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I Liga

Defesa brasileiro Arthur Henrique reforça Gil Vicente

Lateral de 25 anos

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Foto: Divulgação

O defesa brasileiro Arthur Henrique é jogador do Gil Vicente para temporada 2019/20, anunciou hoje o clube de Barcelos, que este ano regressou à I Liga portuguesa de futebol.

O lateral esquerdo, de 25 anos, chega dos brasileiros do Ferroviário e torna-se no 17.º reforço para a equipa que este ano será orientada por Vítor Oliveira no principal escalão, quatro anos depois, na sequência da reintegração resultante do ‘caso Mateus’.

O clube de Barcelos foi despromovido à II Liga na época 2006/07, por alegada irregularidade na utilização de Mateus, avançado atualmente no Boavista, tendo a Liga Portuguesa de Futebol Profissional (LPFP) anunciado a reintegração na I Liga em 12 de dezembro de 2017, na sequência de uma decisão do Tribunal Administrativo do Círculo de Lisboa, em 2016.

O Gil Vicente vai realizar um estágio de pré-temporada, entre 07 e 13 de julho, em Melgaço, onde vai defrontar o Cerveira, no dia 10, e o Berço, no derradeiro dia da concentração.

Seguem-se os embates de preparação com o Boavista, em Lousada, no dia 18, Desportivo de Chaves, a 24, e Desportivo das Ave, a 27.

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Futebol

Benfica vence Paços de Ferreira e vai em 18 vitórias seguidas fora

I Liga

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Foto: DR / Arquivo

O Benfica venceu hoje por 2-0 na deslocação ao Paços de Ferreira, em jogo da 18.ª jornada da I Liga portuguesa de futebol, e aumentou para 18 o número de triunfos consecutivos fora de casa na competição.

A equipa lisboeta, líder do campeonato, adiantou-se no marcador por intermédio de Rafa, aos 39 minutos, e o avançado brasileiro Carlos Vinicius aumentou a vantagem aos 47, com o Benfica a somar agora 51 pontos, mais 10 que o FC Porto, que apenas joga na terça-feira com o Gil Vicente.

Com o triunfo de hoje, o Benfica aumentou para 18 o número de vitórias seguidas fora de casa para o campeonato, enquanto o Paços de Ferreira, que não perdia desde a 13.ª jornada, mantém os mesmos 16 pontos, no 16.º lugar da I Liga.

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Futebol

“Tudo correu mal”

Famalicão-Santa Clara (0-1)

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Foto: DR / Arquivo

Declarações dos treinadores após o jogo Famalicão – Santa Clara (0-1), da 18.ª jornada da I Liga portuguesa de futebol, disputado em Vila Nova de Famalicão.

João Pedro Sousa (treinador do Famalicão): “Foi um mau jogo nosso, claramente, por responsabilidade nossa, com muitas faltas. Não conseguimos fazer o nosso jogo e colocar a nossa ideia em campo. Isso desconcentrou-nos e não conseguimos dominar os momentos do jogo. Foi uma primeira parte muito má, mais pelo que não conseguimos fazer, do que pelo que o Santa Clara produziu.

Na segunda parte, fomos conseguindo [criar desequilíbrios], mas sem a qualidade que nos permitisse chegar ao empate e depois à vitória. Não fomos competentes para conseguir outro resultado. Dou os parabéns ao Santa Clara pelo jogo que fez e pela vitória.

Claramente [que foram 45 minutos desperdiçados na primeira parte]. Já fizemos partes de jogos menos conseguidas, mas a ideia estava lá. Hoje, nem isso. Não tivemos paciência, nem conseguimos circular a bola. Tudo correu mal. Penso que acreditávamos que, com o tempo, iríamos criar oportunidades e marcar. Não fomos competitivos na primeira parte e depois não reagimos.

Até somos das equipas que marca mais golos a partir do banco. Temos jogadores que entram e conseguem criar desequilíbrios. Mas é uma tarefa difícil conseguir isso nos jogos todos. Quando as coisas começam mal, é difícil alterá-las a partir de determinado momento.

