Seguir o O MINHO

Futebol

Depois dos 7-1 com o Braga , treinador de Belenenses SAD quer ‘limpar’ imagem em Barcelos

Gil Vicente recebe Belenenses no domingo, às 15:00, no Estádio Cidade de Barcelos

em

Imagns SIC

O treinador do Belenenses SAD, Pedro Ribeiro, disse esta sexta-feira querer corrigir a imagem apresentada na derrota por 7-1, imposta pelo SC Braga, diante do Gil Vicente, na 16.ª jornada da I Liga portuguesa de futebol.

“Terminámos a semana passada num registo de insatisfação e iniciámos esta semana de forma a rapidamente eliminarmos isso do dia a dia. Queremos chegar rapidamente ao próximo jogo, em Barcelos, contra um adversário que está a fazer um bom campeonato, e tentarmos corrigir essa imagem. Temos a obrigação de conquistar os três pontos e tentar ganhar o jogo”, apontou.

Na conferência de imprensa de antevisão, no Estádio Nacional, em Oeiras, Pedro Ribeiro sublinhou que o resultado com o Sporting de Braga “não reflete” o que o Belenenses SAD tem vindo a fazer e manifestou a vontade de todo o grupo em responder com a vitória, no terreno de um clube que, analisou, “conseguiu construir uma equipa competente”.

“O Gil Vicente tem bons jogadores e um excelente treinador, com provas dadas a todos os níveis. É uma equipa perigosa no contra-ataque, com melhores resultados em casa do que fora. Temos o máximo respeito pelo Gil Vicente, conhecemo-los bem, mas estamos preocupados connosco e em voltar ao registo que tínhamos e que, por percalço, não conseguimos dar continuidade”, realçou.

O técnico, de 34 anos, orientou a formação barcelense em 2017/18, na II Liga, antes de rumar à equipa sub-23 do Belenenses SAD, mas o sentimento é “normal”, embora destaque o orgulho por ter representado o conjunto atualmente orientado por Vítor Oliveira.

“O Gil Vicente, por ser um clube que já representei como treinador, é um clube diferente por esse motivo. Volto a Barcelos na condição de visitante, mas o sentimento é o normal de um jogo normal de campeonato. Um jogo importantíssimo, que queremos ganhar, reafirmo, mas naturalmente que muito me orgulhei de ter representado o Gil Vicente”, disse.

Pedro Ribeiro considerou o ‘mercado’ de transferências de janeiro “delicado”, sublinhando a satisfação no atual plantel dos ‘azuis’, mas frisou que “tudo pode acontecer” e que “são questões internas”.

“É uma falsa resposta quando um treinador responde dizendo que o plantel está fechado. Naturalmente, todos os plantéis estão em aberto. Tudo pode acontecer, poderão vir desafiar um jogador nosso e acontecer uma venda. Estou satisfeito com o plantel que tenho, os jogadores sabem disso”, expressou.

Belenenses SAD, 15.º classificado, com 15 pontos, e Gil Vicente, 11.º, com 18, defrontam-se no domingo, às 15:00, no Estádio Cidade de Barcelos, em jogo da 16.ª jornada da I Liga.

Anúncio

Futebol

Grupo de ex-presidentes e dirigentes de futebol pede a demissão de Pedro Proença

Futebol

em

Foto: DR / Arquivo

Um grupo de 15 ex-presidente e dirigentes de futebol, encabeçado por José Godinho, ex-presidente da Oliveirense, apelam para a saída de Pedro Proença da liderança da Liga de clubes, garantindo que ele é o responsável pela “situação danosa”.

Num comunicado a que a agência Lusa teve acesso, este grupo defende que, “ultimamente, tem-se assistido a um gradual e inusitado degradar da imagem da Liga Portugal, muito por responsabilidade dos titulares dos seus órgãos estatutários, designadamente o Exmo. Senhor Presidente da Liga Pedro Proença, o qual, tendo sido eleito Presidente da Liga Portugal em 2015, conseguiu ao fim de quatro anos, em 2019, ser reeleito para novo mandato até 2023”

“A sua atuação, como titular daquele órgão, tem revelado um autêntico, contínuo e reiterado desrespeito pelas mais elementares normas jurídicas, estatutárias e regulamentares, conduzindo a Liga Portugal para a completa descredibilidade e inusitado desprestígio, quer institucional, nas suas relações externas com terceiros, quer internamente, nas relações com associados, demais órgãos e funcionários”, pode ler-se no comunicado.

