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Região

Detido homem que ganhava confiança de idosos para os roubar em Braga e Viana

Crime

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Foto: O MINHO (Arquivo)

Um homem de 40 anos foi detido por militares do Posto Territorial da Póvoa de Lanhoso, na cidade de Almada, por suspeitas da prática de crime de roubo em vários locais dos distritos de Braga e Viana do Castelo, anunciou esta quinta-feira a GNR.

A investigação da guarda durava há mais de um ano, tendo os investigadores conseguido apurar que o suspeito roubou, pelo menos, três idosos na via pública.

A investigação deslindou também que o homem, que atuava sempre sozinho, chegou a abordar vítimas na rua fazendo-se passar por familiar ou conhecido, ganhando a confiança destas para facilitar a introdução dentro das suas habitações.

“Com recurso à violência física, apoderava-se de objetos em ouro. Noutras situações, arrancava os fios e brincos às vitimas em plena via pública”, informa a GNR, em comunicado.

“Os roubos eram marcados pela violência exercida, tendo ocorrido nos distritos de Braga e Viana do Castelo. Contudo, a investigação, que se iniciou em agosto de 2018, permitiu perceber o envolvimento do detido em casos investigados noutros distritos, nomeadamente na Guarda e em Coimbra”, diz ainda aquela polícia.

Na sequência das diligências foi cumprido um mandado de detenção e de busca domiciliária, que resultou, tanto na recuperação de vários objetos em ouro, documentos e um telemóvel, como na detenção do suspeito, no Monte da Caparica, Almada.

O detido foi presente na quarta-feira ao Tribunal Judicial de Guimarães para primeiro interrogatório judicial, tendo-lhe sido aplicada a medida de coação de prisão preventiva.

Esta ação contou com a colaboração do Núcleo de Investigação Criminal da Póvoa de Lanhoso, do Comando Territorial de Setúbal e da Unidade de Intervenção.

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Viana do Castelo

Fnac inaugura loja em Viana e investe 7 milhões para chegar aos 40 espaços em Portugal

Até 2020

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Foto: DR/Arquivo

O grupo FNAC vai investir cerca de sete milhões de euros até 2020 para atingir as 40 lojas no país, disse hoje à Lusa o diretor-geral da FNAC Portugal, na abertura do 32.º espaço, em Viana do Castelo.

“Temos a ambição de chegar às 40 lojas até 2022, num investimento de cerca de sete milhões de euros”, afirmou Nuno Luz.

O diretor-geral acrescentou que “na primeira semana de dezembro abrirá a 33.ª loja, no Arena Shopping, em Torres Vedras”, adiantando que esta “será a quarta loja de 2019, num investimento global de quatro milhões de euros”, tendo sido criados “mais de uma centena de postos de trabalhos diretos”.

“Em 2020 estimamos abrir entre duas a quatro lojas, prevendo-se o mesmo investimento e a criação do mesmo número de postos de trabalho deste ano. Para nós é significativo, uma vez que em 21 anos estamos hoje a abrir a 32.ª loja. Abrir quatro lojas num ano é um passo grande”, considerou Nuno Luz.

O diretor-geral da FNAC explicou que a insígnia francesa está a “apontar muito no conceito de proximidade, abrindo lojas com espaços mais reduzidos e maximizando a ‘omnicanalidade’, com as referências disponíveis em loja e os artigos do catálogo ‘on-line'”.

“É um conceito diferenciador porque vemos hoje o retalho a apostar muito no ‘on-line’, a reduzir espaços e a fechar lojas, e a FNAC continua a apostar em espaços físicos porque quer estar mais perto de todos os portugueses que estão longe dos grandes centros urbanos”, referiu.

A loja em Viana do Castelo representou um investimento de cerca de meio milhão de euros e a criação de 18 postos de trabalho diretos.