Não há pressão [por causa da classificação]. Temos a nossa pressão e a nossa exigência. Colocámos a fasquia alta. Temos adversários muito competentes e bem orientados, como o de hoje, com bons jogadores. É natural sentirmos mais dificuldades, mas compete-nos encontrar soluções.

Não falo do árbitro [sobre o alegado fora de jogo no lance do penálti que deu o golo ao Santa Clara], pois ele faz parte do jogo. Tem todo o direito de errar, como eu errei e os meus jogadores. Custa-me é que o videoárbitro erre. Ele foi criado para corrigir erros grosseiros”.

João Henriques (treinador do Santa Clara): “Estrategicamente, a interpretação dos jogadores foi muito bem conseguida. Na primeira parte, dificultámos o bom processo ofensivo do Famalicão e conseguimos com que não ligassem jogo nem por dentro, nem por fora. Além disso, recuperámos bolas e criámos perigo. Estávamos à espera que o Famalicão entrasse forte na segunda parte, mas depois de mudarmos o nosso posicionamento, voltámos a ficar confortáveis no jogo. O nosso processo ofensivo e as nossas transições foram bem conseguidas. A exibição deu continuidade à da jornada anterior, em que não conseguimos pontos por manifesta infelicidade [derrota com o Vitória de Guimarães, por 1-0, aos 90+1]. Provámos que o Santa Clara tem a equipa estabilizada para a segunda volta.

O Famalicão, apesar de extremamente confortável, começa a ambicionar outras coisas. Com 31 pontos na primeira volta, o Famalicão vai querer manter a posição para lutar por uma Liga Europa. Não éramos favoritos para o jogo. Ao retirarmos bola e não deixarmos construir o Famalicão, sabíamos que o nervosismo iria surgir. Mas sabíamos que essa ansiedade só aumentaria se conseguíssemos fazer golo. Soubemos esconder a bola, apesar do Famalicão ter uma boa reação à perda.

Começámos a época a perder em casa com o Famalicão [1-0]. Hoje, tínhamos de retificar esses três pontos perdidos injustamente em casa. Fomos superiores nesse jogo. Hoje, voltámos a ser superiores ao Famalicão. São três pontos num longo caminho rumo à manutenção.

A ‘estrelinha’ é sempre necessária [para vencer]. Fomos audazes e hoje a ‘estrelinha’ acompanhou. Houve jogos que perdemos na fase final. Mas hoje mantivemos a baliza a zeros e o Marco não teve de fazer uma defesa difícil. Tivemos ‘estrelinha’, mas fomos competentes.

Não vi ainda a repetição do penálti. Parece que a falta existe, mas há uma discussão sobre se é fora de jogo ou não. Deixo isso ao critério do videoárbitro.

[O Anderson Carvalho] É um dos nossos reforços deste mercado. Foi um jogador importante na época anterior, até ao momento da lesão. É um jogador importante dentro de campo e dentro do balneário. Com o conforto da vitória, há mais jogadores que vão crescer dentro do plantel. Acreditamos que a nossa segunda volta vai ser melhor do que a primeira”.

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Futebol

Famalicão perde frente ao Santa Clara

I Liga

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Foto: Divulgação / FC Famalicão

Um penálti convertido por Lincoln, aos 35 minutos, permitiu hoje ao Santa Clara derrotar o Famalicão, por 1-0, em jogo da 18.ª jornada da I Liga portuguesa de futebol, e encerrar uma série de duas derrotas na competição.

Depois de ter chegado à vantagem numa primeira parte em que foi melhor, a turma açoriana aguentou a intensa reação dos minhotos na segunda parte e ‘carimbou’ o segundo triunfo nos últimos 11 jogos do campeonato, que lhe permite ascender, provisoriamente, ao 12.º lugar, com 20 pontos.

