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Região

Delfim Júnior nega que guardava dinheiro em sacos de ração para fugir ao Fisco

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Foto: DR/Arquivo

O cantor Delfim Júnior, do grupo Ympério Show, garantiu que o dinheiro que foi roubado em Arcos de Valdevez não era para fugir ao Fisco. O vocalista negou que guardava os 230 mil euros em sacos de ração para não declarar o que ganha.

“Quem é conhecido foge sempre ao Fisco. Sou eu e o Ronaldo… Mas não é o meu caso. Eu como sandes, durmo pouco, animo a malta e faturo todos os meus espetáculos. E recebo os direitos de autor”, disse Delfim Júnior ao “CM”.

O cantor denunciou um roubo de 230 mil euros em dinheiro armazenados no interior da sua casa, em Jolda, São Paio. O artista tinha dissimulado o dinheiro no interior de sacos de ração para cães. O cantor regressou à casa, pelas 05:00, depois de um concerto em Sabrosa, e logo percebeu o furto.

Os ladrões terão entrado pelas traseiras da moradia, cortando uma rede de arame.

Alguns dias depois, Delfim Júnior foi acusado de sequestrar um trabalhador da construção civil, por alegar ser um possível suspeito do furto.

“Quem foi queria mesmo dinheiro. Tem lá a minha coleção de guitarras, o acordeão e o piano. Nada foi estragado”, referiu.

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Braga

Theatro Circo passa a gerir espaços culturais em Braga

Proposta vai à reunião pública do Executivo Municipal.

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Foto: Sérgio Freitas / CM Braga / Arquivo

Uma alteração aos estatutos vai permitir ao Theatro Circo de Braga, “numa ótica de racionalização de recursos e potenciando as competências adquiridas”, a coordenação dos espaços e das atividades culturais do concelho.

A proposta de alteração, que é debatida esta segunda-feira em reunião de Câmara, dá-lhe como objetivos os de “assegurar a programação artística e cultural e a gestão geral e exploração e coordenação dos espaços próprios e dos equipamentos municipais que, a cada momento, lhe estiverem afetos”

O organismo vai, ainda, “assegurar a programação, produção e supervisão das atividades e eventos de cariz artístico e cultural que se enquadrem no âmbito das opções de dinamização cultural e apoio às artes definidas pelo Municipio”.

A reunião pública do Executivo Municipal, que tem lugar pelas 09:30, no gnration, analisa, também, entre outros assuntos, os contratos programa para o exercício de 2019 das Empresas Municipais TUB, BragaHabit e InvestBraga, contratos interadministrativos de delegação de competências a diversas freguesias e a atribuição de apoios financeiros e subsídios a diversas entidades e freguesias.

Experiência

O alargamento das atribuições de gestão do Theatro leva em consideração “a experiência acumulada de vários anos na gestão e programação artística da principal estrutura cultural de Braga, a qual tem vindo a ocupar um papel relevante no planeamento e implementação de alguns projetos estratégicos da cidade”.

Esta empresa municipal – diz a proposta – “foi responsável pelo processo de integração de Braga na Rede de Cidades Criativas da UNESCO e, mais recentemente, assumiu a coordenação do desenvolvimento das ações preparatórias para a apresentação da candidatura de Braga a Capital Europeia da Cultura em 2027, nomeadamente, a estruturação da Estratégia Cultural de Braga para o período 2020-2030”.

Paralelamente, “coordena todos anos, em conjunto com a administração do gnration, o planeamento, produção e execução do evento Noite Branca, com mais de 90 atividades no espaço público”.

Apoia também o desenvolvimento de alguns projetos comuns aos espaço do Theatro Circo e gnration, procurando uma maior interação e equilíbrio na oferta cultural deste equipamentos.

Quer para estes projetos comuns, quer para outras atividades, o Theatro Circo presta também serviços a outras entidades culturais e ao Município, como o apoio à produção e a cedência de assistentes de sala.

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Viana do Castelo

Estivadores de Viana aderem ao novo sindicato

Sindicato dos Estivadores e da Actividade Logística (SEAL).

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Foto: O MINHO

Os estivadores de Viana do Castelo vão aderir ao SEAL, o novo sindicato com âmbito nacional, segundo apurou O MINHO.

A revelação partiu do próprio presidente do Sindicato dos Estivadores e da Actividade Logística (SEAL), António Mariano, depois de ter participado em um plenário, no Porto de Leixões, em Matosinhos, na sequência da greve às horas suplementares que se regista em todo os portos nacionais, enquanto é de paralisação total em Setúbal.

De acordo com o histórico dirigente portuário, “na sequência das adesões em todos os portos do continente e das ilhas, é agora a vez da filiação dos 13 estivadores que trabalham no Porto de Viana do Castelo, que está a ser devidamente preparada”, num universo entre mais de seis centenas de associados dos SEAL.
A tutela do porto minhoto é assegurada pela Administração dos Portos do Douro, Leixões e Viana do Castelo (APDL), sediada em Matosinhos.

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Braga

Tribunal julga ação em que Theatro Circo pede 16 mil euros ao Município de Coimbra

Por não ter pago a sua metade do cachet de uma artista franco-israelita.

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Foto: DR / Arquivo

O Tribunal Cível de Braga começa, esta semana, o julgamento de uma ação em que o Theatro Circo de Braga exige 16 mil euros em Tribunal à
Câmara Municipal de Coimbra alegando que não pagou metade do cachet da vinda a Portugal da cantora franco-israelitaYael Naim.

A administradora da empresa municipal bracarense, Claúdia Leite justifica a ação, explicando que foi combinado com os responsáveis do Convento de São Francisco – a instituição congénere da cidade do Mondego – que os encargos seriam a meias, atuando a artista a 27 de janeiro de 2017, em Coimbra, e, no dia seguinte, em Braga.

A responsável adianta que, e como já tinha sucedido com a vinda de uma companhia de dança chinesa às duas cidades, seria o Theatro, por razões de “facilidade burocrática”, a pagar a despesa, ficando o Convento de assumir a sua metade.

Uma semana antes da data agendada, o Convento – acrescenta – pediu ao Theatro que o concerto fosse adiado: “a cantora respondeu-me que tal não era possível porque era a sua última digressão, já que estava com gravidez adiantada. E não quis cancelar o contrato para os dois espetáculos que estavam já anunciados nos media e nas redes sociais”.

Yael Naim, nascida em Marrocos, autora do hit “New Soul”, atuou em Braga, como previsto. De seguida, e “nos termos acordados”, o Theatro
bracarense pediu ao Município de Coimbra que assumisse a sua parte, nunca tendo conseguido falar com o seu Presidente, nem obtido resposta
aos e-mail’s e ofícios que entretanto enviou.

“Não entendo este comportamento atendendo a que somos duas entidades que prestam serviço
público e têm os correspondentes deveres”, lamenta.

A Câmara de Coimbra que não se quis pronunciar. O Tribunal marcou, entretanto, uma audiência prévia para tentar que as partes se entendessem, mas tal não sucedeu.

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