Na inauguração da nova loja de bens culturais, tecnológicos e de lazer, Nuno Luz explicou que o espaço pretende “servir os 85 mil habitantes do concelho de Viana do Castelo e das zonas limítrofes, abrangendo, no total, cerca de 200 mil habitantes”.

“As previsões apontam para uma faturação anual a rondar os 3,2 milhões de euros”, salientou.

A inauguração da loja, com uma área comercial de 500 metros quadrados, incluiu uma breve atuação de Pedro Abrunhosa, padrinho do espaço.

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Guimarães

Trabalhadores de Guimarães acusam Kyaia de “violar” contrato de trabalho ao “forçar” pausas

Trabalhadores manifestaram-se no centro da cidade

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Trabalhadores da Kyaia manifestaram-se, esta quinta-feira, no centro de Guimarães, acusando o grupo de “violar o contrato coletivo de trabalho” ao “exigir” que cumpram mais 20 minutos por dia “devido a pausas forçadas” durante a jornada.

Em declarações à Lusa, a representante do Sindicato dos Trabalhadores do Comércio, Escritórios e Serviços do Minho, Aida Sá, explicou que os trabalhadores estão a ser “forçados” a cumprir pausas de 10 minutos de manhã e de tarde, sendo-lhes exigido que “compensem” no final do dia.

“O que está a acontecer é uma violação do contrato coletivo de trabalho. O grupo está a obrigar que os trabalhadores trabalhem mais uma hora e 40 minutos por semana e quem não está a cumprir descontam no ordenado”, disse.

Segundo a sindicalista, “os trabalhadores recusaram-se a cumprir esta pausa e trabalhar mais 20 minutos e agora é-lhes desligada a luz na hora em que a administração os quer obrigar a fazer a pausa”.

Presente e “solidário” com os trabalhadores, o dirigente da CGTP Arménio Carlos destacou tratar-se da “violação de um princípio que é do descanso dos trabalhadores” e cumprir os horários acordados.

“Não faz sentido, é uma atitude abusiva, diria mesmo ilegítima desta entidade patronal que deveria reconhecer o papel destas trabalhadoras para o desenvolvimento da empresa e está a pôr em causa o respeito que elas devem merecer”, afirmou Arménio Carlos.

O grupo Kyaia foi fundado em 1984 por Fortunato Frederico e Amílcar Monteiro, emprega cerca de 600 trabalhadores entre Guimarães, distrito de Braga, e a unidade de fabrico de Paredes de Coura, Viana do Castelo.

Segundo informações do grupo, o volume de negócios é de 55 milhões de euros, sendo que o modelo de negócio se estende, além da produção de calçado, às áreas da distribuição e do retalho, mas também ao ramo imobiliário e das tecnologias de informação.

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Ave

Câmara de Vizela vai avaliar condições de segurança do Parque das Termas

Estudo fitossanitário

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Foto: Divulgação / CM Vizela

A Câmara de Vizela vai avançar com um estudo fitossanitário para avaliar as condições de segurança do Parque das Termas, onde abateu duas árvores por haver “perigo iminente” de colapso, informou hoje a autarquia.

Segundo aquele município do distrito de Braga, havia “risco e perigo tecnicamente reconhecidos sobre a segurança de pessoas e bens envolventes”.

A decisão foi tomada depois de técnicos especializados terem realizado, na quarta-feira, uma visita ao parque para “recolha de dados e correto planeamento e manutenção do parque arbóreo”.

Na visita participaram a técnica da área do ambiente daquela autarquia, acompanhada por especialistas do Parque Biológico de Gaia.

O estudo fitossanitário tem como objetivo, acrescenta a autarquia em comunicado, “garantir a segurança de pessoas e bens”, nomeadamente quanto “à prevenção de perigos resultantes da presença de árvores de grande porte no domínio público”.

Assinala-se, também, que o “extremo interesse ambiental e valor paisagístico” do património arbóreo do parque justifica que todos os trabalhos sejam “realizados por técnicos habilitados e currículo relevante na área de avaliação das condições de segurança de árvores em espaço público”.

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