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Braga

Desemprego desce na Póvoa de Lanhoso

Prozis é uma das empresas que contribui para o emprego

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Foto: Divulgação / Arquivo

Continua a descer – garante o Município – o número de povoenses sem trabalho, inscritos no Instituto de Emprego e Formação Profissional (IEFP), tendo registado ininterruptamente os valores mais baixos dos últimos 15 anos (de acordo com os dados disponíveis no IEFP).

“Estes números refletem, para além de um bom desempenho da economia, o resultado da aposta deste Executivo na captação de novas empresas, e prevê-se que venha a ter maiores reflexos nos próximos meses com as contratações previstas para a Prozis”, adianta o Presidente da Câmara Municipal da Póvoa de Lanhoso, Avelino Silva.

Assim, em julho de 2019, o número de povoenses sem trabalho, inscritos no Instituto de Emprego e Formação Profissional (IEFP), era de 694, ou seja, menos 70, em relação ao período homólogo do ano anterior. Se compararmos com o mês de junho deste ano, o número de inscrições desceu, em julho, de 754 para 694 (ou seja, menos 60 pessoas).

E, acentua o Município: “se recuarmos até 2013 – ano em que o número de povoenses sem trabalho atingiu máximos, regista-se, em julho de 2019, uma redução de 750 inscritos/as no Instituto de Emprego e Formação Profissional. Em 2013, esse número situava-se nos 1444”.

Menos jovens sem trabalho

Em relação aos jovens em situação de desemprego (< 25 anos), os números são ainda mais satisfatórios, na medida em que, em julho de 2019, tínhamos 48 jovens inscritos no IEFP, o que representa menos 48 face ao período homólogo do ano anterior (96).

Comparativamente com o mês de junho, regista-se menos 24 jovens inscritos, em julho. Na comparação com junho de 2013, a redução é de menos 151 jovens em situação de desemprego (em junho de 2013, eram 199).

Estes dados são do Ministério do Trabalho, tendo por base os dados do Instituto de Emprego e Formação Profissional, e dão conta ainda de que o número de desempregados/as inscritos/as nos centros de emprego do país recuou para o valor mais baixo em 27 anos. No Norte (124,9 mil desempregados), o desemprego recuou para o patamar mais baixo em 17 anos. O desemprego jovem, por sua vez, baixou para as 27,7 mil pessoas, com uma redução homóloga de 12,2% (-3,8 mil pessoas) e um decréscimo face ao mês anterior de 8% (-2,4 mil pessoas).

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Braga

Braga com mais nove ruas com parquímetros, mas com preços à hora mais baixos

Medida foi hoje aprovada

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Foto: DR /Arquivo

A Câmara de Braga vai alargar os parquímetros a nove novas ruas, passando a ser 44 as ruas com estacionamento pago à superfície, tendo a oposição acusado a maioria PSD/CDSPP/PPM de “mudança cabal” de atitude.

A medida foi hoje aprovada na reunião do executivo municipal, na qual foi também aprovada a redução de 0,20 euros por hora no estacionamento, com o PS a votar a favor, mas a acusar o presidente da autarquia, Ricardo Rio, de estar a protagonizar um “regresso ao passado”. A CDU votou contra o alargamento de ruas com parquímetro, defendendo que se deu “um passo atrás”.

Além do alargamento a mais nove ruas, o executivo decidiu também alterar, com o voto contra de toda a oposição, os estatutos da empresa municipal Transportes Urbanos de Braga (TUB), à qual caberá a fiscalização dos agora 1.897 lugares de estacionamento pago à superfície, que se espera gerem 500 mil euros anuais.

“É bom recordar que em 2013 uma das primeiras medidas desta maioria foi, precisamente, a revogação desta medida do PS que pressupunha o alargamento a mais 27 ruas. E agora, passados seis anos, esta mesma maioria decide a inclusão de 17 dessas 27 numa proposta de estacionamento pago”, disse, em declarações aos jornalistas no final da reunião, o vereador da CDU, Carlos Almeida.

Para o vereador, houve uma “mudança objetiva e que não tem grande explicação, os argumentos são tão válidos como os de há seis anos”.

No mesmo sentido, o PS, pela voz do vereador Artur Feio, considerou que com este alargamento há um “reconhecimento que o caminho que o PS tinha traçado era o caminho certo”.

“O que se vê hoje é uma reversão absoluta, uma mudança cabal em que se reconhece que o PS decidiu da melhor forma na altura”, defendeu Artur Feio.

Em resposta, Ricardo Rio contestou o argumento de “volta ao passado”, explicando que “há que ajustar as circunstâncias” às políticas para a cidade.