O grupo de dirigentes acusa Pedro Proença de ser “adepto da usurpação de poderes, uma vez que pratica e legitima atos que são da competência de outros órgãos estatutários da Liga, como é o caso da aprovação pela Direção da Liga, com o voto do presidente, da alteração regulamentar, ocorrida em maio de 2020, do regime de subidas e descidas entre as competições profissionais, cuja competência é, em termos estatutários e regulamentares, exclusiva da Assembleia Geral”.

Neste documento, o presidente da Liga de clubes é ainda acusado de desvio de poder.

“Não poucas vezes, o presidente da Liga resvala para o desvio de poder, dado que exerce as suas atribuições para atingir fins diversos daqueles para os quais essas atribuições foram conferidas, como se pode verificar pelo número de funcionários da Liga e das despesas com vencimentos, alguns com vencimentos semelhantes aos dos diretores executivos, que aumentaram exponencialmente, bem como pela abertura de uma delegação em Lisboa para justificar as suas ausências frequentes da sede no Porto, onde só comparece duas vezes por semana”, garantem ainda.

Além disso, defendem que Pedro Proença “não demonstra ser um digno representante da Liga perante a Federação Portuguesa de Futebol, as organizações de futebol nacional e internacional, a administração pública e demais entidades públicas e privadas”, dando um exemplo.

“Verificou-se isso na gestão da crise sanitária causada pelo covid-19, com repercussões no futebol profissional, visto que é constantemente preterido nas reuniões entre as principais sociedades desportivas nacionais do FC Porto, Sporting e Benfica com o Primeiro Ministro, nos encontros entre clubes e sociedades desportivas, na negociação com o maior patrocinador da Liga NOS, e até no menosprezo da Liga por parte das autoridades sanitárias no procedimento para autorização do início da I Liga, onde tudo é conduzido e orientado em conjunto com a FPF”, pode ler-se.

Neste sentido, acusam o presidente da Liga de mentir quando refere que chegou à Liga e encontrou “uma situação de insolvência, sem dinheiro para fazer face aos seus compromissos”, recordando que “herdou o contrato celebrado com a NOS, pelo período de 3 anos e no montante aproximado de 5 milhões de euros por ano, o qual tinha o direito de opção da NOS poder prolongar o contrato por mais 3 anos (até ao final da época desportiva 2020/2021, no montante superior a 5 milhões de euros por ano), direito esse que a NOS exerceu, sem que para isso tenha havido qualquer renegociação”.

O documento aborda ainda outras “heranças” da liderança de Luís Duque na Liga e que, nas mãos de Pedro Proença, acabaram por não ter sucesso.

“Pedro Proença herdou as negociações com a LEDMAN para ser patrocinador principal da II Liga, cujo contrato foi concluído por Pedro Proença, tendo, no entanto, esse patrocinador, um ano antes do contrato terminar, resolvido o contrato com justa causa, deixando de pagar esse mesmo ano, e até hoje a Liga não exigiu judicialmente esse pagamento”, denunciou também.

O grupo de ex-presidentes e dirigentes de futebol teme “um horizonte negro em termos de sobrevivência enquanto instituição e também de um futuro estável para os seus mais de 100 funcionários”.

Continuar a ler

Futebol

Santa Clara já chegou a Lisboa, para jogar com o SC Braga, depois de dois adiamentos

I Liga

em

Foto: DR / Arquivo

O Santa Clara já chegou a Lisboa, onde irá disputar o resto da I Liga de futebol, depois do voo, inicialmente marcado para sexta-feira, ter sido adiado por duas vezes, confirmou à Lusa fonte do clube.

Os açorianos aterraram por volta das 13:00 no aeroporto Humberto Delgado e já estão instalados na unidade hoteleira que os irá hospedar até ao fim do campeonato.

O dia de hoje da equipa insular será marcado pela realização de testes de despiste à covid-19 e pela realização de treino de ginásio.

O voo do Santa Clara para o continente estava inicialmente marcado para o meio da tarde de sexta-feira, tendo sido adiado para as 23:45 (hora local) e depois para as 10:00 (hora local) deste sábado.

Segundo o que agência Lusa apurou, a comitiva do Santa Clara chegou a entrar no avião, mas a entrada de um pássaro no motor impediu a descolagem.

O emblema açoriano viajou para Lisboa para disputar os restantes jogos da I Liga de futebol como visitado na Cidade do Futebol, em Oeiras, para evitar possíveis surtos da covid-19.

