’ decorre entre os dias 14 e 23 de abril (Dia Mundial do Livro), e visa dar às livrarias um terço do valor adquirido nas vendas.

“Os leitores que encomendarem livros nos ‘sites’ da Antígona ou da Orfeu Negro estarão a apoiar diretamente a livraria designada para esse dia: 30% do valor líquido das suas compras reverte para a livraria. Além disso, terão 10% de desconto sobre o PVP [Preço de Venda ao Público] de cada livro e portes gratuitos”, esclarece a nota.

Cada editora selecionou “as suas 10 livrarias independentes”, de norte a sul do país, ou seja, são 20 livrarias ao todo, e em cada um dos dez dias de campanha, vão estar a ser beneficiadas duas livrarias, uma selecionada pela Antígona e outra pela Orfeu Negro.

Assim, e por ordem de dias, as livrarias assinaladas pela Antígona são a 100.ª Página (Braga), Escriba (Almada), Fonte de Letras (Évora), Ler Devagar (Lisboa), A das Artes (Sines), Tigre de Papel (Lisboa), Culsete (Setúbal), Snob (Lisboa), Flâneur (Porto) e Arquivo (Leiria).

Já a Orfeu Negro (distinguida no ano passado na Feira do Livro Infantil de Bolonha com o prémio de Melhor Editora Europeia de Livro Infantil) dá parte do destaque a livrarias dedicadas ao livro ilustrado.

Sendo assim, as livrarias escolhidas para cada um dos dias são a Livraria Ler (Lisboa), Hipópomatos na Lua (Sintra), Arquivo (Leiria), Gigões e Anantes (Aveiro), Salta Folhinhas (Porto), Aqui há Gato (Santarém), 100.ª Página (Braga), Fonte de Letras (Évora), Faz de Conto (Coimbra) e Tigre de Papel (Lisboa).

As equipas da Orfeu Negro e da Antígona consideram que “é muito importante que as editoras e as livrarias independentes estejam unidas nesta altura particularmente difícil”.

“Umas e outras estão já habituadas a uma existência plena de adversidades em Portugal, mas cabe-nos a todos garantir que, ultrapassado este período, regressemos de boa saúde e mais ativas do que nunca”, afirmam.

Os impulsionadores da campanha afirmam que este é “um pequeno gesto de resistência”, ao qual pensam juntar outros nos próximos meses, e lançam um repto a outras editoras, para que “se juntem com ações semelhantes”.

No início deste mês, mais de meia centena de livrarias independentes de todo o país uniram-se para criar uma rede de cooperação com o objetivo de conjugar esforços para enfrentar a crise no setor, agravada agora pelas condições criadas pela covid-19.

Denominada RELI – Rede de Livrarias Independentes, esta associação livre de apoio mútuo foi lançada, juntamente com o respetivo ‘site’, com o objetivo de “coordenar esforços para enfrentar a crise no mercado livreiro, que vem comprometendo, já há vários anos, a existência de pequenas livrarias em todo o país”, segundo os livreiros.

Além disso, também enviaram uma carta aberta aos órgãos de soberania, com um conjunto de propostas para os ajudar a sobreviver à crise, que passam por medidas de apoio à tesouraria e rendas.

Antes disso, já as editoras tinham anunciado que suspendiam a produção de novidades e que se viravam para as vendas ‘online’, em alguns casos praticando descontos, para conseguirem sobreviver, face à crise no setor, que esvaziou e fechou as livrarias.

Este cenário passa-se um pouco por toda a Europa e na terça-feira, antecedendo a reunião de ministros da Cultura da União Europeia – que decorreu na quarta-feira –, a federação europeia de editores escreveu uma carta a alertar para a “gravosa situação” do setor livreiro e a solicitar apoio financeiro para aliviar os efeitos da crise.

Desta reunião não saíram medidas específicas para o mercado livreiro, mas sim a ideia de que alguns programas financeiros europeus para enfrentar a crise causada pela covid-19 – como a iniciativa de investimento, orçada em 37 mil milhões de euros, e o instrumento de mitigação de desemprego, no valor de 100 mil milhões de euros – vão poder ser utilizados no setor cultural e criativo.

Dirigido ao meio literário, foram anunciados incentivos à tradução de livros, no âmbito do programa Europa Criativa.

A Associação Portuguesa de Editores e Livreiros (APEL) tem dado conta dos dados relativos ao comportamento do mercado livreiro no mês de março e revelou que na primeira semana em que se iniciaram as medidas de isolamento, a venda de livros teve uma quebra de 65,8% e que, especificamente, as livrarias tiveram uma redução de 73% na venda dos livros.

A semana seguinte, a primeira depois de declarado o Estado de Emergência, trouxe um cenário ainda mais grave, com a APEL a anunciar uma “queda a pique do mercado”, de menos 83% de vendas de livros, e a avisar que vários trabalhadores estão já em situação de ‘lay-off’.

Até ao momento, o Ministério da Cultura ainda não anunciou medidas específicas para este setor.

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Braga

Galeria de Braga lança campanha de retratos para ajudar artistas

Covid-19

em

Foto: Zet Gallery / Facebook

A zet gallery, de Braga, lançou a campanha “Um abraço na forma de um retrato” para ajudar alguns dos artistas plásticos que representa, numa altura em que o setor “está parado” por causa da pandemia da covid-19.

Em declarações à Lusa, a diretora da galeria, Helena Mendes Pereira, explicou que o objetivo é angariar encomendas de retratos aos seis artistas escolhidos para esta campanha.

“A nossa grande preocupação é fazer chegar dinheiro aos artistas”, referiu.

Os seis artistas que integram esta campanha são todos portugueses e vivem exclusivamente da venda de obras de arte.

Esta última particularidade faz com que integrem o grupo dos artistas que ficaram “mais descalços” com a crise pandémica.

Helena Mendes Pereira vincou que estes artistas encontram “sérias dificuldades de enquadramento” nos apoios anunciados pelo Estado ao setor das artes.

Adiantou ainda que a iniciativa tem subjacente um outro objetivo, de caráter mais simbólico.

“Numa altura em que os abraços estão proibidos, por que não dar um abraço em forma de retrato a alguém que nos é querido?”, referiu.

Lançada “há meia dúzia de dias”, a campanha já conta com cerca de uma dezena de encomendas.

Nesta fase, a galeria está a assumir todos os portes de envio e logística, para que o processo beneficie os artistas.

A zet gallery representa cerca de 480 artistas, nacionais e estrangeiros.

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