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Depois do Minho, Galiza também a vermelho no semáforo covid da União Europeia

Covid-19

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Fonte: European Centre for Disease Prevention and Control

Depois do Minho ter passado de laranja (a segunda cor mais grave numa escala de cinco) para vermelho (a mais grave) na segunda atualização do novo “mapa semáforo” da União Europeia, na semana passada, esta semana foi a vez da região da Galiza.


Elaborado pelo European Centre for Disease Prevention and Control (ECDC), esta foi a forma simplificada da UE para mostrar os resultados a nível de infeções por cada 100 mil habitantes nas diferentes regiões do velho continente.

Para além da taxa de casos positivos, há ainda mapa para o número de testes realizados e um combinado entre os dois.

O território português é dividido entre o amarelo escuro, laranja e o vermelho, com a região do Alentejo a ser e menos afetada (amarelo escuro).

A região Norte, que na primeira semana deste mapa (até 16 de outubro) com um número de casos que ia dos 60 aos 119 por cada 100 mil habitantes, passou a contar com mais de 150 casos por cada 100 mil habitantes, número que se mantém igual a partir de ontem.

A novidade na Península Ibérica acaba por ser a passagem da Galiza para o mesmo nível de contágio, ou seja, mais de 150 casos por cada 100 mil habitantes.

A região metropolitana de Lisboa está em situação idêntica, assim como quase toda a Espanha e França e partes da Alemanha, Reino Unido e Benelux.

O mapa serve para orientar os países da UE no que diz respeito a restrições de viagens e foi adotado pelos Estados Membros da UE no passado dia 13 de outubro, depois de uma versão piloto onde a região Norte de Portugal surgia a laranja.

Este mapa é atualizado todas as semanas pelo ECDC com base nos dados facultados por cada um dos países assinalados. As zonas a laranja e a vermelho poderão receber restrições por parte da União Europeia.

A ideia deste mapa partiu da presidência alemã, após proposta da Comissão Europeia realizada em setembro e a utilização do mapa foi aprovada pelos ministros europeus.

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Já neva na Galiza (e pode nevar nos picos mais altos do Gerês)

Estado do tempo

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Foto: DR

A estação de esqui da montanha de Cabeza de Manzaneda, em Ourense, Galiza, ficou tingida de branco durante a tarde desta quarta-feira, depois de começar a cair neve.

Os flocos de neve em território espanhol caíram a cerca de 1.300 metros de altitude, com os termómetros a apontarem -1,5 graus, segundo a MeteoGalicia.

As previsões do IPMA apontam que pode cair neve em cotas até aos 1.200 metros, ou seja, atingindo alguns pontos do Parque Nacional Peneda-Gerês, como o alto da serra de Louroco ou da serra do Gerês.

Pelas 17:00, o IPMA apontava temperaturas de seis graus no Parque Nacional e de nove em Braga.

Em Portugal, acrescente-se, já caiu neve durante esta tarde, tanto na Serra da Estrela como em vários picos do arquipélago da Madeira.

De acordo com as últimas previsões do IPMA, a temperatura mínima vai baixar até aos cinco graus na sexta-feira.

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Hospital Póvoa Varzim/Vila do Conde atinge limite da capacidade de internamento

Covid-19

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Foto: O MINHO / Arquivo

O Centro Hospitalar da Póvoa de Varzim/Vila do Conde, do distrito do Porto, anunciou hoje que atingiu o limite na capacidade de tratamento de doentes infetados com SARS-Cov-2, tendo preenchidas as 39 camas alocadas à doença.

A unidade hospitalar, que presta a assistência a cerca de 140 mil habitantes daqueles dois concelhos, lembrou que, desde outubro, quintuplicou o número de vagas para o internamento destes doentes, passando de sete para 39 em cerca de dois meses.

“Com as atuais 39 camas alocadas a doentes infetados com SARS-Cov-2, o Centro Hospitalar atingiu o limite máximo da capacidade instalada para o efeito, o que acarreta algum condicionalismo na atividade cirúrgica. Das sete camas afetas ao tratamento de doentes covid-19, existentes em outubro, o Centro Hospitalar dispõe agora de 39, mercê da evolução crítica da situação, com o consequente aumento de internamentos”, informou a unidade, através de comunicado.

No mesmo texto, o Centro Hospitalar apontou que “o crescimento abrupto da pandemia obstaculizou a projetada conversão da unidade” em Hospital Covid-free.

Assim, todo o 2.º piso do edifício, onde funcionavam os serviços de cirurgia e medicina interna, está agora reservado para o tratamento de doentes covid-19, atingindo o limite da capacidade instalada possível.

“A readaptação das instalações hospitalares à dimensão da pandemia fez concentrar igualmente, no primeiro piso da unidade da Póvoa de Varzim toda a área cirúrgica, mantendo-se a unidade de Vila do Conde como unidade Covid-free, para doentes de medicina interna”, acrescentou o Centro Hospitalar.

Segundo dados da Direção-Geral da Saúde, Vila do Conde e Póvoa de Varzim estão entre os 17 municípios do país com maior incidência de covid-19, sendo que o concelho poveiro regista 1.626 infetados por cada 100 mil habitantes e Vila do Conde 1.605.

Em Portugal, desde o início da pandemia, março, já morreram 4.056 pessoas dos 268.721 casos de infeção confirmados, de acordo com o boletim mais recente da Direção-Geral da Saúde.

A doença é transmitida por um novo coronavírus detetado no final de dezembro de 2019, em Wuhan, uma cidade do centro da China.

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Jovem queimada com gravidade enquanto assava chouriça na Trofa

São Martinho de Bougado

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Foto: Ilustrativa

Uma mulher de 23 anos sofreu ferimentos graves depois de se ter queimado enquanto assava uma chouriça em álcool, este domingo, em São Martinho de Bougado, na Trofa.

De acordo com o Correio da Manhã, a jovem sofreu queimaduras de terceiro grau no braço, peito, cara, língua e ainda nas vias respiratórias, pelo que teve de ser entubada.

No local estiveram os Bombeiros da Trofa apoiados pela equipa médica da VMER de Matosinhos, que considerou os ferimentos como sendo “graves”.

A vítima foi transportada para o Hospital de São João, no Porto.

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