Já os famalicenses, quase sempre ‘desinspirados’ no ataque, apesar de ocasiões para empatar no início da segunda parte, desaproveitaram de novo o fator casa, após o empate da ronda anterior, com o Marítimo (1-1), e, com 31 pontos, arrisca-se a perder o terceiro lugar, caso o Sporting vença o Marítimo, na segunda-feira.

Com Francisco Ramos de volta ao meio-campo para substituir Osama Rashid, a turma insular apresentou-se dinâmica em Famalicão e criou a primeira ocasião de golo aos cinco minutos, quando João Afonso cabeceou por cima, após canto de Lincoln.

A formação minhota, que também iniciou o jogo com uma alteração – Toni Martínez rendeu Anderson no eixo do ataque -, aliviou a pressão açoriana a partir do minuto 10 e subiu no terreno, mas só chegou com à baliza com algum perigo aos 19, quando Marco saiu a tempo de evitar o remate de Martínez.

Os pupilos de João Henriques continuaram, porém, a ter bola, sobretudo pela ala direita, graças às ações de Patrick e de Guilherme Schettine, e chegaram à vantagem numa grande penalidade cometida aos 32 minutos, por Racic sobre Carlos Júnior, jogador em posição irregular no começo do lance: na conversão, Lincoln atirou ao ângulo superior direito e estreou-se a marcar esta época.

A equipa anfitriã ‘despertou’ após o golo sofrido, acelerou a construção ofensiva e, até ao intervalo, ‘empurrou’ o Santa Clara para a sua área, tendo ficado perto do empate num remate de Toni Martínez ao lado, aos 38 minutos.

Os homens de Famalicão aproveitaram o ‘embalo’ dos instantes finais da primeira parte para aparecerem mais fortes na segunda, exibindo uma velocidade com bola que lhes permitiu ganhar cinco cantos nos primeiros 10 minutos e ameaçar o golo num desvio de Toni Martínez, ao lado (49) e num remate por cima de Diogo Gonçalves (51).

Incapaz de acompanhar o ritmo famalicense, o conjunto de Ponta Delgada defendeu recuado e viu Marco negar, aos 58 minutos, o golo a Diogo Gonçalves, extremo que subiu de rendimento na etapa complementar do desafio.

Os minhotos perderam discernimento a partir dos 70 minutos e, apesar de terem ameaçado a igualdade num disparo de Racic, ao lado (78), e num cabeceamento de Riccieli (90), estiveram também perto de sofrer o segundo golo, novamente por Lincoln (86).

Ficha de Jogo

Jogo no Estádio Municipal de Famalicão.

Famalicão – Santa Clara, 0-1.

Ao intervalo: 0-1.

Marcadores:

0-1, Lincoln, 35 minutos (grande penalidade).

Equipas:

– Famalicão: Vaná, Ivo Pinto (Guga, 77), Roderick, Riccieli, Coly (Alex Centelles, 62), Gustavo Assunção, Uros Racic, Pedro Gonçalves, Diogo Gonçalves, Fábio Martins e Toni Martínez (Anderson, 70).

(Suplentes: Defendi, Patrick William, Alex Centelles, Guga, Ofori, Rúben Lameiras e Anderson).

Treinador: João Pedro Sousa.

– Santa Clara: Marco, Patrick, João Afonso, Fábio Cardoso, Mamadu Candé, Francisco Ramos, Anderson Carvalho, Costinha (Zé Manuel, 79), Lincoln, Carlos Júnior (Zaidu, 90+2) e Guilherme Schettine (Thiago Santana, 85).

(Suplentes: André Ferreira, César, Zaidu, Nené, Ukra, Zé Manuel e Thiago Santana).

Treinador: João Henriques.

Árbitro: Nuno Almeida (AF Algarve).

Ação disciplinar: cartão amarelo para Roderick (22), Marco (52), Diogo Gonçalves (62), Mamadu Candé (62), Fábio Cardoso (82) e Guilherme Schettine (83).

Assistência: cerca de 4.000 espetadores.

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