“Sempre defendemos que a gestão do estacionamento à superfície é uma ferramenta fundamental para a política de mobilidade de uma cidade”, referiu.

“Obviamente que essa política tem de se ajustar às circunstâncias atuais de cada momento. Aquilo que há cinco anos não deveria justificar o alargamento, hoje temos a perceção contrária, quer por força da reivindicação dos moradores, quer comerciantes, juntas de freguesia, que hoje defendem que essas ruas devem ser taxadas, não numa ótica de arrecadar mais receita, mas numa ótica de mobilidade e acessibilidade”, justificou.

Quanto à passagem da fiscalização para os TUB e não para a Polícia Municipal, com defenderam PS e CDU, que votaram contra aquela opção do executivo, Ricardo Rio considerou que a Polícia Municipal tem outras responsabilidades.

“A Polícia Municipal tem um leque de responsabilidade muito alargado e, por isso, não pode dar resposta a esta solicitação e entendemos entregar aos TUB, sendo que a receita arrecadada é imediatamente canalizada para outra área de mobilidade, um melhor serviço de transporte público”, esclareceu.

As novas vias com sistema de estacionamento pago à superfície são: Rua de Diu, Praça do Comércio, Rua Cândido Costa Pires, Rua dos Bombeiros Voluntários, Rua do Carvalhal, Rua de Santo André, Rua de S. Gonçalves, a Travessa Adaltiva Vieira e uma parte da Avenida Padre Júlio Fragata, que deixa, no entanto, de estar sujeita a pagamento de estacionamento pago à superfície na maioria da sua extensão.

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Braga

Jovem sem carta detido após perseguição policial a alta velocidade em Braga

Não acatou ordem de paragem dos agentes policiais

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Foto: O MINHO

Um jovem de 26 anos foi detido por agentes da Polícia de Segurança Pública (PSP) de Braga na sequência de este não ter parado numa ação de fiscalização por parte de uma patrulha, no passado sábado, pelas 01:00, na cidade de Braga.

Em comunicado, aquela força policial dá conta da ocorrência, indicando que o detido tinha sido detetado a uma velocidade superior a 100 quilómetros horários na Avenida Padre Júlio Fragata, sendo o limite de velocidade de 50 quilómetros horários naquele trecho.

Na sequência da infração, que foi detetada por um radar, “foi acionado o sistema luminoso que a viatura policial possui, respetivos sinais sonoros e efetuado o sinal de paragem com recurso a uma lanterna luminosa, dando-lhe indicação para encostar o veículo à berma”.

A PSP adianta que o “condutor não manifestou intenção de acatar a ordem policial, pelo que a viatura policial seguiu no seu encalce e foi colocada ao lado da dele, sendo que nesse momento lhe foi dada ordem verbal para parar o veículo um pouco mais à frente”, ordem que o mesmo não acatou, seguindo marcha.

“Dado os seus intentos em furtar-se à fiscalização, esta Polícia acelerou colocou a viatura policial de forma a impedir o condutor em infração de continuar a fuga”, acrescenta a PSP.

Aquando da interceção do suspeito, os agentes verificaram que este “não possuía qualquer documento que o habilitasse para o exercício da condução.

O detido foi notificado para comparecer no Tribunal Judicial de Braga.

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Braga

Governo garante “apoio político” para que hospital de Braga seja hospital académico

Garante o ministro da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior

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Foto: DR / Arquivo

O ministro da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior garantiu esta segunda-feira que a pretensão da Universidade do Minho de que o hospital de Braga tenha o estatuto de hospital universitário “terá todo o apoio político”.

Manuel Heitor, que falava em Braga, na Universidade do Minho, à margem de uma cerimónia de boas vindas aos novos estudantes daquela academia, afirmou que é “ambição” do Governo “ter mais investigação clínica e melhorar, facilitar, os espaços de aprendizagem aos estudantes que escolhem a área da Saúde”.

A Universidade do Minho reclama o estatuto de Hospital Universitário para o Hospital de Braga lembrando a “estreita colaboração” entre as duas instituições.

“Trabalhamos num nível e de uma forma que permite aos nossos estudantes vivenciarem em ambiente hospitalar aquilo que vão aprendendo em ambiente académico e essa estreita colaboração tem que ser reconhecida”, disse à Lusa o reitor da Universidade do Minho, Rui Viera da Silva.

Segundo garantiu o ministro, aquela pretensão “terá todo o apoio político para poder ser concretizada nos próximos anos”.

“É um processo simples, o centro académico do Minho tem uma grande reputação a nível nacional e internacional. Hoje há uma legislação própria, há uma agência da investigação clínica, que juntamente com as autoridades de Saúde (…) facilmente poderão responder a esse desafio”, referiu Manuel Heitor.

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