Por indicação da Direção-Geral da Saúde, o Santa Clara teve de voar num voo fretado, operado pela SATA e que custou cerca de 30 mil euros aos cofres do emblema açoriano.

No retomar do campeonato, os açorianos vão receber o Sporting de Braga no dia 05 de junho, às 18:00 na Cidade do Futebol.

Nas restantes jornadas, os ‘encarnados’ de Ponta Delgada vão enfrentar o Vitória de Setúbal (fora), o Portimonense (casa), o Benfica (fora), o Boavista (fora), o Marítimo (casa), o Sporting (fora), o Aves (casa), Rio Ave (fora), e Vitória de Guimarães (casa).

Uma vez que o último jogo do campeonato frente aos vimaranenses ainda não tem data marcada, o emblema insular ainda não sabe quando irá regressar aos Açores.

A I Liga, na qual o Santa Clara está no 10.º lugar, com 30 pontos, tem o seu retorno previsto para 03 de junho, para se disputar as restantes 10 jornadas.

Após 24 jornadas, o FC Porto lidera a competição, com 60 pontos, mais um do que o campeão Benfica.

Continuar a ler

Futebol

Estádio do Moreirense é aprovado e fecha lote de estádios para retoma da I Liga

I Liga

em

Foto: DR / Arquivo

O Estádio Parque Comendador Joaquim de Almeida Freitas, casa do Moreirense, foi aprovado pela autoridades de saúde para acolher encontros da I Liga portuguesa, anunciaram hoje a Liga de Clubes (LPFP) e a Federação Portuguesa de Futebol (FPF).

“A Autoridade de Saúde do ACES [Agrupamento de Centros de Saúde] do Alto Ave emitiu parecer favorável à utilização do Estádio Parque Comendador Joaquim de Almeida Freitas para os jogos que faltam disputar da Liga NOS da época 2019/20”, lê-se no comunicado dos dois organismos.

Com a aprovação do estádio do Moreirense, fica completa a lista de estádios que vão receber jogos na retoma da I Liga, após a interrupção causada pela pandemia de covid-19.

Assim, além do recinto de Moreira de Cónegos, foram aprovados pela Direção-Geral da Saúde o Estádio da Luz (Benfica), Estádio do Dragão (FC Porto), Estádio José Alvalade (Sporting), Estádio D. Afonso Henriques (Vitória de Guimarães), Estádio João Cardoso (Tondela), Estádio do Marítimo, Estádio Municipal de Braga, Portimão Estádio, Cidade do Futebol (FPF), Estádio Capital do Móvel (Paços de Ferreira), Estádio Cidade de Barcelos (Gil Vicente), Estádio do Bessa (Boavista), Estádio do Rio Ave, Estádio do Desportivo das Aves, o Estádio do Bonfim (Vitória de Setúbal) e o Estádio Municipal de Famalicão.

O Belenenses SAD e o Santa Clara são os únicos clubes que não vão jogar no seu recinto e já anunciaram que vão jogar na Cidade do Futebol, em Oeiras, enquanto o Famalicão chegou a revelar que ia usar o Cidade de Barcelos para os seus encontros caseiros, mas acabou por ver o seu estádio aprovado.

A I Liga vai ser reatada sob fortes restrições e sem público nos estádios em 03 de junho, com o encontro entre Portimonense e Gil Vicente, naquele que vai ser o primeiro dos 90 jogos das últimas 10 jornadas, até 26 de julho.

Após 24 jornadas, o FC Porto lidera a competição, com 60 pontos, mais um do que o campeão Benfica.

Além do principal escalão, também a final da Taça de Portugal, entre Benfica e FC Porto, integra o plano de desconfinamento face à pandemia de covid-19, ainda em data e local a designar.

Os campeonatos de França, Países Baixos, Bélgica e Escócia foram cancelados, enquanto outros países preparam o regresso gradual à competição, como Inglaterra, Itália, Espanha e Portugal, depois de a Liga alemã ter sido retomada.

A nível global, segundo um balanço da agência de notícias AFP, a pandemia de covid-19 já provocou mais de 364 mil mortos e infetou mais de 5,9 milhões de pessoas em 196 países e territórios.

Mais de 2,4 milhões de doentes foram considerados curados.

Em Portugal, morreram 1.396 pessoas das 32.203 confirmadas como infetadas, e há 19.186 casos recuperados, de acordo com a Direção-Geral da Saúde.

Continuar a ler

Populares