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Póvoa de Lanhoso

Detido na Póvoa de Lanhoso por assédio a mulheres

Suspeito de 69 anos.

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Foto: DR / Arquivo

A GNR deteve na Póvoa de Lanhoso um homem de 69 anos, pelo crime de ‘stalking’, consubstanciado em “perseguição” a mulheres através de cartas com teor sexual e intimidatório, anunciou hoje aquela força.

Em comunicado, a GNR refere que o suspeito enviava cartas às vítimas “de forma reiterada, pelo menos nos últimos dois anos”, tanto para as suas residências como para os seus locais de trabalho.

Dessa forma, provocava medo e um sentimento de insegurança às vítimas, “afetando gravemente a liberdade e o dia-a-dia” das mesmas.

No âmbito da investigação, a GNR deu cumprimento a um mandado de detenção e a um mandado de busca domiciliária, de que resultou a apreensão de material relacionado com aquele crime, nomeadamente cartas, fotografias e envelopes.

As vítimas são mulheres com idades compreendidas entre os 25 e os 48 anos.

O suspeito está detido desde segunda-feira nas instalações da GNR e vai hoje ser apresentado no Tribunal Judicial da Póvoa de Lanhoso, para primeiro interrogatório e aplicação das respetivas medidas de coação.

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Póvoa de Lanhoso

Póvoa de Lanhoso volta a rejeitar transferência de competências do Estado

Nas áreas da proteção e saúde animal e segurança dos alimentos, educação, cultura e saúde

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Foto: DR

A Câmara da Póvoa de Lanhoso decidiu rejeitar a transferência de competências nas áreas da proteção e saúde animal e segurança dos alimentos, educação, cultura e saúde, anunciou hoje o município.

Segundo a autarquia, os decretos-lei relativos àquelas transferências de competências “carecem de sustentação e clareza suficiente das suas linhas orientadoras para uma implementação consistente e consciente”.

O município alude, concretamente, a “insuficiência” de recursos financeiros e humanos constantes nos mapas da saúde que foram remetidos para pronúncia e a “ausência da informação que o Governo se comprometeu a enviar aos municípios relativamente à área educação”.

Aponta ainda o caso da proteção e saúde animal e segurança dos alimentos, “que exigem a intervenção de equipas técnicas com experiência e formação adequada suportadas por uma organização administrativa vultuosa, que os municípios apenas poderão vir a constituir à custa de vultuosos investimentos e elevadas despesas de manutenção”.

A Câmara da Póvoa de Lanhoso, de maioria PSD, considera ser “essencial a promoção de uma reflexão mais alargada”, até porque o orçamento municipal em vigor, aprovado em 2018, “não reflete o impacto de uma eventual aceitação, quer porque se desconhece o envelope financeiro adstrito a cada uma das competências, quer porque não há dados suficientes para determinar e quantificar esse impacto”.

“Muito embora a lei-quadro determine a inscrição de verba em sede dos orçamentos municipais de 2019, 2020 e 2021 dos montantes que incorporam o Fundo de Financiamento da Descentralização, certo é que a esta data este montante é ainda desconhecido, facto que entendemos ser essencial no âmbito duma discussão mais concreta do processo de descentralização, em especial, em matérias cujo impacto no âmbito do orçamento municipal pode ser bastante significativo”, refere ainda o município.

Póvoa de Lanhoso já tinha rejeitado competências previstas nos decretos-lei publicados em novembro de 2018 e relativos às áreas das praias, jogos de fortuna ou azar, vias de comunicação, atendimento ao cidadão, habitação, património, estacionamento público, bombeiros voluntários e justiça.

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Póvoa de Lanhoso

Jovem da Póvoa de Lanhoso alega em tribunal que passou notas falsas pensando que eram autênticas

Juiz ironiza: “Por azar, foram logo duas notas falsas”

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Foto: Ilustrativa

Um de cinco acusados de passar em Portugal notas de 50 euros trazidas de França alegou esta quarta-feira em tribunal que na altura dos factos, em princípios de 2015, pensava tratar-se de dinheiro autêntico.

