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Alto Minho

Deputados questionam Governo sobre cobertura de fibra ótica em Paredes de Coura

Deputados do PS e do CDS receberam denúncias de problemas

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Foto: Wikipedia

Os deputados do PS eleitos pelo círculo de Viana do Castelo informaram hoje ter questionado o Governo sobre as “deficiências” na cobertura de fibra ótica na União de Freguesias de Formariz e Ferreira, em Paredes de Coura.

Na quarta-feira, também o grupo parlamentar (GP) do CDS já havia informado O MINHO que a vereadora Ilda Araújo Novo, também eleita pelo Alto Minho, questionou a ANACOM sobre o assunto.

“O GP CDS tem conhecimento de reclamações dirigidas à Autoridade Nacional de Comunicações (ANACOM) em diversas ocasiões ao longo dos últimos meses, verificando-se até à data a ausência de resposta e de soluções”, referia.

Em comunicado, hoje enviado, José Manuel Carpinteira e Sandra Pontedeira acrescentam ter questionado o Ministério da Economia e, também, o regulador sobre a existência de “reclamações” de habitantes e das empresas sediadas no parque industrial de Formariz, em Paredes de Coura e “se será possível, a curto prazo, melhorar a cobertura de fibra ótica”, não apenas naquele concelho, como “em todos os parques empresariais do Alto Minho”.

José Manuel Carpinteira e Sandra Pontedeira explicaram ter recebido da União de Freguesias de Formariz e Ferreira, uma exposição onde é denunciada a falta de cobertura de fibra ótica.

“Esta situação tem sido amplamente reclamada quer por habitantes quer por empresas sediadas no Parque Industrial de Formariz, cuja atividade está fortemente dependente da eficácia e operacionalidade do setor das comunicações”, alertam.

Segundo os deputados socialistas a “fibra ótica já se encontra disponível em localidades muito próximas, inclusivamente em alguns pontos da União de Freguesias de Formariz e Ferreira, mas seria uma mais valia, nomeadamente para as empresas, poder contar com a cobertura de rede de alta velocidade em todo aquele território”.

“A União de Freguesias diz que desde há alguns anos, tem dirigido reclamações à ANACOM e a outras entidades, não tendo havido qualquer resposta nem solução”, sublinham.

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