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Alto Minho

Despiste contra cavalos em Paredes de Coura. Um morreu e o outro ficou preso na viatura

Acidente

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Foto: Rádio Vale do Minho

Um despiste contra dois cavalos resultou na morte de um e em ferimentos graves no outro, na noite desta quinta-feira, em Paredes de Coura.


Pelo que apurou O MINHO, o despiste ocorreu em Cossourado, na Estrada Nacional 201, quando os dois animais ter-se-ão atravessado à frente da viatura.

Os ocupantes do veículo ligeiro sofreram ferimentos leves e não tiveram necessidade de ser transportados ao hospital.

Já um dos cavalos morreu com o embate e o outro ficou preso no vidro da frente da viatura, ficando com o corpo parcialmente dentro do carro. Este último está em estado grave.

De acordo com declarações recolhidas pelo nosso jornal junto do comandante interino dos Bombeiros de Paredes de Coura, pelas 22:15, os operacionais encontram-se no local do sinistro à espera do veterinário municipal, uma vez que poderá ser necessário abater o mesmo para o retirar de dentro do carro.

Ao que apurámos, tratam-se de ‘garranos’ selvagens.

O alerta foi dado 20:37.

A GNR registou a ocorrência.

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Viana do Castelo

Funeral de bispo emérito de Viana realiza-se na sexta-feira

D. José Pereira

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Foto: DR

O funeral do bispo emérito de Viana do Castelo, José Pereira, que morreu hoje aos 85 anos, vítima de doença prolongada, realiza-se na sexta-feira, no cemitério municipal da cidade, depois da cerimónia fúnebre na Sé Catedral, anunciou hoje a diocese.

Em nota enviada às redações, a diocese de Viana do Castelo informou que “as exéquias terão lugar na sexta-feira, às 15:00, na Sé Catedral da cidade, sendo que o corpo irá, posteriormente, a sepultar no cemitério municipal” da capital do Alto Minho.

“Num momento em que ainda recordamos de forma viva a partida repentina de D. Anacleto Oliveira, a diocese de Viana do Castelo comunica o falecimento do seu bispo emérito D. José Augusto Martins Fernandes Pedreira, vítima de doença prolongada, ao final da manhã” refere a nota.

José Pedreira, bispo da diocese de Viana do Castelo entre 1997 e 2010, morreu hoje de manhã no hospital de Braga onde se encontrava internado.

O presidente da Câmara de Viana do Castelo expressou hoje o seu pesar pela morte de “uma personalidade de referência”, anunciando que a autarquia “vai decretar um dia de luto municipal”.

Também a Câmara de Arcos de Valdevez manifestou, hoje, o seu “profundo pesar” pela morte do prelado que descreveu como uma “figura que se demarcou pelo seu trabalho em prol da comunidade do Alto Minho”.

Anteriormente à Lusa, o presidente da Câmara de Valença, concelho de onde o prelado era natural, lamentou a “perda de uma figura carismática” do concelho.

“É um filho da terra, era uma pessoa muito ligada à terra. É uma grande perda para Valença e para a freguesia de Gondomil. Era uma pessoa muito estimada”, reforçou.

D. José Augusto Martins Fernandes Pedreira nasceu na freguesia de Gondomil, no concelho de Valença, distrito de Viana do Castelo, no dia 10 de abril de 1935.

Foi ordenado sacerdote a 12 de julho de 1959. Em 1982 foi nomeado bispo-auxiliar do Porto, com o título de bispo-titular de Elvas.

A ordenação episcopal decorreu a 19 de março de 1983, tendo como principal consagrante Armindo Lopes Coelho, na altura recentemente nomeado bispo de Viana do Castelo, e como consagrantes, Eurico Dias Nogueira, arcebispo de Braga e Júlio Tavares Rebimbas, arcebispo do Porto.

Foi ainda formador no Seminário Maior de Braga, diretor e professor do Colégio do Minho, em Viana do Castelo, e professor da Escola do Magistério Primário, da Escola de Educadoras de Infância e da Escola de Enfermagem de Viana do Castelo (1975-1979).

Entre 1978 e 1983, foi chanceler secretário da Cúria Diocesana e, em 1982, Promotor de Justiça do Tribunal Eclesiástico.

A 29 de Outubro de 1997 foi nomeado bispo de Viana do Castelo, cargo onde se manteve até ao seu pedido de resignação e consequente nomeação de Anacleto Oliveira, que morreu em setembro, aos 74 anos, na sequência do despiste do automóvel que conduzia na Autoestrada do Sul perto de Almodôvar, no distrito de Beja.

O Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, lamentou hoje a morte de José Pedreira, considerando que deixou “um admirável exemplo de serviço aos outros”.

Através de uma nota divulgada no portal da Presidência da República na Internet, Marcelo Rebelo de Sousa apresentou os seus “mais sentidos pêsames” à família do bispo.

“Apresento igualmente as minhas condolências à comunidade de fiéis de Viana do Castelo, que tiveram em D. José Pedreira, ao longo de vários anos, de 1997 a 2010, um prelado esclarecido e empenhado, que em todos deixa uma mensagem de esperança e um admirável exemplo de serviço aos outros”, lê-se na mesma nota.

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Alto Minho

Viana e Ponte de Lima são quem mais vai receber do Governo no Alto Minho

Orçamento do Estado para 2021

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Foto: Manuel Araújo / O MINHO

As câmaras de Viana do Castelo e de Ponte de Lima são as que mais dinheiro vão receber proveniente do Orçamento de Estado (OE) para 2021, em todo o Alto Minho.

Em documento do OE consultado por O MINHO, é possível ver que Viana vai encaixar cerca de 20 milhões de euros provenientes da transferência do Governo, enquanto Ponte de Lima recebe 15,6 milhões. Seguem-se Arcos de Valdevez (14,3 milhões), Monção (10 milhões), Paredes de Coura (8,3 milhões) e Melgaço (8,2 milhões).

Por outro lado, as autarquias do distrito que menos recebem são: Valença (7 milhões), Ponte da Barca (7,4 milhões) e Caminha (7,5 milhões).

No total, as dez autarquias do distrito recebem cerca de 106,5 milhões (106.533.255,00).

Em 2021, o Governo vai transferir para as autarquias cerca de 3,1 mil milhões, mais 200 milhões do que no ano em curso.

Lista de transferências do Estado para 2021 por concelho no distrito de Viana

Arcos de Valdevez – 14.329.743,00

Caminha – 7.568.716,00

Melgaço – 8.284.101,00

Monção – 10.001.280,00

Paredes de Coura – 8.286.527,00

Ponte da Barca – 7.463.767,00

Ponte de Lima – 15.699.516,00

Valença – 7.096.928,00

Viana do Castelo – 19.904.689,00

Cerveira – 7.897.989,00

Total – 106.533.255,00

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Alto Minho

Vindima na Adega de Monção promete vinhos verdes de grande qualidade

Alvarinho é a casta ex-líbris

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Foto: Divulgação / Adega de Monção

A Adega de Monção, maior produtor da sub-região de Monção e Melgaço, onde a casta Alvarinho é melhor representada, que se destaca pelos vinhos Alvarinho, faz um balanço positivo da vindima e prevê produção de boa qualidade.

Com 1600 associados, a Adega de Monção, conhecida pelas marcas Muralhas de Monção e Alvarinho Deu La Deu, mostra-se satisfeita com as vindimas, que tiveram início a 4 de setembro e terminaram a 1 de outubro.

Em comunicado, a Adega de Monção refere que, embora este ano seja atípico devido à pandemia, e até mesmo a nível meteorológico, tem boas perspetivas para a produção. Isto porque, salienta, as uvas colhidas apresentam um excelente grau de qualidade fitossanitário, que com certeza se espelhará nos vinhos produzidos pela Adega.

Citado em comunicado, o presidente da Adega de Monção, Armando Fontainhas, refere que, este ano, receberam “as melhores uvas de sempre”.

Mesmo com a variabilidade meteorológica que se registou nos meses de julho e setembro, devido às altas temperaturas, a colheita revelou-se “ainda melhor do que se previa”.

A Adega de Monção salienta que “o sucesso desta vindima está também nas mãos de quem cuida das vinhas todo o ano, colocando todo o trabalho e todo o seu conhecimento na terra e das videiras: os cooperantes”.

Armando Fontainhas deixa um agradecimento especial a todos os que trabalharam diariamente para que nesta altura do ano não existam contratempos: “Os nossos cooperantes foram o elemento chave para que tudo corresse como estava previsto”.

“É também de enaltecer o comportamento dos nossos cooperantes no que toca às normas de segurança impostas devido à pandemia. Todos os procedimentos estabelecidos para as vindimas: a medição da temperatura à entrada da Adega, a utilização obrigatória da máscara e só estar uma pessoa por trator, foram cumpridos à risca”, acrescenta o presidente da Adega de Monção.

Embora 2020 esteja a ser um ano atípico, e se tenha registado um decréscimo na produção de uvas tintas, a Adega de Monção garante que está “muito confiante quanto aos resultados e quanto ao bom vinho que se está a produzir”.

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