O julgamento do caso, a decorrer no Tribunal de São João Novo, no Porto, envolvia cinco acusados, mas dois deles tiveram os seus processos separados, por não serem localizados em tempo útil, e dois outros faltaram a esta audiência sem apresentarem justificação.

O único arguido presente hoje em audiência, um homem de 28 anos, admitiu ter usado duas notas de 50 euros que se veio a apurar serem falsas, mas garantiu que na ocasião nada sabia.

“Só o soube quando a polícia interveio no caso”, declarou.

De acordo com a sua versão, uma das notas falsas de 50 euros, usada em compras num supermercado, resultou do troco recebido numa feira, onde pagara uma despesa com uma nota de 100 euros.

Quanto à segunda nota, assegurou, foi-lhe entregue por um primo (um dos ausentes nesta sessão de julgamento) com a qual pagou uma despesa num bar.

O presidente do coletivo de juízes perguntou-lhe se não achava estranho ter recebido duas notas falsas de 50 euros sensivelmente na mesma ocasião.

“Por azar, foram logo duas notas falsas”, acrescentou, irónico, o magistrado Pedro Meneses.

Ao que o arguido retorquiu: “Pois. O que é que eu posso fazer?”.

Chamado a depor, o dono do bar onde foram usadas algumas das notas falsas disse que o arguido presente na sala de audiências e três outros acusados no processo fizeram uma despesa global de 70 euros.

Cada um pagou com notas falsas de 50 euros as respetivas despesas, pelo que, no total, receberam troco em dinheiro autêntico de 130 euros.

A acusação do processo refere que três residentes em França, um deles lusodescendente, entraram em Portugal no início de 2015 para um período de férias, trazendo consigo, cada um, notas contrafeitas de 50 euros correspondentes a uma quantia global de 400 euros em valor real.

O objetivo seria “ir aos saldos” em Portugal, ou seja, pagarem todos os gastos em férias, passando preferencialmente as notas em compras de diminuto valor para receberem o máximo possível de troco em dinheiro autêntico.

Na prática do crime de passagem de moeda falsa colaboraram, segundo o Ministério Público, um primo e um amigo do lusodescendente, ambos residentes em Póvoa de Lanhoso.

Em fase de inquérito, diz o Ministério Público, os três principais arguidos, referindo-se à forma como obtiveram as notas, “foram unânimes em afirmar que as adquiriram em Marselha, França, já contrafeitas, a indivíduos que não identificaram, negando terem sido os próprios a proceder à falsificação das mesmas”.

Num dos casos descritos na acusação, ocorrido em 17 de janeiro de 2015 num supermercado de Braga, os três principais arguidos chegaram a usar uma das notas falsas para pagar uma compra de 1,99 euros.

Outra técnica usada era cada um pagar a sua parte em pequenas despesas, obtendo assim mais troco em dinheiro autêntico.

“Todos os arguidos conheciam as características das notas e bem sabiam que, ao entregá-las como forma de pagamento, estavam a lesar os comerciantes, não só no montante da venda como no valor restante do troco que lhes era dado como se a nota que recebiam fosse verdadeira e legítima, obtendo assim os arguidos proveitos económicos indevidos”, conclui o Ministério Público.

O arguido ouvido ontem em tribunal, natural e residente na Póvoa de Lanhoso, pediu ao Ministério Público a suspensão provisória do processo, o que foi recusado porque “não há grave diminuição de culpa”.

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Póvoa de Lanhoso

Idoso morre em incêndio na Póvoa de Lanhoso

Incêndio durante a madrugada

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Foto: Paulo Jorge Magalhães

Um homem morreu carbonizado num incêndio numa habitação, durante a madrugada, na freguesia de Geraz do Minho, na Póvoa de Lanhoso, segundo informação dos Bombeiros locais.

O homem tinha 85 anos e alegadamente morava com familiares depois do falecimento da esposa, há sensivelmente uma semana.

O alerta para a ocorrência foi dado às 02:05 e que quando os bombeiros chegaram ao local já o octogenário tinha morrido, ainda segundo a mesma fonte.

No combate às chamas estiveram os bombeiros da Póvoa de Lanhoso, com três viaturas, uma ambulância e dois carros de incêndio e a GNR, também, esteve no local.

Nada foi adiantado sobre as causas do incêndio.

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