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Alto Minho

Depois da “melhor edição de sempre”, festival Paredes de Coura regressa em 2020

“Cartaz maravilhoso, público cívico”. Festival Vodafone Paredes de Coura termina este sábado

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Foto: © Hugo Lima / hugolima.com/ Facebook 

O balanço da 27.ª edição do festival Paredes de Coura foi “muito positivo”, segundo o diretor, João Carvalho, descrevendo-a como a “melhor de sempre” e informou que a próxima vai decorrer de 19 a 22 de agosto de 2020.


No habitual almoço de balanço com a imprensa, o responsável destacou o “cartaz maravilhoso, público cívico, mais áreas de descanso e campismo e as mudanças que chegaram às pessoas e as deixaram felizes”, recordando a génese do evento, em declarações à Lusa.

“Isto é um sonho de crianças, é um festival que começou com um grupo de amigos que ainda hoje se mantém unido e só queria passar bom momento. Olhar para trás e viver o festival com a mesma intensidade de há 27 anos, deixa-me muito feliz. É uma edição histórica, memorável e que vai perdurar na memória das pessoas durante muitos anos”, lembrou.

Desta edição, ressalvou ainda “um dos melhores cartazes da história”, explanando que este foi um ano de muitas dificuldades porque havia poucas bandas em ‘tour’.

“Convencemos artistas que não estavam em ‘tournée’ como a Patti Smith a virem cá e acabou por se desenhar um cartaz maravilhoso. Em novembro do ano passado estava com receio, mas trabalhamos tanto que conseguimos convencer artistas que não estavam em digressão a virem a Paredes de Coura”, vincou.

Sobre a próxima edição, Carvalho indicou os dias 19, 20, 21 e 22, mantendo a aposta nos quatro dias de música no recinto, com “um dia de aquecimento, só no palco principal”, algo que já acontece há dois anos, mas que se mantém por necessidade mútua.

“Obviamente que traz custos orçamentais, mas temos necessidade que as pessoas venham mais cedo e elas também. Por isso, fazemos o Sobe à Vila e quatro dias do festival. Mais do que um festival de música, é uma relação de amor e cumplicidade com os courenses e queremos perdurar essa cumplicidade”, apontou.

Já começou a negociação com as bandas que vão subir ao palco em 2020, algumas já com negociações bem encaminhadas, mas nada fechado.

“Até já está no segredo dos deuses porque não há nada fechado, há negociações em curso de bandas que já passaram por cá e querem voltar. “Felizmente [isso] tem acontecido, como os The National, Arcade Fire e tantas outras bandas. Paredes de Coura deixa saudades não só nas pessoas, como nas bandas”, vincou.

A 27.º edição do festival Paredes de Coura encerra hoje com os nomes fortes Patti Smith, Suede e Freddie Gibbs e Madlib, enquanto nos restantes dias passaram pela Praia Fluvial do Taboão nomes como New Order, The National, Father John Misty ou Deerhunter.

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Alto Minho

Comandante dos Bombeiros de Arcos de Valdevez ferido a combater incêndio

Incêndio urbano

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Foto: Bombeiros de Arcos de Valdevez

O comandante dos Bombeiros de Arcos de Valdevez sofreu ferimentos após uma queda durante o combate a um incêndio urbano, esta terça-feira.

Filipe Guimarães terá sofrido uma luxação no ombro, resultante da queda quando se encontrava a combater o fogo que deflagrou na churrasqueira O Braseiro, no centro daquela vila minhota.

Com alerta dado às 18:00 horas, no local estiveram 19 operacionais daquela corporação, apoiados por quatro viaturas.

O incêndio terá deflagrado no sistema de extração de fumo do restaurante, causando labaredas na parte superior, onde existem apartamentos.

Houve necessidade de evacuar o restaurante e dois dos apartamentos em causa, face ao avanço das labaredas, que chegaram a ter quatro metros de altura.

Graças à rápida intervenção daquele corpo de bombeiros, situado a poucos metros do local sinistrado, o incêndio foi rapidamente extinto.

A churrasqueira ficou sem condições para se manter aberta face à elevada quantidade de fumo que se acumulou no interior, resultando em vários danos materiais.

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Alto Minho

Incêndio atinge churrasqueira em Arcos de Valdevez

Incêndio

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Foto: Facebook de Arcos de Valdevez

ATUALIZAÇÃO

Comandante dos Bombeiros de Arcos de Valdevez ferido a combater incêndio

Um incêndio atingiu uma churrasqueira no centro da vila de Arcos de Valdevez.

Inserida em prédio urbano, desconhece-se os motivos que levaram ao início do fogo.

No local estão os Bombeiros de Arcos de Valdevez.

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Viana do Castelo

Papa Francisco lamentou “trágico acidente” que vitimou bispo de Viana

Óbito

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Foto: Diocese de Viana do Castelo

O Papa Francisco lamentou o “tráfico acidente” que vitimou D. Anacleto Oliveira, bispo de Viana, através de um documento lido esta terça-feira durante as exéquias fúnebres celebradas na Catedral de Viana.

Numa mensagem lida por D. Ivo Scapolo, núncio apostólico em Portugal, o responsável máxima da Igreja Católica mostrou-se “consternado pelo trágico acidente que vitimou D. Anacleto”.

“O Santo Padre apresenta sentidas condolências e assegura viva solidariedade aos clero e fiéis da diocese de Viana do Castelo e também à diocese de Leiria-Fátima, como à sua família enlutada”, escreveu Francisco.

Recorda ainda um “zeloso pastor, que foi autêntica testemunha do Evangelho no meio do seu povo, apontando a senda da verdade na caridade e do serviço à comunidade”.

O Papa Francisco concedeu ainda a bênção apostólica a todos os que participam nas exéquias fúnebres de D. Anacleto Oliveira.

Com a missa a ser presidida por D. Jorge Ortiga, arcebispo de Braga, o Presidente da República também marcou presença para homenagear aquele que foi, durante 10 anos, a figura máxima da igreja no Alto Minho.

Esta terça-feira, a catedral vianense esteve aberta para oração livre por D. Anacleto, seguindo-se uma eucaristia, pelas 15:00 horas, que deram início às cerimónias fúnebres.

Amanhã, quarta-feira, realiza-se o funeral na catedral da diocese de Leiria/Fátima, pelas 15:00 horas, com o cardeal António Marto a presidir à eucaristia.

“Nesta celebração terão prioridade de participação os sacerdotes e os familiares do defunto, para se garantir as precauções de saúde pública determinadas pelas autoridades. Após a celebração, a sepultura será no cemitério das Cortes, terra natal de D. Anacleto”, escreveu a diocese, através das redes sociais.

Anacleto Oliveira, de 74 anos, morreu na sexta-feira, na sequência do despiste do automóvel que conduzia na Autoestrada 2 (A2) perto de Almodôvar, no distrito de Beja.

Natural de Cortes, Leiria, D. Anacleto Oliveira nasceu em 17 de julho de 1946, tendo sido ordenado sacerdote em 1970 e nomeado bispo auxiliar de Lisboa em 2005.

A ordenação episcopal de D. Anacleto Oliveira decorreu no Santuário de Fátima em 2005, tendo sido nomeado bispo de Viana do Castelo em 2010 e atualmente presidia à Comissão Episcopal Liturgia e Espiritualidade e à Comissão de Tradução da Bíblia para português a partir dos textos originais na Conferência Episcopal Portuguesa, adianta a nota.

Este ano, D. Anacleto Oliveira assinalou 10 anos de bispo de Viana do Castelo e 50 de ordenação sacerdotal.

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